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Problemas de ruído em imóveis alugados: como agir quando o andar de cima faz barulho

Para inquilinos incomodados com o barulho do andar de cima, este guia explica os tipos de ruído, como medi-los, o procedimento para consultar a empresa de gestão de propriedades e medidas de isolamento acústico que podem ser adotadas em casa sem agravar o problema.

Última atualização: Leitura de cerca de 2 min

Entre as pessoas que vivem em imóveis para aluguel, muitas enfrentam o incômodo do barulho vindo do andar de cima. Embora seja inevitável haver algum nível de ruído cotidiano, sons excessivamente altos ou barulhos durante a madrugada podem causar estresse e até afetar a saúde devido à falta de sono. Neste artigo, explicamos em detalhes o problema de ruído em imóveis para aluguel e as formas corretas de agir e os cuidados necessários quando o andar de cima faz muito barulho. Na segunda metade, também apresentamos maneiras de reduzir o ruído dentro do seu próprio quarto.

O que é o problema de ruído em imóveis para aluguel? Que tipos de som se tornam um transtorno?

Há muitos casos em que os ruídos cotidianos do andar de cima acabam causando conflitos. Vamos conferir os principais tipos de barulho.

  • Passos e correria: O som de crianças correndo ou pulando repercute no andar de baixo. Ruídos do cotidiano no início da manhã, de quem voltou do turno da noite, também tendem a gerar problemas.
  • Vozes e choro noturno: Choro de bebê durante a noite, festas e discussões na madrugada costumam ser percebidos como incômodos.
  • Televisão e música: Sons graves se propagam para o andar inferior em forma de vibração, por isso nem fones de ouvido nem tampões conseguem bloquear totalmente.
  • Som de mover objetos: O ruído de arrastar móveis ou o impacto seco de colocar cargas pesadas no chão repercute com facilidade.
  • Ruídos de equipamentos e exercícios: Vibrações de elevadores e bombas de água, assim como exercícios feitos dentro de casa, também podem ser fontes de ruído.

O que fazer primeiro quando o andar de cima está fazendo muito barulho?

Ao perceber o ruído, reclamar diretamente com a outra parte de imediato pode aumentar o risco de agravar o problema. Siga os passos abaixo.

  1. Verifique a origem do som: Às vezes, a causa não está exatamente acima, mas em um apartamento na diagonal superior. Fazer uma reclamação com base em uma suposição pode criar problemas desnecessários.
  2. Registre as ocorrências: Anote "quando, de onde e que tipo de som é" e organize dados objetivos.
  3. Meça com um medidor de ruído: Em geral, considera-se que 70 dB ou mais já é "barulhento". Esses dados objetivos ajudam a explicar a situação à administradora.
  4. Confirme com os vizinhos: Se outras pessoas também estiverem incomodadas, a reclamação à administradora ganha mais força.
  5. Consulte a administradora ou o condomínio: O procedimento básico é agir por meio da administradora, por exemplo com avisos afixados ou contato direto.

Que medidas de isolamento acústico você pode adotar por conta própria?

Ao mesmo tempo em que consulta a administradora, tomar medidas dentro do próprio quarto também pode reduzir o estresse.

  • Tampões de ouvido e abafadores: São eficazes para ruídos simples, como passos durante o sono. É uma opção que pode ser testada rapidamente e sem grande custo.
  • Cortinas acústicas e painéis de absorção sonora: Reduzem a entrada de som por janelas e paredes. As cortinas acústicas também ajudam no isolamento térmico.
  • Tapetes acústicos e pisos em placas: Colocados no chão, ajudam a absorver sons de impacto. Também são úteis para evitar que o som do seu próprio quarto vaze.
  • Máquina de ruído branco: Ao reproduzir um som ambiente constante, o barulho tende a incomodar menos.

Como evitar que você mesmo seja a causa do barulho?

Também é importante pensar na situação inversa e verificar se os sons produzidos por você ou pelas crianças não estão incomodando o morador do andar de baixo.

