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[Proprietários] Guia Completo de Vistoria Pré-Locação: Prevenção de Problemas e Preservação do Patrimônio

Um guia sobre a vistoria de entrada no mercado de locação japonês: o que checar no imóvel e nos equipamentos, o cronograma de eletricidade, gás e água, e o que investidores estrangeiros precisam saber sobre o genjō-kaifuku.

Última atualização: Leitura de cerca de 7 min

A vistoria de entrada de um imóvel alugado no Japão pode parecer só mais um detalhe burocrático, mas é ela que define o conforto do dia a dia e evita boa parte dos conflitos na hora da saída. É natural querer entrar direto com as caixas de mudança assim que as chaves chegam às mãos. Mas o momento em que o apartamento ainda está vazio, antes da entrada dos móveis, é a única oportunidade de registrar de forma objetiva os arranhões, as manchas e os eventuais defeitos dos equipamentos.

Na INA&Associates, administramos imóveis próprios no Japão e vemos, na prática, o quanto uma vistoria cuidadosa na entrada reduz disputas no momento da saída. Este artigo é, antes de tudo, um retrato de uma prática bastante formalizada no mercado imobiliário japonês — mais estruturada, em geral, do que a vistoria de entrada costuma ser em boa parte do mercado de locação residencial no Brasil, onde o laudo muitas vezes é simplificado ou assinado às pressas no dia da entrega das chaves. Organizamos aqui o passo a passo tanto do ponto de vista de quem aluga quanto do proprietário e da administradora, pensando em investidores e leitores brasileiros que avaliam ou já possuem imóveis para locação no Japão.

Por que a vistoria de entrada é tão importante

O objetivo da vistoria de entrada pode ser resumido em dois pontos. O primeiro é confirmar que todos os equipamentos funcionam corretamente. O segundo é registrar o estado inicial do imóvel. São objetivos de naturezas diferentes, mas os dois trazem tranquilidade para todo o período da locação.

  1. Verificação do funcionamento dos equipamentos: se algum equipamento não funciona desde o primeiro dia, a rotina do inquilino é prejudicada. Identificar o problema antes da mudança permite solicitar o reparo por conta do proprietário de forma tranquila.
  2. Registro do estado do imóvel: a maior parte das disputas sobre a restauração do imóvel na saída se resume a uma única pergunta: “esse arranhão já existia antes da entrada?”. Ter o estado inicial documentado como prova protege as duas partes.

Preparar uma planilha de vistoria de entrada, conferida e assinada tanto pelo proprietário (ou administradora) quanto pelo inquilino, reduz consideravelmente o risco de conflito na saída. Diferentemente de mercados onde a vistoria de entrada costuma ser um formulário simples — ou até dispensada na prática —, no Japão esse documento tende a ter peso concreto caso haja disputa mais adiante. Acreditamos que a confiança não se constrói depois, mas sim a partir do primeiro registro.

A relação com as diretrizes de restauração do imóvel

Quanto aos custos na saída, o documento “Diretrizes e Disputas sobre a Restauração do Imóvel” (原状回復をめぐるトラブルとガイドライン), publicado pelo 国土交通省 (Ministério da Terra, Infraestrutura, Transporte e Turismo, MLIT), é a referência prática mais usada no mercado japonês para o chamado genjō-kaifuku (原状回復, literalmente “restauração ao estado original”, o conjunto de regras sobre quem paga o quê quando o inquilino devolve o imóvel). Essa é uma particularidade bem japonesa: existe uma diretriz nacional, sem força de lei mas amplamente seguida no mercado, que estabelece o princípio de que o desgaste natural pelo uso comum e a deterioração por envelhecimento são responsabilidade do proprietário, enquanto danos causados por dolo, negligência ou descumprimento do dever de cuidado do inquilino ficam a cargo de quem aluga. Para um leitor brasileiro, a diferença é relevante: aqui, esse tipo de critério costuma depender mais do que está escrito no contrato de locação e de negociação caso a caso, sem uma diretriz nacional de referência tão detalhada quanto a japonesa. A vistoria de entrada é o ponto de partida para aplicar essa distinção com base em fatos objetivos — sem registro, a linha divisória vira discussão de “quem disse o quê”, o que é justamente o tipo de risco que um investidor estrangeiro quer evitar ao operar um imóvel à distância.

