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Análise abrangente da demanda imobiliária inbound de Osaka após a Expo | Estratégia de investimento às vésperas do IR

Análise do estado real e das perspectivas de médio prazo da demanda imobiliária inbound em Osaka após a Expo Osaka-Kansai. Com base em dados da Agência de Turismo do Japão, tendências de preços de terrenos e previsões de abertura do IR.

Última atualização: Leitura de cerca de 8 min

Em 13 de outubro de 2025, encerrou-se, após 184 dias, a Expo Osaka-Kansai 2025. A demanda turística internacional que aqueceu o mercado durante o evento — o chamado boom "inbound" — como se transformou depois do encerramento? Com base nas estatísticas mais recentes da Agência de Turismo do Japão e em dados de valor de terreno, organizamos a seguir a real situação do mercado imobiliário de Osaka no pós-Expo, além das perspectivas de médio prazo diante da inauguração do IR (resort integrado, na sigla em inglês) prevista para 2030.

Como se comportou a demanda inbound de Osaka depois do encerramento da Expo?

A Expo Osaka-Kansai foi realizada na ilha artificial de Yumeshima, de 13 de abril a 13 de outubro de 2025, recebendo cerca de 28,2 milhões de visitantes (estimativa). Desses, aproximadamente 3,5 milhões eram visitantes internacionais — cerca de 12% do total —, e a taxa de ocupação hoteleira na cidade de Osaka chegou a subir cerca de 20% em relação ao mesmo período do ano anterior durante o período do evento (abril a junho), segundo levantamento da Inbound Holdings.

Muita gente temia que a demanda desabasse assim que a Expo terminasse. Mas os dados reais mostram justamente o contrário: uma trajetória bastante consistente. Segundo a "Pesquisa de Tendências de Consumo Inbound — ano-calendário de 2025 (dado preliminar)", divulgada pela Agência de Turismo do Japão em 21 de janeiro de 2026, o gasto total dos turistas estrangeiros no Japão em 2025 somou 9,4559 trilhões de ienes (alta de 16,4% em relação ao ano anterior), o maior valor já registrado em um ano-calendário.

Mais relevante ainda são os números do período pós-Expo, entre outubro e dezembro de 2025. A mesma pesquisa mostra que o gasto nesse trimestre somou 2,533 trilhões de ienes (alta de 10,3% em relação ao mesmo período do ano anterior) — ou seja, o crescimento de quase dois dígitos continuou mesmo depois do encerramento do evento. O gasto médio por visitante também se manteve firme, em 229 mil ienes (alta de 0,9%), o que contraria a lógica simples de que "sem a Expo, os turistas estrangeiros também desapareceriam".

O que os dados revelam sobre o mercado imobiliário inbound do "pós-Expo"?

O efeito Expo também aparece nos preços de terreno.

No valor oficial de terrenos (公示地価) de 2025, as áreas comerciais da região metropolitana de Osaka subiram 6,7% em relação ao ano anterior, e as áreas industriais, 7,3%. Na região de Konohana-ku (ao redor de Yumeshima), sede do recinto da Expo, o valor de terreno industrial saltou 17,1% — um salto muito acima da média.

Já no valor oficial de terrenos de 2026, a média das áreas comerciais da Prefeitura de Osaka ampliou ainda mais a alta, para 8,46% em relação ao ano anterior. É importante registrar, porém, que esse número representa a média de toda a Prefeitura de Osaka, e não especificamente as áreas de Yumeshima e Konohana-ku. É preciso ter em mente que, entre o risco de queda de demanda pelo fim do evento e a expectativa de sustentação trazida pelo desenvolvimento do IR (tratado mais adiante), diferentes regiões vêm mostrando temperaturas bem distintas.

