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Causas e soluções para problemas de odores em condomínios|Medidas preventivas contra cheiro de esgoto e mau cheiro que administradoras devem conhecer

Explicamos as causas dos odores e maus cheiros em condomínios (tubulações de esgoto, animais de estimação, cigarro etc.) e como agir. Também resumimos os riscos de desvalorização do imóvel quando o problema é negligenciado e as medidas preventivas que administradoras e proprietários devem adotar.

Última atualização: Leitura de cerca de 3 min

Problemas de odores em condomínios estão entre as reclamações mais frequentes dos moradores. Como a identificação da causa costuma ser difícil e, se o problema for deixado sem solução, pode evoluir para danos à saúde, queda no valor do imóvel e conflitos entre moradores, administradoras e proprietários precisam ter conhecimento para agir com rapidez.

Quais são as principais causas de odores em condomínios?

O método de resposta varia conforme o tipo de odor. Identificar a causa com precisão é o primeiro passo para solucionar o problema.

Anormalidades em áreas molhadas e tubulações de drenagem

A causa mais comum de mau cheiro é o cheiro de esgoto. Em muitos casos, o problema decorre de falhas no sifão ou na tubulação de drenagem de banheiros, áreas de banho e cozinhas; quando ocorre a perda do fecho hídrico em razão de longa vacância ou entupimento e danos na tubulação, o mau cheiro pode entrar no ambiente interno. Há também casos em que o odor vindo das instalações de drenagem dos corredores comuns penetra nas unidades.

Falhas na gestão do lixo e das áreas de descarte

O descarte inadequado de lixo orgânico e a limpeza insuficiente das áreas comuns de descarte fazem com que o mau cheiro se intensifique especialmente no verão e no período chuvoso. Em imóveis com descarte de lixo 24 horas por dia, a frequência de gestão aumenta e exige atenção. Isso também pode se tornar foco de moscas pequenas e baratas.

Odor de animais de estimação, cigarro e comida

O odor corporal e de excrementos decorrente da criação de animais de estimação tende a se tornar crônico, e o fato de as partes envolvidas terem dificuldade de percebê-lo é um problema. Como o cigarro também traz riscos à saúde, tende a gerar conflitos, e transformar o imóvel em um empreendimento sem fumo é uma solução estrutural. Para o proprietário, uma medida importante é deixar claras as condições sobre permissão ou proibição de animais de estimação e as regras de gestão.

Restaurantes vizinhos e assédio

Odores vindos de estabelecimentos externos, como churrascarias, não são responsabilidade do morador e, em muitos casos, são difíceis de resolver de forma estrutural. Quando um odor persistente não se resolve por longo período, também é necessário investigar considerando a possibilidade de assédio por parte de moradores da vizinhança.

O odor mais comum é o “cheiro de esgoto” — causas e soluções

Verificação do funcionamento do sifão (fecho hídrico)

O fecho hídrico é a água que permanece constantemente no sifão e tem a função essencial de impedir o retorno do cheiro de esgoto. Em áreas molhadas que não são usadas por longos períodos, é comum ocorrer a perda do fecho hídrico, e em muitos casos o problema melhora apenas deixando a água correr. Em imóveis com longa vacância, é indispensável verificar todos os pontos de água antes da ocupação.

Limpeza de ralos e tubulações de drenagem

Sujeira lodosa no ralo, ausência de sifão tipo copo e entupimento da tubulação de drenagem estão entre as principais origens do cheiro de esgoto. Um ponto importante de gestão é orientar a consulta ao condomínio ou a empresas especializadas e evitar que pessoas sem qualificação façam a limpeza da tubulação, pois há risco de danificar os canos.

Danos e vazamentos na tubulação de drenagem

Rachaduras na tubulação de drenagem ou danos causados por terremotos podem se tornar casos graves, nos quais o odor impregna paredes e pilares. Se o cheiro de esgoto surgir após um terremoto, é necessário providenciar com urgência uma inspeção por empresa especializada.

Riscos de deixar odores sem solução

Deixar odores sem solução traz dois riscos graves. Primeiro, danos à saúde dos moradores causados por cheiro de amônia, cheiro de cigarro e semelhantes, como perda de apetite, dor de cabeça e estresse mental. Segundo, se um odor for constatado na avaliação para venda, podem ocorrer negociações com forte redução de preço e recuo de compradores, resultando em queda no valor do imóvel. A detecção e a resposta precoces protegem o patrimônio do proprietário.

