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O que é branding? Por que é essencial para pequenas e médias empresas: benefícios e pontos-chave para o sucesso

O que é branding e por que pequenas e médias empresas devem investir nessa estratégia. Conheça 3 benefícios — aumento de lucros, captação de capital humano/talentos e diferenciação da concorrência — além dos pontos-chave para o sucesso. Use como referência para construir a estratégia de branding da sua empresa.

Leitura de cerca de 8 min

Nos últimos anos, a palavra "branding" tem sido cada vez mais ouvida no campo do marketing. Branding refere-se a todas as atividades voltadas para a construção de uma marca. Em essência, uma marca é um conceito para diferenciar produtos similares. O logotipo de uma empresa, o design do produto, o slogan, o nome — todos são elementos que compõem uma marca. O branding consiste em utilizar esses elementos para fazer com que os consumidores reconheçam a marca. No entanto, ao tentar implementar o branding na prática, uma compreensão vaga não é suficiente para aplicá-lo.
Por isso, neste artigo explicaremos desde os fundamentos e a história do branding até os benefícios de implementá-lo e os pontos necessários para o sucesso.
Em especial, as pequenas e médias empresas, para as quais o branding é considerado especialmente importante, e todos que estão pensando em implementar o branding, não deixem de conferir este conteúdo.

O que é branding? Significado básico e sua relação com o marketing

A palavra "branding" passou a ser usada com frequência no ambiente de negócios e no marketing. Embora muitos tenham uma ideia geral do conceito, poucos conseguem explicar seu conteúdo de forma clara. Primeiramente, vamos organizar o significado do branding e sua relação com o marketing.

O significado do branding

Nos últimos anos, muitos mercados estão saturados e a concorrência tem se intensificado. Em cada mercado, há pouco espaço para novos entrantes, e superar os concorrentes que já estabeleceram sua participação não é fácil. Por exemplo, ao abrir um novo café, há uma grande quantidade de estabelecimentos concorrendo, incluindo grandes redes como "Starbucks" e "Tully's". Crescer e se tornar o café escolhido pelos consumidores nesse cenário pode ser considerado uma tarefa de alta dificuldade.
Nessa situação, para conquistar participação de mercado, é fundamental aumentar o valor da marca. O setor de marcas de luxo é um exemplo claro: justamente porque o valor da marca é evidente, elas são apoiadas por muitos consumidores mesmo com preços elevados.

Uma marca é o valor intangível associado a produtos e serviços — ou seja, a imagem que os consumidores têm deles. Para materializar essa imagem, existem elementos como "logotipo", "slogan" e "design". O conjunto de atividades que utiliza esses elementos para fazer com que os consumidores reconheçam a marca é chamado de "branding". Quando o branding é bem-sucedido e o valor da marca se consolida na percepção dos consumidores, o posicionamento no mercado se estabelece. Como resultado, a diferenciação em relação à concorrência se concretiza e torna-se possível oferecer um valor de marca claro.

Na verdade, mesmo sem ter consciência do branding, as empresas inevitavelmente o praticam para atrair clientes e aumentar as vendas. Isso porque, sem se diferenciar da concorrência e destacar um valor próprio, é difícil conquistar participação em mercados com muitos produtos similares. Embora o branding muitas vezes seja praticado de forma inconsciente, ao abordá-lo de maneira estratégica é possível elevar ainda mais o valor da marca e consolidar a posição no mercado.

A relação entre branding e marketing

O branding contemporâneo tende a ser reconhecido como parte integrante do marketing. Marketing é a "criação de mecanismos para vender" produtos e serviços. Com a intensificação da concorrência nos mercados, os produtos e serviços deixaram de viver a era em que "bastava produzir para vender", tornando-se essencial a criação de mecanismos de venda.

Com o marketing tornando-se algo comum, seu conteúdo também se tornou cada vez mais diversificado. Além de pesquisa de mercado, o marketing digital — como a veiculação de anúncios online — também se intensificou. Além disso, o marketing é indispensável para identificar o potencial de crescimento do mercado visando a expansão dos negócios. Pode-se dizer que, sem um marketing eficaz, torna-se difícil não apenas vender produtos, mas também dar continuidade ao próprio negócio.