Como já discutimos em o impacto do aumento de moradores estrangeiros sobre o mercado imobiliário urbano, o crescimento do turismo internacional não se limita ao consumo turístico: ele se converte diretamente em demanda imobiliária, na forma de mais moradores estrangeiros e mais residentes de longa permanência. Em Osaka essa tendência é particularmente clara — o número de contratos de apartamentos com serviço (service apartments) chegou a subir 750% durante o período da Expo, na comparação com janeiro do mesmo ano (levantamento da Unito, abril de 2025), o que ilustra bem esse movimento.

Luz e sombra na demanda de hospedagem e locação: quem se beneficia e onde estão os riscos de ajuste?

A explosão de demanda por hotéis e apartamentos com serviço, e o risco pós-encerramento

Durante o período da Expo, os hotéis da cidade de Osaka mantiveram a maior taxa de ocupação do país, na casa dos 80%. Muitos empreendimentos novos e ampliações foram abertos justamente para captar a demanda inbound, o que gerou um salto expressivo na oferta. O ponto de atenção é o que acontece depois do encerramento. Para as instalações de hospedagem voltadas especificamente ao público internacional, é esperado que a demanda se ajuste para baixo em relação ao pico do período do evento. Ainda assim, como vimos, o consumo turístico continuou crescendo na comparação anual mesmo após o encerramento — trata-se mais de uma "normalização" do que de um colapso abrupto.

O maior risco, na verdade, está do lado dos operadores que investiram de forma excessiva apostando exclusivamente na demanda extraordinária da Expo. É provável que aumente o número de empreendimentos colocados à venda por dificuldade de manter a taxa de ocupação necessária para sustentar o investimento. Por outro lado, esse movimento também cria oportunidades de aquisição a preços mais convidativos para quem tem caixa e visão de médio prazo — um padrão parecido com o de ciclos de superoferta hoteleira observados em cidades brasileiras após grandes eventos.

Permanência de longa duração e empresas estrangeiras: o novo pilar da demanda

Um ponto que merece atenção é a "mudança qualitativa" da demanda inbound. Com a Expo como catalisador, acelerou-se a entrada e a abertura de filiais de empresas estrangeiras em Osaka, o que trouxe à tona, de forma bem concreta, a demanda de executivos e de público de alta renda por estadias de longa duração. Além das instalações voltadas ao turista de curto prazo, cresce de forma consistente a demanda por apartamentos com serviço para permanência de meses ou anos, e por locações residenciais de alto padrão.

Não é à toa que redes hoteleiras de luxo estrangeiras, como a Waldorf Astoria, vêm anunciando, uma atrás da outra, planos de entrada em Osaka. Essas marcas encaram a Expo como um "ponto de passagem", e sua estratégia de instalação já mira o potencial de longo prazo trazido pela inauguração do IR e pela extensão da linha de trem-bala Linear Chūō Shinkansen.

Como também abordamos em o avanço do investimento imobiliário de alto padrão por estrangeiros de alta renda no Japão — o pano de fundo da valorização das tower mansions e a estratégia de investimento, essa mudança qualitativa do público inbound — do turismo de curto prazo para a permanência de longa duração, o público de alta renda e o executivo estrangeiro — é uma tendência observada em todo o Japão, mas Osaka está em uma posição particularmente favorável para capturar esse benefício.

Yumeshima e o IR: por que a inauguração de 2030 deve transformar o mercado imobiliário?

Para entender o mercado imobiliário de Osaka no pós-Expo, é impossível deixar de fora o projeto do IR (resort integrado).

Em 24 de abril de 2025, a Prefeitura de Osaka anunciou oficialmente o início das obras e a cerimônia de lançamento da pedra fundamental do MGM Osaka (nome provisório). O investimento total é estimado em 1,513 trilhão de ienes (posição de setembro de 2025), com inauguração prevista para o outono (boreal) de 2030.

O impacto econômico esperado com a operação do IR é considerável. A projeção de visitantes anuais é de cerca de 20 milhões, com faturamento estimado em torno de 520 bilhões de ienes; segundo estimativas da própria Prefeitura de Osaka, só a fase de construção deve gerar um impacto econômico de aproximadamente 1,9 trilhão de ienes e 140 mil empregos. Após a inauguração, o impacto econômico anual estimado é de cerca de 1,1 trilhão de ienes, com mais de 90 mil empregos — uma escala completamente diferente da de um "evento pontual" como a Expo: trata-se do nascimento de um motor econômico permanente.

