Skip to content
Real Estate Intelligence
COLUMN

Renovação vs. reforma no Japão: a diferença que define o valor do seu imóvel

Entenda a diferença entre renovação (リノベーション) e reforma de manutenção (リフォーム) no Japão sob a ótica da valorização patrimonial: o mecanismo que eleva o valor, a estimativa de custos em reais, como lidar com imóveis sem direito à reconstrução e o passo a passo do processo, na visão prática da INA.

Última atualização: Leitura de cerca de 8 min

No Japão, os termos renovēshon (リノベーション, «renovation», usado no sentido de reforma estrutural profunda) e rifōmu (リフォーム, do inglês «reform», usado para reformas de manutenção) são frequentemente tratados como sinônimos no dia a dia. Essa distinção não existe da mesma forma no português do Brasil, onde a palavra «reforma» cobre praticamente qualquer intervenção, do simples reparo à reconstrução completa. Mas, sob a ótica do investimento imobiliário e da valorização patrimonial no Japão, esses dois conceitos representam ações com objetivos e retornos completamente diferentes. Contratar uma obra sem esclarecer qual das duas lógicas está em jogo pode não apenas deixar de gerar a valorização esperada do imóvel, como também resultar apenas em custos adicionais sem benefício real.

Na INA&Associates株式会社 (INA&Associates Co., Ltd.), atuando na gestão e na revitalização de imóveis de renda no Japão, já vimos diversas vezes essa confusão conceitual levar investidores a decisões equivocadas. Este artigo esclarece a diferença entre os dois conceitos, explica por que a renovação (リノベーション) pode elevar o valor patrimonial de um imóvel, detalha o processo prático, apresenta uma estimativa de custos em ienes convertidos para reais e destaca os pontos de atenção específicos do contexto regulatório japonês.

A diferença entre renovação (リノベーション) e reforma de manutenção (リフォーム) no Japão

O primeiro ponto a entender é que, diferentemente do que muitos investidores estrangeiros presumem, não existe uma definição legal clara para esses dois termos na legislação japonesa. Organizando o uso corrente no mercado japonês, a distinção costuma seguir a tendência resumida a seguir.

TipoEscopo da obraObjetivo principalEfeito sobre o valor do imóvel
Renovação (リノベーション)Reforma de grande porte, incluindo mudança de layout, mudança de uso e renovação completa das instalaçõesCriação de novo valorEleva o valor acima do nível de aquisição
Reforma de manutenção (リフォーム)Atualização de acabamentos internos, reparos no nível de restauração ao estado original (原状回復, genjō kaifuku)Recuperação ou manutenção do valor originalContém a desvalorização do imóvel

Resumindo em uma frase: a reforma de manutenção (リフォーム) é uma ação de «levar o negativo de volta a zero», enquanto a renovação (リノベーション) é uma ação de «criar valor positivo a partir do zero». Para quem deseja elevar ativamente o valor patrimonial de um imóvel no Japão, a lógica da renovação é, em princípio, indispensável — de forma semelhante ao que ocorre no mercado brasileiro, onde uma reforma estrutural com mudança de uso tende a gerar ganho de valor muito superior a uma simples pintura ou troca de piso.

O risco da fronteira imprecisa entre os termos

Como não há uma fronteira legal clara, não é incomum que anúncios imobiliários japoneses classifiquem como «imóvel renovado» (renobēshon bukken, リノベーション物件) obras que, na prática, envolveram apenas uma troca simples de acabamentos. Julgar apenas pela imagem transmitida pelo termo pode levar a uma avaliação equivocada da real condição do imóvel. Tanto na contratação de uma obra quanto na compra de um imóvel já reformado, é indispensável confirmar, por meio de plantas (図面, zumen) e orçamentos detalhados, se a intervenção de fato alcançou a estrutura, a tubulação e o layout, ou se ficou restrita à superfície.

Por que a renovação eleva o valor patrimonial de um imóvel no Japão

A essência da renovação (リノベーション) está em atribuir um novo uso e um novo valor a uma edificação existente, sem demoli-la. Não se trata simplesmente de deixar bonito o que envelheceu, mas de transformar a própria estrutura de receita gerada pelo imóvel — e é exatamente aí que está a origem da valorização patrimonial.

