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COLUMN

Por que a gestão de vacância em imóveis para aluguel é importante: riscos e medidas práticas

Negligenciar a gestão de unidades vazias em imóveis para aluguel pode causar mau cheiro, mofo e pragas. Este artigo explica a importância da gestão de vacância e apresenta medidas práticas para proprietários.

Última atualização: Leitura de cerca de 2 min

Em imóveis para locação, após a saída do locatário anterior, é inevitável haver um período de vacância até encontrar o próximo inquilino. Alguns proprietários pensam que, por o imóvel já ter sido restaurado e estar em boas condições, basta deixá-lo como está, mas se a gestão da unidade vaga for negligenciada, há o risco de a deterioração do imóvel avançar rapidamente. Neste artigo, explicamos a importância da gestão de vacância e as medidas concretas que devem ser adotadas.

Que tipo de deterioração pode ocorrer quando a gestão da vacância é negligenciada?

Em unidades sem moradores, podem surgir os seguintes sinais de deterioração.

Ocorrência de mau cheiro

Quando não há moradores, o ar interno deixa de se renovar e surgem odores desagradáveis. Principalmente quando a água do sifão dos ralos e encanamentos evapora, o cheiro vindo do esgoto pode subir para dentro do imóvel. Cozinha, lavatório e vaso sanitário são áreas especialmente suscetíveis.

Problemas nas instalações hidráulicas

Quando a água deixa de circular, a água remanescente na tubulação pode gerar odores. Ralo da máquina de lavar, parte inferior do lavatório e junções da tubulação exigem atenção especial.

Formação de mofo

Em ambientes sem ventilação, o mofo presente no ar se prolifera ao reagir à umidade. O mofo pode surgir mesmo em locais que foram restaurados e limpos, dependendo do ambiente, e, se for deixado sem tratamento, provoca mau cheiro e deterioração dos materiais de construção.

Entrada de pragas

Quando a água do sifão evapora, pragas como baratas podem entrar no imóvel pela tubulação. Esse problema pode ser evitado quando há moradores, mas tende a se agravar em unidades vagas.

Acúmulo de poeira e sujeira

Mesmo em um imóvel sem circulação de pessoas, a poeira se acumula. Se for deixado assim por muito tempo, a impressão durante as visitas piora significativamente, o que pode levar potenciais interessados a desistirem da locação.

Por que um imóvel vazio se deteriora?

É importante compreender as causas fundamentais que levam à deterioração durante a vacância.

Falta de ventilação

A principal causa da deterioração do imóvel é a falta de ventilação. Com moradores, a abertura e o fechamento de portas e o uso da água acontecem naturalmente no dia a dia, mas, na vacância, isso deixa de ocorrer e o ar interno fica estagnado. O acúmulo de umidade provoca mofo e mau cheiro.

Interrupção da circulação de água

Quando a água deixa de ser usada, a água dos sifões evapora e a sujeira dentro da tubulação se fixa. Se não houver circulação periódica de água, a deterioração da tubulação também avança.

Ausência de inspeções de rotina

Vazamentos e falhas em equipamentos, que seriam percebidos rapidamente por moradores, tendem a ser descobertos tarde em unidades vagas. Em muitos casos, quando o problema é identificado, os custos de reparo já aumentaram consideravelmente.

Que medidas concretas devem ser tomadas na gestão da vacância?

Vamos organizar os itens de gestão que devem ser executados durante o período de vacância.

Ventilação periódica

Abra as janelas e ventile o imóvel de 1 a 2 vezes por mês. Uma ventilação de cerca de 30 minutos a 1 hora ajuda a prevenir mofo e mau cheiro.

Circulação de água

Abra todas as torneiras e reabasteça os sifões com água. Ao fazer a circulação de água por cerca de 1 minuto em cada ponto, de 1 a 2 vezes por mês, é possível evitar a ocorrência de odores e a deterioração da tubulação.

Limpeza e inspeção

  • Remoção de poeira e limpeza úmida do piso
  • Verificação das condições das áreas molhadas
  • Inspeção de mofo nas esquadrias das janelas
  • Verificação do funcionamento dos equipamentos (ar-condicionado, aquecedor de água etc.)

