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10 pontos para evitar falhas na avaliação de condomínios | Guia de leitura essencial para investidores e proprietários

Explica métodos de avaliação de condomínios e 10 pontos-chave de avaliação. Cobre diferenças entre avaliações de escritório e visita.

Leitura de cerca de 2 min

Para maximizar o lucro com a venda de um apartamento, é indispensável compreender previamente o mecanismo da avaliação e os pontos avaliados. O valor da avaliação pode variar muito conforme a imobiliária, e a diferença pode chegar a vários milhões de ienes. Este artigo, dirigido a investidores e proprietários, explica a escolha do método de avaliação, os 10 pontos avaliados e a importância de pedir orçamentos a várias empresas.

Quais são os dois tipos de avaliação de apartamentos?

Existem dois tipos de avaliação: a «avaliação de gabinete» e a «avaliação presencial», sendo importante usá-las conforme o objetivo.

O que é a avaliação de gabinete (avaliação simplificada)?

É um método que calcula o valor sem visitar o imóvel, com base em casos de venda e fechamento de imóveis semelhantes da região e em dados de mercado. Como é gratuita e rápida, é adequada para a investigação inicial ao comparar avaliações de várias empresas.

O que é a avaliação presencial (avaliação detalhada)?

A imobiliária visita o local e verifica em detalhe o estado dos cômodos, as condições de localização, os limites, as infraestruturas, as normas antissísmicas, o ruído etc. Se quiser saber o valor exato de venda, a avaliação presencial é indispensável. Após a avaliação, também é possível receber um relatório de avaliação.

Os 10 pontos valorizados na avaliação de um apartamento

Os elementos a seguir determinam o valor da avaliação.

1. Localização e distância até a estação mais próxima

A localização é o elemento mais importante na avaliação. A distância até a estação mais próxima, a linha e o entorno fazem variar muito o valor da avaliação.

2. Orientação e andar

Quanto mais voltado para o sul e mais alto o andar, maior tende a ser a avaliação. No entanto, quando há vaga de garagem ou jardim privativo no térreo, há exceções.

3. Idade e estrutura do edifício

Acima de 20 anos, o valor tende a cair, mas, dependendo do estado de manutenção e da localização, há casos em que se vende mais caro do que um novo. Quanto à estrutura, as construções de concreto armado (RC) e de concreto armado com aço (SRC) são as mais bem avaliadas.

4. Área e planta

A área privativa e a planta refletem-se diretamente no valor da avaliação. No entanto, quando a área privativa é muito superior à do mercado, a venda pode tornar-se difícil e ser necessário reduzir o preço.

5. Estado do interior e dos equipamentos

Se o estado de manutenção for ruim, o valor da avaliação cai significativamente. Como reformar antes da venda não influencia a avaliação, a manutenção diária é o que importa.

6. Nível das instalações comuns

Quanto mais completas forem as instalações comuns (lounge, academia, piscina etc.), mais positivo para a avaliação, mas também é preciso considerar a desvantagem de condomínios mais altos.

7. Número de vagas de estacionamento

Quanto mais distante o imóvel estiver da estação, mais valorizadas são a presença e a quantidade de vagas de estacionamento.

8. Estado da administração e segurança

Forma de trabalho do porteiro, nível de manutenção das áreas comuns, equipamentos de segurança etc.: verifica-se nos mínimos detalhes o nível de equipamento do ambiente para que os moradores vivam confortavelmente.

9. Taxa de condomínio e fundo de reserva para reformas

Quanto mais antigo o edifício, mais altos tendem a ser o condomínio e o fundo de reserva. Como isso afeta o custo mensal do comprador, reflete-se na avaliação.

10. Marca do vendedor e da construtora

A marca de uma incorporadora ou construtora bem avaliada no setor influencia positivamente o valor da avaliação. Imóveis de marcas com fãs fiéis também tendem a ter maior liquidez.

Por que é indispensável solicitar a avaliação a várias imobiliárias?

Para o mesmo imóvel, a diferença entre as avaliações pode ser de vários milhões de ienes conforme a imobiliária. Se solicitar a avaliação a apenas uma empresa, não conseguirá perceber se lhe propõem um valor abaixo do preço justo. Recomendamos fortemente solicitar a avaliação a, no mínimo, três empresas e comparar.

Também é eficaz utilizar ferramentas de avaliação por IA para ter uma noção prévia dos preços e compará-los com a avaliação dos profissionais. Para mais detalhes, consulte o guia de uso da avaliação imobiliária por IA.

Perguntas frequentes (FAQ)

P. Qual é a diferença entre o valor da avaliação e o preço real de venda?

O preço de oferta costuma situar-se em ±5–10 % do valor da avaliação, e o preço efetivo de fechamento pode cair ainda mais por negociação a partir do preço de oferta. Encare o valor da avaliação apenas como referência.

P. É preciso reformar antes para obter uma avaliação mais alta?

Reformas de grande porte têm impacto limitado no valor da avaliação, por isso a relação custo-benefício costuma ser baixa. O básico é limitar-se a limpeza, organização e pequenos reparos.

P. Qual é a diferença de preço entre a avaliação de gabinete e a presencial?

A diferença depende do estado e da administração do imóvel. Em imóveis em bom estado, a avaliação presencial tende a ser mais alta.

P. Devo escolher a empresa que apresentar a avaliação mais alta?

A empresa que apresenta a avaliação mais alta não é necessariamente a mais competente. O importante é escolher uma empresa que explique com cuidado «por que esse preço».

P. Quanto tempo leva normalmente da avaliação até o contrato de venda?

Da avaliação até o contrato de venda leva, em média, de 3 a 6 meses. Varia muito conforme a situação do mercado imobiliário, a definição de preço e a popularidade do imóvel.

Daisuke Inazawa, President & CEO of INA&Associates Inc.

Autor

Presidente e CEOINA&Associates Inc.

Daisuke Inazawa é presidente e CEO da INA&Associates Inc., uma empresa imobiliária japonesa com sede em Osaka e filial em Tóquio. Ele lidera os três negócios centrais da companhia — corretagem imobiliária, locação e gestão de propriedades — na Grande Tóquio e na região de Kansai.

Suas áreas de especialização incluem estratégia de investimento em imóveis geradores de renda, otimização de rentabilidade em operações de locação, consultoria imobiliária para investidores de altíssimo patrimônio (UHNWI) e investidores institucionais, além de investimento imobiliário transfronteiriço. Presta consultoria de longo prazo, baseada em dados, a investidores no Japão e no exterior.

Sob a filosofia de gestão «o ativo mais importante de uma empresa são as suas pessoas», ele posiciona a INA&Associates como uma «empresa de investimento em capital humano» e está comprometido com a criação sustentável de valor corporativo por meio do desenvolvimento de talentos. Como executivo, também se manifesta publicamente sobre liderança e cultura organizacional em tempos de mudança.

Detém onze qualificações profissionais japonesas: corretor imobiliário licenciado (Takken), Master certificado em consultoria imobiliária, gestor licenciado de condomínios, supervisor licenciado de gestão predial, profissional certificado em gestão de locação, gyōseishoshi (advogado administrativo), responsável certificado pela proteção de dados pessoais, gerente de prevenção de incêndio classe A, especialista certificado em imóveis arrematados em leilão, engenheiro certificado em manutenção de condomínios e supervisor licenciado de operações de crédito.

  • Corretor imobiliário licenciado (Takken)
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