O cronograma completo antes da entrada

A preparação para a entrada não se resolve só no dia em que as chaves são entregues. Algumas providências de infraestrutura precisam de agendamento prévio, e por isso é essencial pensar de trás para frente. Organizamos abaixo um cronograma aproximado.

Prazo aproximadoO que fazerResponsável
1 mês antes da entradaSolicitar a instalação de internet (se houver necessidade de obra)Inquilino
2 semanas antes da entradaSolicitar o início do fornecimento de eletricidade e contratar a empresa de mudançaInquilino
1 semana antes da entradaAvisar o início do fornecimento de água e agendar o acompanhamento para a abertura do gásInquilino
Dia da entrada (antes de entrar com os móveis)Vistoria do imóvel e dos equipamentos, fotos, acompanhamento da abertura do gásInquilino e administradora
Até 7 dias após a entradaDevolução da planilha de vistoria e relato de qualquer problema adicional identificadoInquilino

O ponto mais importante é concluir a vistoria do imóvel antes de trazer móveis e caixas. Quando o chão e as paredes ficam cobertos por objetos, fica impossível confirmar arranhões pré-existentes. Se possível, reserve de 30 minutos a 1 hora, no próprio dia da mudança, antes da chegada da equipe de transporte, só para essa conferência.

Checklist de entrada: o imóvel

Comecemos pela estrutura do imóvel em si. Como arranhões e manchas costumam gerar discussões do tipo “existia ou não existia”, além do registro por escrito é indispensável guardar fotos.

Item de verificaçãoO que checarComo registrar
Paredes e tetoArranhões, manchas, papel de parede descolando, furos de prego, sinais de mofoFoto + planilha de vistoria
PisoArranhões, amassados, manchas, rangidos, partes soltasFoto + planilha de vistoria
Janelas e esquadriasFuncionamento de abrir/fechar, travamento, telas rasgadas, marcas de condensaçãoTeste de funcionamento + foto
Portas e batentesFuncionamento de abrir/fechar, arranhões, empenamento, ruído ao encostarTeste de funcionamento + foto
Armários e closetsFixação das prateleiras, funcionamento de portas e trilhos, umidade ou mofoTeste de funcionamento + foto
VarandaRachaduras no piso, ralo entupido, corrimão frouxoFoto

Dicas para o registro

O ideal é combinar fotos de “conjunto” e de “close”. Primeiro, fotografe cada cômodo a partir de quatro ângulos diferentes para registrar a visão geral; depois, faça close-ups dos arranhões e manchas que chamaram atenção. Organizar a ordem das fotos por cômodo facilita muito identificar depois onde exatamente cada imagem foi tirada. Documentar abertamente os defeitos já existentes — em vez de tentar esconder — é o que, no fim das contas, protege o próprio inquilino.

Checklist de entrada: os equipamentos

Em seguida vêm os equipamentos. Aqui não basta olhar: é indispensável realmente testar o funcionamento. As verificações que dependem de eletricidade ou água corrente só podem ser feitas depois que essas redes estiverem ativas.