Por exemplo, transformar um apartamento antigo (apāto, アパート, termo japonês para prédios residenciais de baixo custo e poucos andares) em uma sharehouse (シェアハウス, moradia compartilhada com quartos privados e áreas comuns, um modelo pouco comum no Brasil mas consolidado no Japão), ou converter uma casa unifamiliar vazia (akiya, 空き家, «casa vaga», um problema estrutural do mercado imobiliário japonês) em loja ou meio de hospedagem, muda o caráter do ativo: de «patrimônio só para morar» para «patrimônio que gera receita como negócio». O valor do aluguel por unidade sobe, a taxa de ocupação melhora e, como consequência, o valor do imóvel avaliado pelo método de capitalização de renda (収益還元法, shūeki kangenhō, equivalente à lógica de renda capitalizada usada também em avaliações no Brasil) é elevado.

Os três fatores que determinam o valor patrimonial

Se a renovação se sustenta como investimento depende de três fatores. Primeiro, o quanto o aluguel pode ser elevado após a reforma. Segundo, o quanto o período de vacância pode ser reduzido. Terceiro, como o investimento se reflete no preço de revenda futura. Estimar esses três pontos antes do início da obra e compará-los com o valor investido é o ponto de partida para evitar um investimento malsucedido.

As vantagens da renovação sem demolição

Optar pela reconstrução — ou seja, demolir e construir um novo edifício — naturalmente resulta em uma edificação equivalente a um imóvel novo. Mas o preço dessa escolha inclui, além dos custos de demolição, projeto e construção, o custo de oportunidade da perda de receita de aluguel durante todo o período da obra. A renovação tem uma vantagem importante justamente por comprimir drasticamente esse custo e esse tempo.

O valor de viabilizar imóveis saikenchiku fuka (sem direito à reconstrução)

Outro significado importante de não demolir a edificação é viabilizar os chamados imóveis saikenchiku fuka bukken (再建築不可物件, literalmente «imóvel sem direito à reconstrução»). Esse é um conceito jurídico exclusivamente japonês, sem equivalente direto no Brasil ou em Portugal: trata-se de um imóvel que, por não atender à obrigação de testada mínima para a via pública (接道義務, setsudō gimu) prevista na Lei de Padrões de Construção do Japão (建築基準法, Kenchiku Kijun-hō), não pode ser reconstruído com a mesma metragem caso venha a ser demolido. Essa lei exige, em regra, que o terreno tenha ao menos 2 metros de frente para uma via pública com largura mínima de 4 metros — uma exigência que muitos imóveis antigos, inclusive em áreas centrais de grandes cidades japonesas, não cumprem.

Diferentemente do Brasil, onde a possibilidade de reconstruir um imóvel após a demolição costuma depender principalmente do zoneamento e do código de obras municipal, no Japão a própria testada da via de acesso pode inviabilizar legalmente a reconstrução — um risco jurídico que todo investidor internacional precisa mapear antes de comprar. Por causa dessa limitação, o preço de mercado desses imóveis tende a ser mais baixo, o que abre a possibilidade de rentabilizar, por meio de uma renovação sem demolição, um ativo adquirido por um valor mais baixo do que o comparável na região. No entanto, dependendo do conteúdo da obra, pode ser necessária uma aprovação de confirmação de construção (建築確認, kenchiku kakunin) junto à prefeitura (自治体, jichitai). Antes de iniciar a obra, é indispensável articular-se com a prefeitura e com um arquiteto licenciado para eliminar previamente o risco de uma notificação de correção administrativa (是正指導, zesei shidō) ou até de uma ordem de embargo da obra.

Exemplos representativos de aplicação da renovação no Japão

Quais tipos de imóveis, na prática, têm sido reinventados, e de que forma? Apresentamos a seguir os padrões mais representativos que observamos em nossa atuação no mercado japonês.