Terceirização para uma administradora

Se for difícil fazer a gestão periódica por conta própria, também é eficaz terceirizar a gestão da unidade vaga para uma administradora confiável. Com inspeções periódicas realizadas por profissionais, é possível manter o imóvel em boas condições.

Como tornar a gestão da vacância mais eficiente?

Para proprietários que possuem vários imóveis, é necessária uma forma de gestão mais eficiente.

Criação de um checklist de gestão

Liste itens como ventilação, circulação de água, limpeza e inspeção de equipamentos, e crie um sistema para registrar as datas de execução.

Uso de dispositivos IoT

Ao adotar sensores de temperatura e umidade ou sistemas de ventilação com controle remoto, é possível gerenciar o ambiente interno sem precisar ir até o imóvel.

Perguntas frequentes (FAQ)

Q. Com que frequência a gestão da vacância deve ser feita?

De 1 a 2 vezes por mês é uma boa referência. Como a umidade aumenta no período chuvoso e no verão, recomendamos elevar a frequência nessas épocas.

Q. Se a gestão da vacância for negligenciada, quanto pode custar o reparo?

Se os danos causados por mofo ou pragas se espalharem, em alguns casos os custos de reparo podem chegar à casa de dezenas de milhares de reais. A forma mais eficiente em termos de custo é prevenir com uma gestão periódica.

Q. Qual é a faixa de custo para contratar uma administradora para a gestão da vacância?

Em geral, varia de alguns milhares de ienes a cerca de 10 mil ienes por mês. Como o valor muda conforme o escopo do serviço, recomendamos solicitar orçamentos a várias empresas.

Daisuke Inazawa, President & CEO of INA&Associates Inc.

Autor

Presidente e CEOINA&Associates Inc.

Presidente e CEO da INA&Associates Inc. Lidera a corretagem imobiliária, a locação e a gestão de imóveis na Grande Tóquio e na região de Kansai. Especializado em estratégia de investimento em imóveis de renda e consultoria para investidores de alto patrimônio.

Daisuke Inazawa é presidente e CEO da INA&Associates Inc., uma empresa imobiliária japonesa com sede em Osaka e filial em Tóquio. Ele lidera os três negócios centrais da companhia — corretagem imobiliária, locação e gestão de propriedades — na Grande Tóquio e na região de Kansai.

Suas áreas de especialização incluem estratégia de investimento em imóveis geradores de renda, otimização de rentabilidade em operações de locação, consultoria imobiliária para investidores de altíssimo patrimônio (UHNWI) e investidores institucionais, além de investimento imobiliário transfronteiriço. Presta consultoria de longo prazo, baseada em dados, a investidores no Japão e no exterior.

Sob a filosofia de gestão «o ativo mais importante de uma empresa são as suas pessoas», ele posiciona a INA&Associates como uma «empresa de investimento em capital humano» e está comprometido com a criação sustentável de valor corporativo por meio do desenvolvimento de talentos. Como executivo, também se manifesta publicamente sobre liderança e cultura organizacional em tempos de mudança.

Obteve onze qualificações profissionais japonesas: corretor imobiliário licenciado (Takken), Master certificado em consultoria imobiliária, gestor licenciado de condomínios, supervisor licenciado de gestão predial, profissional certificado em gestão de locação, gyōseishoshi (advogado administrativo), responsável certificado pela proteção de dados pessoais, gerente de prevenção de incêndio classe A, especialista certificado em imóveis arrematados em leilão, engenheiro certificado em manutenção de condomínios e supervisor licenciado de operações de crédito.

  • Corretor imobiliário licenciado (Takken)
  • Master certificado em consultoria imobiliária
  • Gestor licenciado de condomínios
  • Supervisor licenciado de gestão predial
  • Profissional certificado em gestão de locação
  • Gyōseishoshi (advogado administrativo)
  • Responsável certificado pela proteção de dados pessoais
  • Gerente de prevenção de incêndio classe A
  • Especialista certificado em imóveis arrematados
  • Engenheiro certificado em manutenção de condomínios
  • Supervisor licenciado de operações de crédito