  • Cozinha: vazamento na torneira, acendimento e apagamento do fogão, funcionamento do exaustor, umidade ou cheiro embaixo da pia
  • Banheiro (box/banheira): temperatura e vazão do chuveiro e da torneira, escoamento da água, funcionamento do exaustor, função de reaquecimento da banheira, mofo nas vedações
  • Vaso sanitário: descarga e vedação da água, funcionamento do assento com bidê aquecido (washlet), vazamentos na caixa e nas conexões do washlet
  • Pia do banheiro: funcionamento da torneira, escoamento da água, estado do espelho e da iluminação, movimento das portas do armário
  • Aquecedor de água: se a água quenta sai normalmente e se não há mensagens de erro no painel
  • Ar-condicionado: saída de ar frio e quente, ruídos ou cheiros estranhos, pilha e resposta do controle remoto
  • Iluminação e interruptores: acendimento de todos os interruptores, ausência de piscadas ou oscilação
  • Tomadas: energia em todos os pontos, ausência de folga ou marcas de queima
  • Interfone: funcionamento da chamada, resposta e imagem do monitor
  • Detector de incêndio: som de teste ao apertar o botão, posição de instalação e estado da pilha

Se encontrar algum problema, não é preciso se preocupar mesmo que o equipamento fique temporariamente fora de uso. Basta enviar fotos e avisar a administradora — o reparo costuma ficar por conta do proprietário. Comunicar um defeito logo no início não é reclamação, é o primeiro passo para uma boa relação com quem administra o imóvel.

Providências de infraestrutura antes da entrada

Eletricidade, gás, água e internet têm fluxos e prazos diferentes entre si. O gás, em particular, exige acompanhamento presencial para a abertura — não é algo que se possa simplesmente “ligar” no dia da entrada. Reservar o horário com antecedência é essencial.

Esse acompanhamento obrigatório para a abertura do gás (ガス開栓の立会い, gas kaisen no tachiai) costuma surpreender quem vem de fora: no Brasil, onde o gás encanado é menos comum e o botijão é resolvido por conta própria, não existe um equivalente direto a esse agendamento com técnico da concessionária dentro do imóvel. Para quem administra um imóvel à distância no Japão, isso significa que o calendário de entrada do inquilino precisa considerar, desde cedo, a disponibilidade de horário da concessionária de gás — especialmente em períodos de alta demanda, como o início do ano fiscal japonês em abril.

InfraestruturaPrazo aproximadoAcompanhamento presencialObservações
EletricidadeSolicitar o início até 2 semanas antes da entradaEm geral, não é necessárioCom medidor inteligente, costuma ser resolvido só pela internet ou por telefone
GásAgendar a abertura até 1 semana antes da entradaNecessárioA concessionária muda conforme seja gás encanado (city gas) ou GLP; em períodos de pico, os horários se esgotam rápido
ÁguaAvisar o início até 1 semana antes da entradaEm geral, não é necessárioContato com o departamento municipal de água ou com a concessionária designada
InternetSolicitar 1 mês antes, se houver obra necessáriaPode ser necessário no dia da obraConfirme antes com a administradora qual tipo de linha o prédio já possui

As concessionárias e os procedimentos variam conforme a região e a infraestrutura do imóvel. Antes de fechar os contratos, vale confirmar com a administradora “qual é o tipo de gás atendido” e “qual linha de internet já está disponível no prédio” — isso evita retrabalho. Como os planos e tarifas variam por operadora e por região, este artigo não traz valores específicos: confirme as condições atualizadas diretamente no momento da contratação.

O que proprietários e administradoras devem preparar antes da entrada

Até aqui, o foco esteve principalmente no ponto de vista de quem aluga. Mas um bom começo de locação também depende da preparação de quem administra o imóvel. Listamos abaixo os itens que sempre observamos na nossa própria gestão de imóveis antes de cada entrada.