Yumeshima, que sediou a Expo, está se transformando em um "polo permanente de captação inbound" na forma do IR. A demanda imobiliária na região da orla e de Konohana-ku deve voltar a subir de patamar rumo a 2030. É bem possível que justamente o "período de vazio" entre o encerramento da Expo e a inauguração do IR funcione como a janela ideal de preparação para investidores atentos — de forma parecida com quem compra cedo em uma área beneficiada por uma futura outorga onerosa do direito de construir prevista no plano diretor de uma cidade brasileira, antes que o potencial completo do projeto esteja precificado.

Beyond EXPO: qual é o grande desenho urbano de Osaka rumo a uma cidade turística internacional?

A Prefeitura e a Cidade de Osaka formularam a estratégia de crescimento pós-Expo batizada de "Beyond EXPO 2025", estruturada em torno de três pilares até 2030: consolidação como cidade turística internacional, formação de um polo de startups e transição para a neutralidade de carbono (fonte: Cidade de Osaka, "14ª Reunião do Escritório de Promoção da Segunda Capital — Material 2", 13 de setembro de 2024).

Estratégias específicas por região também avançam. O Grand Green Osaka, na área de Umekita, é um complexo de usos mistos que teve abertura antecipada em setembro de 2024 e vem atraindo atenção nacional e internacional. Regiões já consolidadas, como Namba, Tennoji e Shin-Osaka, também estão reforçando sua infraestrutura de recepção ao público internacional — o fortalecimento não fica restrito a Yumeshima, mas se espalha por toda a cidade de Osaka como polo internacional.

Quanto à extensão do trem-bala Linear Chūō Shinkansen até Osaka, o cronograma ainda é incerto, por razões políticas e orçamentárias. Não é possível afirmar hoje "quando" essa extensão vai se concretizar, mas, uma vez realizada, seu impacto regional será enorme, e ela segue sendo um dos fatores que sustentam o potencial de longo prazo de Osaka.

Em os conceitos urbanísticos por trás do desenvolvimento de Umekita, em Osaka, e seu impacto, detalhamos como a reurbanização de Umekita vem transformando a marca urbana de Osaka; vale a pena conferir também esse conteúdo.

Três pontos que os proprietários devem observar agora

Com base nos dados do pós-Expo e nas perspectivas de médio prazo, organizamos a seguir três temas prioritários para proprietários de imóveis na região de Osaka e Kansai.

① Não perder as oportunidades de investimento de médio e longo prazo nas áreas ao redor do IR (Yumeshima, Konohana-ku e orla)

Faltam cerca de quatro anos para a inauguração do IR (previsão para o outono de 2030). O período de ajuste de demanda pós-Expo tende a ser justamente o momento em que surgem oportunidades de aquisição a preços mais convidativos. Ainda assim, como o cronograma de desenvolvimento e as regras de uso do solo variam bastante conforme a região, é essencial acompanhar de perto as decisões do poder público antes de investir. Mais do que uma visão de curto prazo, o que importa é escolher imóveis com base na demanda projetada para depois de 2030.

② Reavaliar a estratégia de saída para imóveis de perfil inbound de curto prazo

Instalações voltadas ao turista de curto prazo, erguidas com foco na Expo, correm o risco de queda na taxa de ocupação após o encerramento do evento. Para esse tipo de imóvel, vale antecipar a decisão entre "manter a operação como está", "fazer mudança de uso ou reforma para agregar valor" ou "vender e realocar o capital" — uma avaliação feita com antecedência ajuda a minimizar eventuais perdas. O que se pede aqui não é pressa, mas um planejamento de cenários frio e bem calculado.

