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Guia de substituição de iluminação em imóveis para locação | Procedimentos e pontos de atendimento ao inquilino que gestores precisam conhecer

Explicamos as regras e os procedimentos para substituição de iluminação em imóveis para locação sob a ótica da gestão. Apresentamos conhecimentos práticos que devem orientar o atendimento ao inquilino, incluindo casos que exigem autorização, situações em que a troca pelo próprio morador é permitida e o tratamento no momento da desocupação.

Última atualização: Leitura de cerca de 3 min

No trabalho de gestão de imóveis para locação, problemas e consultas sobre substituição de iluminação surgem no dia a dia. Para responder com fluidez quando o inquilino pergunta "posso trocar a iluminação?", é necessário compreender de forma sistemática os tipos de luminárias, os métodos de instalação e as regras de restauração ao estado original.

Quais são os tipos de luminárias mais usados em imóveis para locação?

Como responsável pela gestão, convém conhecer os seis principais tipos de luminárias a seguir.

Luminária de teto

Luminária redonda instalada na parte central do teto, sendo o formato de iluminação mais comum em apartamentos e condomínios residenciais. Muitas são compatíveis com encaixe de teto, e há muitos casos em que o próprio inquilino pode fazer a substituição.

Luminária pendente

Modelo suspenso a partir do teto. É comum em quartos de tatame de apartamentos antigos. Hoje há uma grande variedade de designs, inclusive modelos adequados para a sala de estar, e por isso é uma das luminárias cuja troca os inquilinos mais costumam solicitar.

Arandela

Tipo fixado diretamente em parede ou coluna. Costuma ser usado como iluminação auxiliar em corredores. Como é instalada diretamente na parede, a nova instalação em imóveis para locação exige cautela do ponto de vista da restauração ao estado original.

Downlight

Tipo embutido no teto. É comum em espaços pequenos, como entradas e corredores. Como a substituição ou remoção exige reforma no teto, a orientação é que, em princípio, o inquilino não pode fazer a troca por conta própria.

Spot de luz

Tipo voltado a iluminar um ponto específico. É comum em imóveis de design. Se for do tipo de piso, o inquilino pode utilizá-lo livremente.

Lustre

Como tem peso elevado, em muitos casos a instalação e a substituição exigem uma empresa especializada. Se o inquilino quiser fazer a troca por conta própria, também é necessário confirmar as condições sob o ponto de vista da segurança.

Métodos de instalação das luminárias: qual é a diferença entre fixação direta e encaixe?

O método de instalação é uma informação importante para decidir se a troca da iluminação é permitida.

Tipo com encaixe de teto

Método em que o plugue da luminária é encaixado no soquete de teto, permitindo a substituição pelo próprio inquilino. O limite de carga difere entre o encaixe simples (máximo de 5 kg) e o soquete reforçado (máximo de 10 kg).

Tipo de fixação direta

O cabo de fiação sai diretamente do teto, e a intervenção exige qualificação profissional em instalações elétricas. Oriente o inquilino de que a troca por conta própria não é permitida e informe que será necessário acionar um prestador especializado. O custo médio para substituição de um modelo de fixação direta gira em torno de 8.000 a 15.000 ienes.

Como proceder quando o inquilino consulta sobre a troca da iluminação?

É importante organizar o fluxo de atendimento como responsável pela gestão.

Casos em que a troca da iluminação é permitida

  • Não havia luminária instalada no momento da entrada no imóvel (o inquilino providencia e instala)
  • O proprietário já concedeu autorização para remoção ou substituição
  • Há encaixe de teto instalado e a troca será por uma luminária dentro do limite de carga

Casos em que a troca da iluminação não é permitida

  • O contrato ou o regulamento de gestão proíbe a substituição da iluminação
  • Não foi possível obter autorização do proprietário para a troca
  • Trata-se de modelo de fixação direta e a intervenção exige qualificação profissional em instalações elétricas

Como tratar as luminárias no momento da desocupação?

No momento da desocupação, a regra é restaurar o imóvel à condição anterior à locação. As luminárias substituídas pelo inquilino precisam ser removidas, e a luminária original deve ser recolocada. No entanto, se o proprietário concordar com a substituição por uma peça nova, pode haver casos em que ela possa permanecer no imóvel.