Sobre a relação entre branding e marketing, existem diversas definições. Pode-se dizer que o branding é parte do marketing, ou que são conceitos independentes. Ainda assim, o objetivo final de "vender produtos e serviços" e "manter o negócio em operação" é comum a ambos. Por isso, a ideia de "ter o branding como base das ações de marketing" é a que mais se aproxima do significado de "branding" na prática.

Conhecendo a história do branding

Para aprofundar a compreensão sobre branding, apresentaremos a história do branding, ainda pouco conhecida.

O branding na era antiga

A história do branding é longa e remonta ao período Neolítico. Seu início foi a "marcação a ferro" em animais de fazenda. Diz-se que o gado pastando era marcado a ferro para distinguir seus proprietários. Posteriormente, o costume da marcação se expandiu para os pertences pessoais e, por fim, no comércio, passaram a ser usados distintivos e etiquetas para indicar a origem e o tipo dos produtos. Partindo do objetivo de identificar a propriedade individual, o branding evoluiu para um uso comercial com o desenvolvimento da produção em massa e do comércio.
Além disso, o branding da época também tinha a função de garantir a qualidade dos produtos. Na Europa Medieval, foi estabelecido um sistema de marcação para assegurar a qualidade e os padrões dos produtos.

O branding evoluído sob a perspectiva do marketing

O branding, que começou como distinção de propriedade e passou a ser usado para garantia de qualidade, na era moderna passou a ser abordado no contexto do marketing.
Diz-se que o conceito de marketing chegou ao Japão por volta de 1955, durante o período do alto crescimento econômico. O mercado, que era centrado nos produtores, transformou-se com o surgimento do marketing para ser centrado nos consumidores. Produtos e serviços adequados às necessidades dos consumidores foram surgindo em sequência, e a economia foi se dinamizando.

Naquela época, o mercado estava em fase de crescimento e os produtos vendiam apenas por serem produzidos. No entanto, com o desenvolvimento tecnológico e a transformação para uma sociedade da informação, o mercado entrou em fase de maturidade. Os novos negócios passaram a ter dificuldade para crescer. O marketing centrado nos 4Ps (Product, Price, Place, Promotion) também começou a mostrar seus limites nos últimos anos. Foi então que o branding ganhou atenção. Com o aumento de concorrentes similares, passou a ser necessário um mecanismo capaz de vender de forma sustentável a longo prazo, diferenciando-se dos concorrentes e estabelecendo o valor da marca.

As diferenças na concepção de branding por região

Em comparação com outros países, o Japão tinha baixa consciência sobre branding e o avanço das iniciativas nessa área era lento. Por trás do fato de o branding ter passado a ser valorizado apenas nos últimos anos, existem fatores históricos e culturais. Aqui, observaremos as diferenças na concepção de branding por região.

Branding na Europa

A Europa é uma região que gerou inúmeras marcas de luxo, como "Louis Vuitton", "Hermès" e "Ferragamo". Na Europa, existe uma tendência de buscar valor histórico nas marcas, e o branding tem sido valorizado há muito tempo para manter o valor da marca a médio e longo prazo. Por isso, mesmo marcas emergentes desenvolvem estratégias de marketing com forte ênfase em branding.

Branding no Ocidente

Como o Ocidente é composto por nações multiétnicas, é necessário se comunicar com consumidores diversos, de diferentes raças e idiomas. Além disso, há uma abundância de produtos e serviços, tornando a conquista de clientes recorrentes indispensável para vendas contínuas. Para isso, é preciso causar uma impressão forte nos consumidores. No Ocidente, o branding tem sido amplamente adotado como meio de conquistar clientes recorrentes.