  1. Realização da limpeza profissional (hausu kurīningu) e conferência do resultado no local
  2. Verificação do funcionamento dos equipamentos (especialmente aquecedor de água, ar-condicionado e torneiras, que afetam diretamente o dia a dia)
  3. Troca da fechadura (eliminando o risco de segurança de uma cópia de chave do inquilino anterior)
  4. Preparação da planilha de vistoria de entrada e dos documentos de orientação ao novo morador
  5. Limpeza das áreas comuns e divulgação das regras de descarte de lixo

A lógica da troca de fechadura

A troca de fechadura (鍵交換, kagi kōkan) é um ponto central de segurança. Como nunca dá para eliminar totalmente a possibilidade de o inquilino anterior ter feito uma cópia da chave, o ideal é trocar a fechadura a cada nova entrada. É uma prática bem mais padronizada no Japão do que no Brasil, onde a troca de fechadura entre locações costuma ficar a critério do proprietário e nem sempre acontece de forma automática. Quem paga pela troca e se ela é obrigatória varia conforme as condições do contrato, mas mantemos uma posição clara: não abrimos mão da parte que afeta diretamente a segurança do inquilino. Para um investidor estrangeiro, esse tipo de padrão operacional é também um diferencial competitivo — é a segurança percebida pelo morador que sustenta um imóvel bem avaliado e ocupado no longo prazo.

Por que a vistoria de entrada faz toda diferença na saída

O valor da vistoria de entrada aparece com mais clareza justamente no momento da saída. No acerto de contas do genjō-kaifuku, proprietário e inquilino precisam decidir “de quem é a responsabilidade por este desgaste”. E é aqui que o registro feito na entrada se torna a referência decisiva.

Se, na entrada, ficou registrado com foto que “já havia um arranhão de atrito no canto inferior direito da parede”, esse mesmo dano não pode ser cobrado do inquilino na saída. Sem esse registro, por outro lado, fica difícil distinguir entre desgaste natural e dano causado pelo inquilino, e a negociação tende a ficar desconfortável para os dois lados. Para mais detalhes sobre as regras de custeio na saída, veja também Como evitar disputas sobre a restauração do imóvel? Regras de custeio e diretrizes na saída, explicadas.

A planilha de vistoria e as fotos devem ser guardadas até que o acerto de contas da saída esteja concluído. Na prática, recomendamos manter esses registros por um período adicional mesmo depois do acerto: dívidas entre particulares têm prazo de prescrição no Japão, e isso é justamente o que justifica guardar a documentação para eventuais consultas futuras.

A visão da INA&Associates: vistoria não é desconfiança, é um projeto de confiança

A vistoria de entrada pode parecer, à primeira vista, um procedimento em que proprietário e inquilino se colocam em guarda um contra o outro. Mas enxergamos exatamente o contrário. Compartilhar os mesmos fatos desde o início é o que evita desconfianças mais adiante e constrói a base da relação de confiança entre as partes.

Na INA&Associates, valorizamos comunicar com honestidade também as desvantagens e os fatos desconfortáveis. Registrar e compartilhar abertamente arranhões existentes e o desgaste dos equipamentos, sem esconder nada, é o que permite ao morador viver com tranquilidade por mais tempo — e, como consequência, preserva também o valor do imóvel. Não poupar esforço no curto prazo é o que gera confiança no longo prazo: entendemos a vistoria de entrada como a expressão prática desse princípio.

Resumo

A vistoria de entrada é uma etapa que garante, ao mesmo tempo, um começo confortável de moradia e a prevenção de conflitos na saída. Reunimos os pontos principais a seguir.

  • Antes de trazer os móveis, registre o imóvel e os equipamentos com fotos
  • Organize as providências de infraestrutura de trás para frente e não esqueça o acompanhamento para a abertura do gás
  • Não esconda nenhum problema: comunique a administradora o quanto antes
  • Do lado do proprietário, garanta limpeza, verificação de equipamentos e troca de fechadura
  • Guarde a planilha de vistoria até a conclusão do acerto de contas na saída

Se você administra ou investe em imóveis para locação, confira também todos os nossos artigos. Um primeiro passo cuidadoso na entrada constrói uma relação de locação mais tranquila para proprietários e inquilinos.

Perguntas frequentes

A vistoria de entrada é feita pela administradora ou pelo inquilino?