Lâmpadas e fluorescentes são geralmente tratadas como itens consumíveis; por isso, mesmo que estejam queimadas no momento da desocupação, em muitos casos o custo fica a cargo do proprietário (consulte as diretrizes do Ministério da Terra, Infraestrutura, Transporte e Turismo sobre restauração ao estado original).

Para estruturar regras de atendimento ao inquilino na gestão de imóveis para locação, é indispensável compreender os fundamentos das diretrizes de restauração ao estado original. Além disso, para entender a visão geral do sistema de gestão, também vale consultar a estrutura operacional que torna possível zerar cancelamentos de contratos de gestão.

Perguntas frequentes (FAQ)

P. Se o inquilino trocar a iluminação sem autorização, como devemos proceder no momento da desocupação?

No momento da desocupação, é possível solicitar que o imóvel seja devolvido ao estado original. No entanto, quanto à responsabilidade pelos custos de restauração, convém consultar as diretrizes do Ministério sobre restauração ao estado original e explicar a situação ao inquilino com cuidado, prevenindo conflitos.

P. Quando a lâmpada da luminária queima, quem deve arcar com o custo?

Em geral, lâmpadas e fluorescentes são itens consumíveis e ficam a cargo do inquilino, mas, se queimarem logo após a entrada no imóvel, há casos em que o custo pode ser assumido pelo proprietário. Registrar isso claramente no contrato ajuda a prevenir conflitos.

P. O inquilino pode converter um downlight para LED por conta própria?

Se o downlight existente usar soquete do tipo E26 ou E17, por exemplo, é possível fazer a troca apenas da lâmpada por uma versão LED. No entanto, se a substituição envolver a troca da luminária inteira, será necessária qualificação profissional em instalações elétricas, além de confirmação prévia com o proprietário.

P. Quando a troca da iluminação é permitida, é necessário um termo de autorização?

Não é obrigatório, mas recomendamos registrar o conteúdo da autorização por escrito (inclusive por e-mail), e não apenas de forma verbal. Isso contribui para evitar problemas no momento da desocupação.

Daisuke Inazawa, President & CEO of INA&Associates Inc.

Autor

Presidente e CEOINA&Associates Inc.

Presidente e CEO da INA&Associates Inc. Lidera a corretagem imobiliária, a locação e a gestão de imóveis na Grande Tóquio e na região de Kansai. Especializado em estratégia de investimento em imóveis de renda e consultoria para investidores de alto patrimônio.

Daisuke Inazawa é presidente e CEO da INA&Associates Inc., uma empresa imobiliária japonesa com sede em Osaka e filial em Tóquio. Ele lidera os três negócios centrais da companhia — corretagem imobiliária, locação e gestão de propriedades — na Grande Tóquio e na região de Kansai.

Suas áreas de especialização incluem estratégia de investimento em imóveis geradores de renda, otimização de rentabilidade em operações de locação, consultoria imobiliária para investidores de altíssimo patrimônio (UHNWI) e investidores institucionais, além de investimento imobiliário transfronteiriço. Presta consultoria de longo prazo, baseada em dados, a investidores no Japão e no exterior.

Sob a filosofia de gestão «o ativo mais importante de uma empresa são as suas pessoas», ele posiciona a INA&Associates como uma «empresa de investimento em capital humano» e está comprometido com a criação sustentável de valor corporativo por meio do desenvolvimento de talentos. Como executivo, também se manifesta publicamente sobre liderança e cultura organizacional em tempos de mudança.

Obteve onze qualificações profissionais japonesas: corretor imobiliário licenciado (Takken), Master certificado em consultoria imobiliária, gestor licenciado de condomínios, supervisor licenciado de gestão predial, profissional certificado em gestão de locação, gyōseishoshi (advogado administrativo), responsável certificado pela proteção de dados pessoais, gerente de prevenção de incêndio classe A, especialista certificado em imóveis arrematados em leilão, engenheiro certificado em manutenção de condomínios e supervisor licenciado de operações de crédito.

  • Corretor imobiliário licenciado (Takken)
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