Branding no Japão

Por trás da dificuldade de disseminação do branding no Japão está a existência da "cultura do noren". Havia um pensamento arraigado de que, bastava pendurar o noren, os clientes naturalmente se reuniriam. Por trás desse negócio sustentado por essa comunicação implícita estão as características geográficas de um país insular e o temperamento reservado do povo japonês. No Japão, achava-se que a marca era algo apenas para ser exibido, e não havia reconhecimento da necessidade de elevar ativamente o valor da marca. Essa mentalidade é considerada um dos fatores que atrasou o desenvolvimento do branding.

3 benefícios que o branding pode trazer para pequenas e médias empresas

No momento atual de maturidade do mercado, a importância do branding está crescendo. Aqui, apresentamos 3 benefícios da implementação para que você possa compreender melhor a importância do branding.

Benefício 1: Aumento de lucros

O fato de o mercado estar maduro significa que há muitos produtos e serviços similares. Para aumentar os lucros, é necessário ser escolhido pelo consumidor dentre eles. Numa época em que nem tudo que se produz é vendido, é indispensável fazer com que os consumidores entendam o valor e construir um relacionamento de médio a longo prazo. A construção de relacionamentos de médio a longo prazo com clientes também é chamada de melhoria do "customer loyalty" e do "LTV", e o branding é essencial para realizá-la. Ao obter reconhecimento por meio do branding e fazer com que o consumidor perceba valor na marca, é possível esperar um aumento estável de lucros.
Além disso, se o branding for bem-sucedido, os consumidores passarão a escolher a marca sem que seja necessário investir grandes quantias em publicidade. Isso ocorre porque os próprios consumidores encontram a marca, sem que a empresa precise fazer uma abordagem ativa. A redução dos custos com publicidade leva à melhoria do CPA e impacta diretamente no aumento dos lucros.

Benefício 2: Atração de capital humano/talentos

Com o avanço do envelhecimento e da queda na natalidade, a diminuição da força de trabalho é um problema sério. Produtos, serviços e lucros só são gerados graças ao capital humano/talentos. Quando a força de trabalho diminui e o mercado passa a favorecer os candidatos, estes ficam na posição de escolher as empresas. As candidaturas se concentram nas empresas mais conhecidas, e as demais podem enfrentar dificuldades no recrutamento. Empresas com alto reconhecimento também atraem capital humano/talentos de excelência, o que garante vantagem não apenas em quantidade, mas também em qualidade. A diferença no capital humano/talentos impacta diretamente nos lucros, por isso é importante ampliar o reconhecimento por meio do branding da própria empresa e convertê-lo em atração de capital humano/talentos de excelência.

Benefício 3: Diferenciação dos concorrentes

O maior benefício do branding é a diferenciação dos concorrentes. Os consumidores decidem a compra comparando "preço", "design", "funcionalidades" e "desempenho". No entanto, apenas sob esse ponto de vista, o valor da marca não é considerado. Por exemplo, um consumidor que prioriza preço provavelmente mudará imediatamente para um produto similar mais barato quando ele surgir.
Por outro lado, se o branding fizer com que a própria marca seja o fator decisivo de compra, o preço e as funcionalidades não serão os fatores determinantes. Mesmo que o preço seja mais alto que o dos concorrentes e não tenha a funcionalidade desejada, a escolha se dará pelo motivo "é essa marca". A marca é o valor único e insubstituível que toda empresa possui. Quando esse valor de marca se enraíza no coração dos consumidores, a marca deixa de ser comparada com concorrentes. Ao deixar de ser comparada, estabelece-se uma posição clara no mercado, e pode-se esperar uma manutenção estável da participação de mercado.

A linha entre sucesso e fracasso no branding

O branding é conceitual e, diferentemente das estratégias de marketing comuns, é difícil de medir numericamente. Por isso, um ponto ao qual se deve atentar é a dificuldade em distinguir sucesso de fracasso.

O que é o sucesso no branding?

O sucesso no branding refere-se ao estado em que a marca da empresa, produto ou serviço está estabelecida e os consumidores têm uma determinada imagem dela. Elementos visuais como logotipo, cores e design estão incluídos, mas por si só não são o fator decisivo de compra. O que importa é fazer com que o consumidor sinta uma emoção única de "quero esta marca". Em outras palavras, o sucesso do branding é o estado em que a diferenciação dos concorrentes é clara e os consumidores escolhem e compram ou utilizam por iniciativa própria.

