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Real Estate Intelligence
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Sistema tributário

30 artigos

Gestão de apartamentos e imposto de sucessão no Japão: como funciona a redução na avaliação fiscal

Um mecanismo genuinamente japonês, sem equivalente direto no ITCMD brasileiro: veja como a gestão de apartamentos reduz o imposto de sucessão no Japão via kashiya-tsuke-chi, a norma especial para pequenos terrenos e a dedução de dívidas — com comparação a herdar em dinheiro e os riscos de vacância, endividamento excessivo e sublocação garantida.

Imposto de Renda sobre o Social Lending no Japão: como funciona a kakutei shinkoku (確定申告)

Um guia sobre a tributação exclusivamente japonesa das distribuições de social lending: por que são zassho (雑所得) sob tributação global consolidada, quando a declaração de imposto de renda e o imposto municipal se tornam obrigatórios, a regra dos ¥200.000 (aprox. R$ 7.700), casos de restituição, a impossibilidade de compensar perdas e o passo a passo prático — sempre em contraste com a lógica tributária brasileira.

Imóveis vs. Criptomoedas no Japão: Comparativo Tributário entre Compensação de Perdas, Depreciação e Estratégias Fiscais

No Japão, o aluguel de imóveis é tributado como rendimento imobiliário, enquanto o ganho com criptomoedas é, em regra, rendimento diverso — uma diferença que muda tudo na compensação de perdas, na depreciação e no imposto devido. Com base no entendimento da Receita Nacional do Japão em 2025, comparamos os dois regimes tributários e mostramos a visão necessária para a formação de patrimônio de longo prazo. Decisões tributárias devem sempre ser confirmadas com um contador licenciado no Japão.

Gestão de Risco do Koteishisan-zei em Imóveis Vagos e Akiya no Japão: Como Evitar o Aumento de Até 6 Vezes

No Japão, até um imóvel vago ou uma akiya (空き家) paga o koteishisan-zei. Se a casa é negligenciada e classificada como tokutei akiya-tō ou kanri-fuzen akiya-tō, o terreno perde a redução fiscal jūtaku yōchi tokurei e o imposto pode multiplicar por até 6 vezes. Com base em dados oficiais do Sōmu-shō e do MLIT, este guia explica a lógica da tributação japonesa — em contraste com o IPTU e o Estatuto da Cidade no Brasil — e como decidir entre manter, reaproveitar ou vender o imóvel.

Guia de Consultoria em Sucessão Imobiliária no Japão: Shihō Shoshi, Zeirishi ou Bengoshi?

A sucessão de imóveis no Japão gera conflitos até em famílias sem grande patrimônio. Veja o papel do shihō shoshi, do zeirishi e do bengoshi, os custos de consulta convertidos em reais e a obrigatoriedade do registro de sucessão em vigor desde 2024.

Piso de madeira fica fora da depreciação? Vida útil, regras de custo do inquilino e o momento de trocar no Japão

No Japão, o piso de madeira não tem o tempo de moradia considerado em reparos parciais pelas diretrizes do MLIT. Entenda as regras de custo entre inquilino e proprietário, a diferença para a troca integral e a vida útil do laminado e do maciço.

IPTU do terreno vazio no Japão pode ser 6 vezes maior: a estratégia fiscal do sarachi

No Japão, o terreno sem construção (sarachi) perde a redução do IPTU residencial e pode ser tributado em até seis vezes mais. Entenda o kotei shisan-zei, o risco do tokutei akiya e as estratégias para reduzir a carga tributária de um terreno japonês.

Imposto de Aquisição de Imóveis no Japão (Fudōsan Shutoku-zei): Reduções e Reembolso — o Guia Completo para Investidores

Entenda como funciona o fudōsan shutoku-zei, o imposto de aquisição de imóveis no Japão: reduções, prazo de reembolso, requisitos para imóveis novos e usados, fórmulas de cálculo e documentos necessários — tudo sob a perspectiva do investidor estrangeiro que busca melhorar o retorno do investimento.

O que é o koteishisanzei, o imposto japonês sobre a propriedade? Cálculo, prazos e dicas para pagar menos

Entenda o koteishisanzei, o imposto japonês sobre a propriedade: cálculo (valor venal fiscal × 1,4%), prazos de pagamento e formas legais de reduzir a cobrança. Veja também as diferenças entre apartamento e casa térrea e os erros de tributação mais comuns.

Por que o Kotei Shisan Zei (imposto predial japonês) de um estacionamento é tão alto? Cálculo e estratégias de redução | INA&Associates

Entenda como se calcula o kotei shisan zei, o imposto predial japonês sobre estacionamentos, por que ele é mais alto do que em um terreno residencial, e quais estratégias de redução existem, incluindo a relação com o toshi keikaku zei. Fale com a INA&Associates.

Reformar ou reconstruir uma kominka: qual gera mais retorno? Custos, impostos e a decisão de investimento no Japão

Comparamos os custos de reformar uma kominka japonesa (aprox. R$ 115.500 a R$ 770.000 ou mais) com os de reconstruir do zero (aprox. R$ 385.000 a R$ 1.540.000), além do imposto predial e da resistência sísmica — um guia de decisão para investidores estrangeiros no mercado imobiliário do Japão.

