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Vantagens e desvantagens de morar em andares altos de apartamento: qual nivel e ideal?

Este artigo detalha as vantagens e desvantagens de morar em andares altos de apartamento, em geral a partir do sexto andar. Aborda beneficios como seguranca, vista e iluminacao, assim como pontos negativos como aluguel, risco sismico e pressao da agua.

Última atualização: Leitura de cerca de 2 min

Um ponto que tende a ser negligenciado na escolha de um apartamento em condomínio é a seleção do "andar". Mesmo com a mesma planta, aluguel, vista, conforto e segurança mudam significativamente dependendo do andar em que se mora. Neste artigo, explicamos em detalhes desde a definição de andares altos até as características, vantagens e desvantagens de cada faixa de andares.

A partir de qual andar um apartamento é considerado em andar alto?

No setor imobiliário, em geral costuma-se chamar de "andares altos" os andares a partir do 6º ao 10º, mas não há uma definição clara. No caso de edifícios superaltos com 20 andares ou mais (torres residenciais), em alguns casos os andares 30 a 35 são considerados pisos de vista elevada, e os andares 36 ou superiores são tratados como uma área de altíssimo padrão. A classificação mais comum é: andares baixos (1º a 4º), andares médios (5º a 9º), andares altos (10º andar ou mais) e cobertura.

Como variam os perfis indicados conforme o andar?

Pessoas para quem os andares baixos (1º a 4º) são indicados

São indicados para quem deseja reduzir custos, para quem considera incômodo esperar o elevador e para quem quer evacuar rapidamente em caso de desastre. Entre as vantagens, estão o menor aluguel e preço de compra, além de menor carga física para pernas e coluna.

Pessoas para quem os andares altos (6º a 10º ou mais) são indicados

São indicados para quem valoriza um ambiente silencioso, privacidade e vista. O ruído dos carros e os olhares de pedestres deixam de incomodar, e são especialmente populares entre mulheres que moram sozinhas.

Pessoas para quem a cobertura é indicada

É a melhor opção para quem valoriza a preservação do valor patrimonial e para quem busca um espaço fora do comum. A cobertura costuma ser vantajosa também no momento da desocupação ou da venda, e vem chamando atenção inclusive para fins de investimento sem premissa de posse de longo prazo.

6 vantagens de morar em andares altos

  • Maior segurança: a invasão pelas janelas é difícil e o risco de furto é menor
  • Vista melhor: é possível apreciar fogos de artifício, paisagem noturna e mais a partir da varanda
  • Menos ruído externo: sons de carros e conversas chegam com menos intensidade, proporcionando uma vida mais tranquila
  • Sem preocupação com olhares externos: é possível viver com mais abertura, até sem cortinas durante o dia
  • Menor entrada de insetos: considera-se que mosquitos e moscas não conseguem voar até andares altos por conta própria
  • Boa iluminação natural e ventilação: mesmo voltado para o norte, em muitos casos o interior permanece claro

5 desvantagens de morar em andares altos

  • Aluguel e preço de compra mais altos: mesmo com a mesma planta, quanto mais alto o andar, maior tende a ser o valor
  • Espera mais longa pelo elevador: em caso de desastre, o uso das escadas passa a ser indispensável
  • A incidência solar pode ser forte demais: no verão, a eficiência do ar-condicionado tende a cair
  • O balanço em terremotos é maior: mesmo em estruturas com amortecimento ou resistência sísmica, quanto mais alto, mais o movimento tende a ser sentido
  • A pressão da água pode ser menor: em condomínios com sistema de abastecimento por gravidade, isso deve ser confirmado

Perguntas frequentes (FAQ)

Q1. A partir de qual andar um apartamento é chamado de "andar alto"?

Como prática do setor, os andares a partir do 6º ao 10º costumam ser considerados andares altos, mas não existe uma definição legal. A posição relativa também muda conforme o número total de andares do edifício.

Q2. Morar em andares altos é seguro em caso de terremoto?

Em condomínios com estruturas modernas de resistência e amortecimento sísmico, o risco de colapso é baixo, mas quanto mais alto o andar, maior é a sensação do balanço. Por isso, é especialmente importante fixar os móveis e manter suprimentos de emergência.

Q3. Qual é a diferença de aluguel entre andares altos e baixos?

Ao comparar unidades do mesmo condomínio e com a mesma planta, é comum haver uma diferença de cerca de 0,5% a 2% a cada andar acima. Isso varia conforme o imóvel e a localização.

Q4. A cobertura realmente tem maior valor patrimonial?

Em geral, a cobertura tende a preservar melhor seu valor patrimonial e também a fechar negócio com mais facilidade no mercado de usados. No entanto, isso depende muito das condições de administração do imóvel e da localização.

Daisuke Inazawa, President & CEO of INA&Associates Inc.

Autor

Presidente e CEOINA&Associates Inc.

Presidente e CEO da INA&Associates Inc. Lidera a corretagem imobiliária, a locação e a gestão de imóveis na Grande Tóquio e na região de Kansai. Especializado em estratégia de investimento em imóveis de renda e consultoria para investidores de alto patrimônio.

Daisuke Inazawa é presidente e CEO da INA&Associates Inc., uma empresa imobiliária japonesa com sede em Osaka e filial em Tóquio. Ele lidera os três negócios centrais da companhia — corretagem imobiliária, locação e gestão de propriedades — na Grande Tóquio e na região de Kansai.

Suas áreas de especialização incluem estratégia de investimento em imóveis geradores de renda, otimização de rentabilidade em operações de locação, consultoria imobiliária para investidores de altíssimo patrimônio (UHNWI) e investidores institucionais, além de investimento imobiliário transfronteiriço. Presta consultoria de longo prazo, baseada em dados, a investidores no Japão e no exterior.

Sob a filosofia de gestão «o ativo mais importante de uma empresa são as suas pessoas», ele posiciona a INA&Associates como uma «empresa de investimento em capital humano» e está comprometido com a criação sustentável de valor corporativo por meio do desenvolvimento de talentos. Como executivo, também se manifesta publicamente sobre liderança e cultura organizacional em tempos de mudança.

Obteve onze qualificações profissionais japonesas: corretor imobiliário licenciado (Takken), Master certificado em consultoria imobiliária, gestor licenciado de condomínios, supervisor licenciado de gestão predial, profissional certificado em gestão de locação, gyōseishoshi (advogado administrativo), responsável certificado pela proteção de dados pessoais, gerente de prevenção de incêndio classe A, especialista certificado em imóveis arrematados em leilão, engenheiro certificado em manutenção de condomínios e supervisor licenciado de operações de crédito.

  • Corretor imobiliário licenciado (Takken)
  • Master certificado em consultoria imobiliária
  • Gestor licenciado de condomínios
  • Supervisor licenciado de gestão predial
  • Profissional certificado em gestão de locação
  • Gyōseishoshi (advogado administrativo)
  • Responsável certificado pela proteção de dados pessoais
  • Gerente de prevenção de incêndio classe A
  • Especialista certificado em imóveis arrematados
  • Engenheiro certificado em manutenção de condomínios
  • Supervisor licenciado de operações de crédito