③ Antecipar decisões de investimento voltadas à agregação de valor (locatários corporativos estrangeiros e atendimento a estadias longas)

A mudança qualitativa da demanda inbound já é clara. Executivos estrangeiros e público de alta renda em estadia de longa duração tendem a pagar tíquete médio mais alto e de forma mais estável do que o turista de curto prazo. Investir em conversão para apartamentos com serviço, reforço de atendimento multilíngue e instalações de alto padrão são medidas que elevam a "qualidade" da receita — e este é justamente o momento certo para dar esse passo, já que a mudança de demanda está evidente.

A visão da INA: em vez de "lamentar o pós-Expo", olhar para a "véspera do IR"

Depois do encerramento da Expo, ouve-se aqui e ali a opinião de que "o mercado imobiliário de Osaka acabou". Mas, na minha avaliação, essa leitura enxerga o problema com um horizonte de tempo curto demais.

É um fato relevante que o consumo inbound tenha se mantido em alta na comparação anual mesmo após o encerramento da Expo. Somando isso ao fato de que o valor oficial de terrenos de 2026 mostrou nova alta em toda a Prefeitura de Osaka, e à existência de um projeto de grande porte já confirmado — o início das obras do IR —, não há como sustentar que o mercado imobiliário de Osaka esteja em uma "fase de declínio". Ao contrário: entendo que ele está em pleno processo de fortalecer sua base estrutural de demanda.

A inauguração do IR em 2030 não é apenas o nascimento de um cassino. Com a chegada de um motor permanente capaz de atrair cerca de 20 milhões de visitantes por ano a Yumeshima, uma demanda sustentável se instala em todos os setores — hospedagem, comércio, moradia e escritórios. Depois que a "festa" da Expo terminar, entendo que começa o "dia a dia" da consolidação impulsionada pelo IR, por Umekita e por toda a região do Kansai.

Nem vender às pressas, nem manter a carteira parada por inércia: agora é o momento de reorganizar o portfólio de forma estratégica, com os olhos voltados para 2030. Mais do que "lamentar o pós-Expo", quero estar ao lado de proprietários com visão de longo prazo, capazes de não deixar escapar o momento certo de se preparar para a "véspera do IR" — e é justamente nesse lugar que a INA quer estar.

Conclusão

  • Mesmo após o encerramento da Expo, o gasto de turistas estrangeiros no Japão se manteve em alta na comparação anual (outubro a dezembro de 2025: +10,3%)
  • No valor oficial de terrenos de 2026, a média das áreas comerciais da Prefeitura de Osaka ampliou a alta para +8,46%. É preciso atenção às diferenças de temperatura entre regiões
  • A demanda inbound está passando por uma mudança qualitativa: do turismo de curto prazo para a permanência de longa duração, o público de alta renda e o executivo estrangeiro
  • O IR (MGM Osaka) teve as obras iniciadas em abril de 2025. Com inauguração prevista para o outono de 2030, deve nascer um motor permanente de captação de cerca de 20 milhões de visitantes por ano
  • Sob a estratégia "Beyond EXPO 2025" da Prefeitura e da Cidade de Osaka, avança uma transformação urbana multifacetada em Umekita, Namba e na região da orla
  • O período de ajuste pós-Expo pode ser encarado como uma boa oportunidade de preparação estratégica voltada à inauguração do IR

Perguntas frequentes (FAQ)

P1. Depois do encerramento da Expo Osaka-Kansai, a demanda inbound desabou?

Não houve colapso. Segundo dados da Agência de Turismo do Japão, o gasto de turistas estrangeiros no período pós-Expo (outubro a dezembro de 2025) se manteve firme, com alta de 10,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. Houve, sim, uma acomodação em relação ao pico do período do evento, mas a tendência inbound de médio e longo prazo permanece sustentada.

P2. Os imóveis ao redor de Yumeshima vão perder valor depois da Expo?