Estratégia de economia de impostos no investimento em apartamentos no Japão | como funcionam a depreciação e a compensação de perdas e a partir de qual faixa de renda vale a pena

Entenda o mecanismo japonês de economia tributária no investimento imobiliário: compensação de perdas via depreciação, dedução de ¥650 mil (aprox. R$ 25 mil) da declaração azul, por que a renda anual acima de ¥9 milhões (aprox. R$ 346 mil) é vantajosa e os riscos de investir apenas por benefício fiscal — tudo comparado à realidade do investidor brasileiro.

Casa Bigeracional Japonesa como Imóvel Misto de Aluguel: Financiamento, Impostos e Renda Estável

Como transformar uma nisetai jūtaku (casa bigeracional japonesa) em chintai heiyō jūtaku, imóvel de uso misto com unidade de aluguel. Financiamento habitacional privilegiado, economia tributária e renda estável, explicados para o investidor estrangeiro.

Como fazer a contabilidade durante a carência de aluguel no Japão? Os 2 métodos e o tratamento fiscal explicados

Guia da contabilidade de imóveis com carência de aluguel no Japão: a diferença entre não lançar e distribuir o aluguel total, o tratamento do imposto de renda e do imposto de consumo, e as cláusulas que exigem atenção.

Kiso Kōjo: a dedução básica do IR japonês que todo investidor imobiliário precisa entender — guia completo de declaração e economia tributária

Entenda como o kiso kōjo (dedução básica do imposto de renda japonês) afeta investidores estrangeiros com imóveis alugados no Japão: valores após a reforma de 2020, a combinação com o aoiro shinkoku e os cuidados essenciais para reduzir a carga tributária com segurança.

Reforma tributária Reiwa 8 e o investimento imobiliário no Japão: a nova "regra dos 5 anos" [edição 2026]

Reforma tributária Reiwa 8 e o investimento imobiliário no Japão: a nova "regra dos 5 anos" [edição 2026]

A reforma tributária Reiwa 8 (2026) muda os pressupostos de sucessão, declaração de renda e aquisição de imóvel no Japão. O ponto central é a revisão da avaliação para imposto sobre herança de imóveis de aluguel — a "regra dos 5 anos" —, aplicável a partir de janeiro de Reiwa 9 (janeiro de 2027). Para o investidor estrangeiro, explicamos por que esse mecanismo é especificamente japonês, como se distingue do ITCMD brasileiro e o que muda na declaração azul, na depreciação e na dedução do financiamento habitacional, com base nas fontes primárias do Ministério das Finanças (MOF) e do Ministério da Terra, Infraestrutura, Transporte e Turismo (MLIT).

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Reforma Residencial no Japão 2026: Guia da Dedução Fiscal

Um guia completo dos quatro sistemas de incentivo fiscal para reforma residencial no Japão em 2026 — um regime totalmente específico do sistema tributário japonês, sem equivalente direto no Brasil ou em Portugal. A dedução do financiamento habitacional para reformas (Jūtaku Rōn Genzei) chega a ¥140.000 por ano (aprox. R$ 4.900) e a ¥1.400.000 em dez anos (aprox. R$ 49.000); o incentivo para reformas de desempenho (Reform Sokushin Zeisei) chega a ¥600.000–800.000 (aprox. R$ 21.000–28.000). Explicamos os cálculos passo a passo, os documentos exigidos na declaração e o que muda para investidores estrangeiros com imóveis alugados no Japão.

Guia completo do imposto sobre ativos fixos na gestão de estacionamentos: cálculo, por que não há redução e 3 estratégias tributárias

Entenda como funciona o imposto sobre ativos fixos na gestão de estacionamentos, por que a carga tributária pode ser de três a seis vezes maior do que em terrenos residenciais, como terreno e equipamentos são avaliados e que medidas podem ajudar a economizar tributos.

Imposto sobre renda de aluguel no Japão: cálculo do imposto de renda, do imposto residencial e a declaração anual

No Japão a tributação não incide sobre o aluguel bruto, e sim sobre o fudōsan shotoku, o resultado após a dedução das despesas necessárias. Este guia mostra ao investidor brasileiro os cinco tributos envolvidos, o cálculo do imposto de renda e do imposto residencial de cerca de 10%, um rol de despesas muito mais amplo que o permitido no Brasil – com depreciação em 22, 34 ou 47 anos e juros do financiamento –, a declaração azul com dedução de até 650.000 ienes, o prazo de 16 de fevereiro a 15 de março e as penalidades de 15% a 40% para quem não declara.

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O que acontece quando termina a vida útil dos imóveis? Impacto na depreciação, financiamento e vendas

Ao ouvir falar de um imóvel que chegou ao fim da vida útil ao investir em imóveis, você pode pensar que se trata de um prédio que não pode mais ser utilizado. No entanto, a vida útil legal é o número de anos utilizado para calcular a deprec

Planejamento do imposto sobre heranca por meio da gestao de predios residenciais: compressao do valor de avaliacao e riscos do plano sucessorio

Explica por que a gestao de predios residenciais pode apoiar o planejamento do imposto sobre heranca a partir do mecanismo de avaliacao. Tambem apresenta vantagens e desvantagens, alem de orientacoes especializadas para estruturar um plano sucessorio consistente.

Dedução fiscal do financiamento da casa nova: declaração no 1º ano e ajuste depois

Este guia explica como solicitar a dedução fiscal do financiamento imobiliário após comprar uma casa nova. No primeiro ano é necessário fazer a declaração de imposto, e a partir do segundo o processo normalmente pode ser feito no ajuste anual da folha, com documentos e etapas explicados de forma clara.