Por exemplo, "Apple" e "Starbucks" continuam sendo escolhidas pelos consumidores mesmo com preços elevados em seus respectivos mercados. O motivo é que o valor de suas marcas é reconhecido. A qualidade dos próprios produtos e serviços é, claro, um fator, mas utilizá-los em si se torna uma espécie de status. Isso é precisamente o valor que a marca oferece ao consumidor e o fator que permite manter uma participação de mercado estável a longo prazo.

O que é o fracasso no branding?

O fracasso no branding é o estado em que a imagem transmitida pela empresa e a imagem que o consumidor tem dela estão divergentes. Por exemplo, imagine uma empresa que vende "cosméticos de luxo com ingredientes raros de origem natural", mas cuja embalagem transmite uma aparência barata. O "luxo" que a empresa quer comunicar não chega ao consumidor, e o valor da marca diminui. O visual não é o único responsável por criar a imagem da marca, mas o apelo visual, como o design, é o que mais facilmente transmite o conceito da marca ao consumidor. O design, as cores de identidade e o logotipo desempenham o papel de materializar o conceito que se deseja transmitir ao consumidor.
Para evitar o fracasso no branding, os elementos visuais como o design são importantes, mas, antes de tudo, é fundamental definir claramente a imagem e o valor de marca que se deseja materializar.

Pontos necessários para o branding de pequenas e médias empresas

Até aqui, explicamos o branding sob diversos ângulos. Você já deve ter uma visão geral do branding e do que pode ser alcançado com sua implementação. Aqui, voltamos aos fundamentos do branding e apresentamos os pontos essenciais para o sucesso.

Criar uma experiência consistente para o cliente

No branding, tendemos a focar em logotipos, cores e design, mas esses são apenas alguns dos elementos.O que realmente importa é a experiência total do cliente por meio de produtos e serviços. A experiência do cliente ocorre em todos os pontos de contato do consumidor com a marca.Sob essa perspectiva, fica mais fácil entender que o visual é apenas um dos elementos do branding.Oferecer uma experiência consistente ao cliente em todos os pontos de contato — incluindo produtos e serviços, "publicidade", "funcionários", "redes sociais", "lojas", "call centers" e "site" — é o verdadeiro branding.Pode-se dizer que executar as ações necessárias em cada ponto de contato, tendo como eixo central "como o consumidor se sente", é o caminho para o sucesso no branding.

Por que o branding é especialmente necessário para pequenas e médias empresas

O branding é uma estratégia que as pequenas e médias empresas devem adotar.As grandes empresas já cresceram justamente porque estabeleceram seu posicionamento no mercado. São as pequenas e médias empresas, que ainda não consolidaram seu posicionamento nem mantêm uma participação de mercado estável, que mais se beneficiam do branding. Os elementos mencionados anteriormente — "aumento de lucros", "atração de capital humano/talentos" e "diferenciação da concorrência" — são todos necessários no processo de crescimento de uma empresa.

Além disso, o branding não consiste em ações específicas isoladas; é algo que deve ser considerado na base do marketing. Por isso, não é necessário investir novos e enormes recursos financeiros — basta concentrar-se em criar uma experiência consistente para o cliente dentro das atividades de marketing habituais. É claro que o ponto de partida do branding não é uma imagem vaga, mas a identificação do valor essencial que a empresa oferece.

A mídia própria é a melhor opção para construir o branding de pequenas e médias empresas

No branding, o objetivo é criar uma experiência consistente para o cliente, portanto deve ser implementado em todos os pontos de contato com o cliente.Entre eles, a mídia própria se destaca como o primeiro lugar a ser trabalhado. Mídia própria é uma plataforma em que a própria empresa divulga seu conteúdo sem depender de terceiros. A empresa pode se expressar com suas próprias palavras para transmitir o que deseja aos consumidores.