Perguntas frequentes (FAQ)

Q1. Quando há cheiro de esgoto em um condomínio, o morador consegue resolver por conta própria?

A. Se a causa for a perda do fecho hídrico, o problema pode melhorar apenas deixando a água correr. A sujeira no ralo pode ser limpa pelo próprio morador com bicarbonato de sódio e ácido cítrico. No entanto, em caso de entupimento ou dano na tubulação de drenagem, consulte uma empresa especializada ou o condomínio.

Q2. O odor causado por animais de estimação é reparado às custas do locatário na desocupação?

A. Se o odor característico de animais de estimação estiver impregnado no piso ou nas paredes, há alta probabilidade de que seja considerado dano além do desgaste normal e fique a cargo do locatário. Deixar isso expresso em cláusula específica antes da ocupação ajuda a evitar conflitos.

Q3. Como prevenir problemas de odor causados por cigarro?

A. A medida estrutural é estabelecer claramente no regulamento de gestão e no contrato de locação que se trata de um imóvel sem fumo. Após a saída de um fumante, a limpeza do papel de parede e do ar-condicionado é indispensável.

Q4. Ao vender um imóvel com odor, qual é o impacto no preço?

A. Se o odor for constatado na vistoria local, ele pode se tornar motivo para negociação de redução de preço ou recuo de compradores. Identificar e eliminar a causa antes da venda contribui para maximizar o valor de venda.

Q5. Quais são os pontos de gestão para prevenir odores em imóveis com longa vacância?

A. Realize ventilação periódica cerca de uma vez por mês, circulação de água em todos os pontos hidráulicos e verificação dos ralos. Utilizar um serviço de gestão de unidades vagas aumenta a confiabilidade desse controle.

Daisuke Inazawa, President & CEO of INA&Associates Inc.

Autor

Presidente e CEOINA&Associates Inc.

Presidente e CEO da INA&Associates Inc. Lidera a corretagem imobiliária, a locação e a gestão de imóveis na Grande Tóquio e na região de Kansai. Especializado em estratégia de investimento em imóveis de renda e consultoria para investidores de alto patrimônio.

Daisuke Inazawa é presidente e CEO da INA&Associates Inc., uma empresa imobiliária japonesa com sede em Osaka e filial em Tóquio. Ele lidera os três negócios centrais da companhia — corretagem imobiliária, locação e gestão de propriedades — na Grande Tóquio e na região de Kansai.

Suas áreas de especialização incluem estratégia de investimento em imóveis geradores de renda, otimização de rentabilidade em operações de locação, consultoria imobiliária para investidores de altíssimo patrimônio (UHNWI) e investidores institucionais, além de investimento imobiliário transfronteiriço. Presta consultoria de longo prazo, baseada em dados, a investidores no Japão e no exterior.

Sob a filosofia de gestão «o ativo mais importante de uma empresa são as suas pessoas», ele posiciona a INA&Associates como uma «empresa de investimento em capital humano» e está comprometido com a criação sustentável de valor corporativo por meio do desenvolvimento de talentos. Como executivo, também se manifesta publicamente sobre liderança e cultura organizacional em tempos de mudança.

Obteve onze qualificações profissionais japonesas: corretor imobiliário licenciado (Takken), Master certificado em consultoria imobiliária, gestor licenciado de condomínios, supervisor licenciado de gestão predial, profissional certificado em gestão de locação, gyōseishoshi (advogado administrativo), responsável certificado pela proteção de dados pessoais, gerente de prevenção de incêndio classe A, especialista certificado em imóveis arrematados em leilão, engenheiro certificado em manutenção de condomínios e supervisor licenciado de operações de crédito.

  • Corretor imobiliário licenciado (Takken)
  • Master certificado em consultoria imobiliária
  • Gestor licenciado de condomínios
  • Supervisor licenciado de gestão predial
  • Profissional certificado em gestão de locação
  • Gyōseishoshi (advogado administrativo)
  • Responsável certificado pela proteção de dados pessoais
  • Gerente de prevenção de incêndio classe A
  • Especialista certificado em imóveis arrematados
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  • Supervisor licenciado de operações de crédito