Existe risco de ajuste de demanda no curto prazo, mas, com a inauguração do IR (MGM Osaka) — cujas obras começaram em abril de 2025 — prevista para o outono de 2030, um motor permanente de captação de visitantes deve nascer em Yumeshima. Ainda que o período entre o encerramento da Expo e a inauguração do IR seja uma fase de ajuste, espera-se valorização de médio e longo prazo com os olhos voltados para depois da inauguração. É importante decidir com um horizonte de tempo que não se deixe levar pela oscilação de curto prazo do mercado.

P3. Como proprietário, que ação devo tomar agora?

Recomenda-se, primeiro, reavaliar se o uso e o público-alvo do imóvel que você já possui combinam com a mudança qualitativa da demanda inbound. Para instalações voltadas ao turista de curto prazo, vale reconsiderar a estratégia de saída; para imóveis residenciais e de longa permanência, este é um bom momento para reforçar o atendimento multilíngue e os serviços oferecidos. Ao considerar novos investimentos na região ao redor do IR, avalie com cuidado o cronograma de desenvolvimento e o planejamento financeiro antes de decidir.

P4. Na região de Osaka, quais áreas merecem atenção especial no pós-Expo?

Yumeshima, Konohana-ku e a orla, onde avança a construção do IR, são regiões de destaque no médio e longo prazo. Além disso, a região de Umekita (Grand Green Osaka) e os arredores de Shin-Osaka também vêm atraindo o interesse de investidores, como áreas com expectativa de aumento de demanda de executivos estrangeiros e público de alta renda. Como o ritmo de desenvolvimento e as regras de uso do solo variam por região, é indispensável uma análise individual apoiada em informações administrativas atualizadas.

Fontes e referências

Daisuke Inazawa, President & CEO of INA&Associates Inc.

Autor

Presidente e CEOINA&Associates Inc.

Presidente e CEO da INA&Associates Inc. Lidera a corretagem imobiliária, a locação e a gestão de imóveis na Grande Tóquio e na região de Kansai. Especializado em estratégia de investimento em imóveis de renda e consultoria para investidores de alto patrimônio.

Daisuke Inazawa é presidente e CEO da INA&Associates Inc., uma empresa imobiliária japonesa com sede em Osaka e filial em Tóquio. Ele lidera os três negócios centrais da companhia — corretagem imobiliária, locação e gestão de propriedades — na Grande Tóquio e na região de Kansai.

Suas áreas de especialização incluem estratégia de investimento em imóveis geradores de renda, otimização de rentabilidade em operações de locação, consultoria imobiliária para investidores de altíssimo patrimônio (UHNWI) e investidores institucionais, além de investimento imobiliário transfronteiriço. Presta consultoria de longo prazo, baseada em dados, a investidores no Japão e no exterior.

Sob a filosofia de gestão «o ativo mais importante de uma empresa são as suas pessoas», ele posiciona a INA&Associates como uma «empresa de investimento em capital humano» e está comprometido com a criação sustentável de valor corporativo por meio do desenvolvimento de talentos. Como executivo, também se manifesta publicamente sobre liderança e cultura organizacional em tempos de mudança.

Obteve onze qualificações profissionais japonesas: corretor imobiliário licenciado (Takken), Master certificado em consultoria imobiliária, gestor licenciado de condomínios, supervisor licenciado de gestão predial, profissional certificado em gestão de locação, gyōseishoshi (advogado administrativo), responsável certificado pela proteção de dados pessoais, gerente de prevenção de incêndio classe A, especialista certificado em imóveis arrematados em leilão, engenheiro certificado em manutenção de condomínios e supervisor licenciado de operações de crédito.

  • Corretor imobiliário licenciado (Takken)
  • Master certificado em consultoria imobiliária
  • Gestor licenciado de condomínios
  • Supervisor licenciado de gestão predial
  • Profissional certificado em gestão de locação
  • Gyōseishoshi (advogado administrativo)
  • Responsável certificado pela proteção de dados pessoais
  • Gerente de prevenção de incêndio classe A
  • Especialista certificado em imóveis arrematados
  • Engenheiro certificado em manutenção de condomínios
  • Supervisor licenciado de operações de crédito