O ideal é que administradora (ou proprietário) e inquilino façam a conferência juntos, presencialmente. Quando é difícil combinar um horário comum, o formato mais usual é entregar a planilha ao inquilino e pedir que ele relate qualquer ponto de atenção em até 7 dias após a entrada. Em qualquer um dos casos, o essencial é manter o registro e compartilhá-lo entre as duas partes.

Como devo tirar as fotos antes da entrada?

Fotografe cada cômodo a partir de quatro ângulos para ter a visão geral, além de closes dos equipamentos e de qualquer arranhão ou mancha. Para garantir que a data da foto possa ser confirmada depois, recomendamos manter os metadados (EXIF) da imagem ou usar um modo de captura que grave a data na própria foto. Também vale fazer backup em nuvem para maior segurança.

Por quanto tempo devo guardar a planilha de vistoria?

É indispensável guardá-la pelo menos até a conclusão do acerto de contas do genjō-kaifuku, após a saída do inquilino. Na prática, recomendamos mantê-la por um período adicional mesmo depois do acerto, já que dívidas entre particulares têm prazo de prescrição no Japão e o registro pode ser útil para consultas ou confirmações posteriores.

Um defeito encontrado depois da entrada fica por conta do inquilino?

Defeitos que já existiam antes da entrada, ou falhas de equipamento decorrentes do uso normal, são, em princípio, reparados por conta do proprietário. No entanto, quanto mais tarde o problema for relatado, mais difícil fica distinguir se ele é anterior à entrada ou surgiu depois. Assim que perceber qualquer problema, envie fotos e avise a administradora o quanto antes.

Daisuke Inazawa, President & CEO of INA&Associates Inc.

Autor

Presidente e CEOINA&Associates Inc.

Presidente e CEO da INA&Associates Inc. Lidera a corretagem imobiliária, a locação e a gestão de imóveis na Grande Tóquio e na região de Kansai. Especializado em estratégia de investimento em imóveis de renda e consultoria para investidores de alto patrimônio.

Daisuke Inazawa é presidente e CEO da INA&Associates Inc., uma empresa imobiliária japonesa com sede em Osaka e filial em Tóquio. Ele lidera os três negócios centrais da companhia — corretagem imobiliária, locação e gestão de propriedades — na Grande Tóquio e na região de Kansai.

Suas áreas de especialização incluem estratégia de investimento em imóveis geradores de renda, otimização de rentabilidade em operações de locação, consultoria imobiliária para investidores de altíssimo patrimônio (UHNWI) e investidores institucionais, além de investimento imobiliário transfronteiriço. Presta consultoria de longo prazo, baseada em dados, a investidores no Japão e no exterior.

Sob a filosofia de gestão «o ativo mais importante de uma empresa são as suas pessoas», ele posiciona a INA&Associates como uma «empresa de investimento em capital humano» e está comprometido com a criação sustentável de valor corporativo por meio do desenvolvimento de talentos. Como executivo, também se manifesta publicamente sobre liderança e cultura organizacional em tempos de mudança.

Obteve onze qualificações profissionais japonesas: corretor imobiliário licenciado (Takken), Master certificado em consultoria imobiliária, gestor licenciado de condomínios, supervisor licenciado de gestão predial, profissional certificado em gestão de locação, gyōseishoshi (advogado administrativo), responsável certificado pela proteção de dados pessoais, gerente de prevenção de incêndio classe A, especialista certificado em imóveis arrematados em leilão, engenheiro certificado em manutenção de condomínios e supervisor licenciado de operações de crédito.

  • Corretor imobiliário licenciado (Takken)
  • Master certificado em consultoria imobiliária
  • Gestor licenciado de condomínios
  • Supervisor licenciado de gestão predial
  • Profissional certificado em gestão de locação
  • Gyōseishoshi (advogado administrativo)
  • Responsável certificado pela proteção de dados pessoais
  • Gerente de prevenção de incêndio classe A
  • Especialista certificado em imóveis arrematados
  • Engenheiro certificado em manutenção de condomínios
  • Supervisor licenciado de operações de crédito