Na mídia própria das empresas, é comum encontrar informações úteis relacionadas a produtos e serviços. Por ser a própria empresa — que mais conhece seus produtos e serviços — a responsável pela divulgação, é possível conquistar a confiança dos consumidores. Além disso, por meio dessa divulgação, também é possível ampliar o reconhecimento dos produtos e serviços.A mídia própria não se limita a textos e também facilita apelos visuais, o que a torna mais memorável para os consumidores e ideal para o branding.Pode-se dizer que a mídia própria concentra muitos dos pontos essenciais para a experiência do cliente.
Além disso,o conteúdo acumulado na mídia própria é um ativo e tende a se consolidar como parte da imagem da empresa.Uma marca ganha valor justamente por existir de forma contínua no médio e longo prazo. Da mesma forma, a mídia própria é um ativo que persiste por muito tempo e o espaço ideal para incorporar a marca.

Em resumo, a mídia própria é capaz de oferecer de forma eficiente uma experiência consistente ao cliente e funciona a longo prazo como um ativo que incorpora a marca da empresa. Se você vai trabalhar com branding, recomendamos começar pela construção de uma mídia própria.

Conclusão

Neste artigo, explicamos o branding sob diversos pontos de vista.
Em um mercado em amadurecimento, o branding é um ponto-chave para estabelecer novos negócios, expandir operações e garantir uma participação de mercado estável. No entanto, mesmo compreendendo sua importância, muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre por que devem se engajar nessa prática e sobre o que é o branding em sua essência. O primeiro passo é entender a essência do branding e definir claramente o que se deseja alcançar.
Implementar o branding sem uma compreensão adequada não trará os resultados esperados. Use este artigo como referência, atente-se aos pontos essenciais e comece a trabalhar o branding.
Nossa empresa também oferece serviços de construção de mídia própria, portanto, se tiver interesse, confira as informações abaixo.

Produção de Mídia Própria | INA&Associates株式会社

Mídia própria é a "mídia" que você mesmo opera. Na vastidão da internet, um mundo sem limites que alcança a todos, a "mídia própria" é o espaço onde você expressa seus ideais e reúne pessoas. Os objetivos de uso são variados, como o branding pessoal e a captação de clientes para serviços. Primeiro, ouça o que você deseja comunicar e apoie a criação de uma plataforma adequada e eficaz.

Daisuke Inazawa, President & CEO of INA&Associates Inc.

Autor

Presidente e CEOINA&Associates Inc.

Daisuke Inazawa é presidente e CEO da INA&Associates Inc., uma empresa imobiliária japonesa com sede em Osaka e filial em Tóquio. Ele lidera os três negócios centrais da companhia — corretagem imobiliária, locação e gestão de propriedades — na Grande Tóquio e na região de Kansai.

Suas áreas de especialização incluem estratégia de investimento em imóveis geradores de renda, otimização de rentabilidade em operações de locação, consultoria imobiliária para investidores de altíssimo patrimônio (UHNWI) e investidores institucionais, além de investimento imobiliário transfronteiriço. Presta consultoria de longo prazo, baseada em dados, a investidores no Japão e no exterior.

Sob a filosofia de gestão «o ativo mais importante de uma empresa são as suas pessoas», ele posiciona a INA&Associates como uma «empresa de investimento em capital humano» e está comprometido com a criação sustentável de valor corporativo por meio do desenvolvimento de talentos. Como executivo, também se manifesta publicamente sobre liderança e cultura organizacional em tempos de mudança.

Detém onze qualificações profissionais japonesas: corretor imobiliário licenciado (Takken), Master certificado em consultoria imobiliária, gestor licenciado de condomínios, supervisor licenciado de gestão predial, profissional certificado em gestão de locação, gyōseishoshi (advogado administrativo), responsável certificado pela proteção de dados pessoais, gerente de prevenção de incêndio classe A, especialista certificado em imóveis arrematados em leilão, engenheiro certificado em manutenção de condomínios e supervisor licenciado de operações de crédito.

  • Corretor imobiliário licenciado (Takken)
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