  • Colocar carpete espesso ou tapetes acústicos
  • Evitar usar máquina de lavar e aspirador durante a madrugada
  • Pedir às crianças que evitem correr dentro de casa
  • Reduzir o volume da televisão e da música à noite

Quando os moradores agem com consideração mútua, a convivência em residências coletivas se torna mais confortável.

O que fazer se ainda assim o problema não for resolvido?

Se não houver melhora mesmo após consultar a administradora, vale considerar os próximos passos.

  • Solicitação formal ao condomínio: No caso de condomínios, é possível seguir um procedimento formal por meio da administração condominial.
  • Mediação de ruído e medidas legais: Em casos graves, é possível consultar um advogado e considerar mediação ou ação judicial.
  • Avaliar a mudança de endereço: Em alguns casos, mudar de ambiente pode ser a forma mais rápida de resolver o problema.

Perguntas frequentes (FAQ)

P. Posso reclamar diretamente com o morador do andar de cima?
R. Em princípio, a abordagem deve ser feita primeiro por meio da administradora. Negociar diretamente aumenta o risco de o problema evoluir para um conflito.
P. Onde posso conseguir um medidor de ruído?
R. É possível comprar em home centers e lojas online por cerca de 2.000 a 10.000 ienes. Aplicativos de medidor de ruído para smartphone também podem ser usados para medições simples.
P. A partir de quantos dB algo passa a ser considerado "ruído"?
R. Em geral, 70 dB ou mais é considerado um nível percebido como barulhento. Como referência, o som de um aspirador de pó fica em torno de 70 dB, e o de um piano em torno de 80 dB.
P. O que devo fazer se a administradora não tomar providências?
R. Se não houver melhora mesmo após várias solicitações, considere consultar um advogado ou um órgão de defesa do consumidor.
Daisuke Inazawa, President & CEO of INA&Associates Inc.

Autor

Presidente e CEOINA&Associates Inc.

Presidente e CEO da INA&Associates Inc. Lidera a corretagem imobiliária, a locação e a gestão de imóveis na Grande Tóquio e na região de Kansai. Especializado em estratégia de investimento em imóveis de renda e consultoria para investidores de alto patrimônio.

Daisuke Inazawa é presidente e CEO da INA&Associates Inc., uma empresa imobiliária japonesa com sede em Osaka e filial em Tóquio. Ele lidera os três negócios centrais da companhia — corretagem imobiliária, locação e gestão de propriedades — na Grande Tóquio e na região de Kansai.

Suas áreas de especialização incluem estratégia de investimento em imóveis geradores de renda, otimização de rentabilidade em operações de locação, consultoria imobiliária para investidores de altíssimo patrimônio (UHNWI) e investidores institucionais, além de investimento imobiliário transfronteiriço. Presta consultoria de longo prazo, baseada em dados, a investidores no Japão e no exterior.

Sob a filosofia de gestão «o ativo mais importante de uma empresa são as suas pessoas», ele posiciona a INA&Associates como uma «empresa de investimento em capital humano» e está comprometido com a criação sustentável de valor corporativo por meio do desenvolvimento de talentos. Como executivo, também se manifesta publicamente sobre liderança e cultura organizacional em tempos de mudança.

Obteve onze qualificações profissionais japonesas: corretor imobiliário licenciado (Takken), Master certificado em consultoria imobiliária, gestor licenciado de condomínios, supervisor licenciado de gestão predial, profissional certificado em gestão de locação, gyōseishoshi (advogado administrativo), responsável certificado pela proteção de dados pessoais, gerente de prevenção de incêndio classe A, especialista certificado em imóveis arrematados em leilão, engenheiro certificado em manutenção de condomínios e supervisor licenciado de operações de crédito.

  • Corretor imobiliário licenciado (Takken)
  • Master certificado em consultoria imobiliária
  • Gestor licenciado de condomínios
  • Supervisor licenciado de gestão predial
  • Profissional certificado em gestão de locação
  • Gyōseishoshi (advogado administrativo)
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  • Gerente de prevenção de incêndio classe A
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  • Supervisor licenciado de operações de crédito