Renovação de kominka (casas tradicionais japonesas antigas)

Um kominka (古民家) é uma casa tradicional japonesa antiga, geralmente construída com técnicas de carpintaria em madeira anteriores à Segunda Guerra Mundial — um tipo de patrimônio arquitetônico sem equivalente direto no Brasil. Está se espalhando por todo o Japão o movimento de reviver kominka abandonados como restaurantes, meios de hospedagem ou pontos de encontro comunitário, em geral no contexto da revitalização regional (地方創生, chihō sōsei, a política japonesa de reativação econômica de áreas rurais em declínio populacional). Algumas prefeituras oferecem subsídios (補助金, hojokin) para os custos de reforma, mas a existência e as condições desses programas variam muito de uma região para outra — recomendamos confirmar diretamente com o órgão da prefeitura responsável antes de iniciar qualquer obra.

Renovação de armazéns e fábricas

Também vêm crescendo os casos de conversão de grandes armazéns e fábricas desativados em restaurantes, espaços de coworking e complexos comerciais mistos. O pé-direito alto e os grandes vãos livres, sem pilares, são um ativo difícil de replicar em uma construção nova, e um projeto arquitetônico aberto que explore essas características gera valor agregado significativo. Por outro lado, a mudança de uso costuma exigir investimento considerável para adequar o imóvel às normas de equipamentos contra incêndio e de rotas de fuga.

Renovação de apartamentos e prédios residenciais usados

Renovar um imóvel de renda envelhecido sem reconstruí-lo, transformando-o em um ativo competitivo e de aluguel mais alto com um investimento contido, é o caminho clássico adotado pela maioria dos investidores no Japão. A renovação das áreas molhadas e a otimização do layout diferenciam o imóvel dos concorrentes antigos da região, elevando ao mesmo tempo o valor do aluguel e a taxa de ocupação.

É importante avaliar qualquer decisão de investimento que envolva renovação em conjunto com as condições de mercado e a perspectiva de saída (venda futura) do ativo. Veja também nosso artigo sobre estratégias de saída em tempos de inflação e alta dos custos de construção.

Em quais casos a reforma de manutenção é a escolha adequada

Até aqui explicamos a relevância da renovação, mas evidentemente há situações em que a reforma de manutenção (リフォーム) é a escolha mais adequada. Não se trata de uma opção superior à outra: a decisão deve seguir o objetivo de cada situação.

SituaçãoEscolha adequadaMotivo
Restauração ao estado original após a saída de um inquilino (原状回復, genjō kaifuku)Reforma de manutençãoMantém o valor atual e garante rapidamente o próximo inquilino
Resposta ao desgaste natural das instalaçõesReforma de manutençãoA relação custo-benefício é previsível e o retorno do investimento é fácil de calcular
Elevar significativamente o patamar do aluguelRenovaçãoMuda o layout ou o uso e recria o atrativo do imóvel
Revitalizar um imóvel antigo com vacância prolongadaRenovaçãoReparos superficiais não melhoram a taxa de ocupação

Nos momentos em que se busca garantir um inquilino com segurança em um curto espaço de tempo, a reforma de manutenção é a opção mais sólida. Na verdade, aplicar uma renovação de grande porte a um imóvel que não precisa mudar sua estrutura de receita pode configurar um investimento excessivo. O essencial é identificar exatamente onde está o problema do imóvel antes de decidir a escala do investimento a ser feito.

As etapas básicas para conduzir uma renovação

A seguir, organizamos o fluxo geral para quem está avaliando uma renovação na prática. Seguir essa ordem ajuda a evitar retrocessos no projeto e gastos inesperados.

  1. Diagnóstico da situação atual e definição do objetivo: defina primeiro se o objetivo é elevar o aluguel ou mudar o uso do imóvel.
  2. Inspeção predial (インスペクション, inspekushon): verifique deteriorações não visíveis a olho nu, como estrutura, tubulação, infiltrações e cupim (シロアリ, shiroari).
  3. Simulação financeira: projete o retorno do investimento a partir do aluguel e da taxa de ocupação esperados após a reforma.
  4. Verificação das normas legais: levante as restrições administrativas relacionadas a testada da via, confirmação de construção, zoneamento de uso do solo e normas contra incêndio.
  5. Elaboração do projeto e obtenção de orçamentos: solicite cotações comparativas de várias construtoras e compare conteúdo e preço.
  6. Execução da obra e entrega: gerencie o cronograma e confira o estado final comparando com as plantas do projeto.

A inspeção predial e a simulação financeira feitas logo no início do processo são, em especial, as etapas que definem o sucesso ou o fracasso do investimento. Pular essa fase e correr direto para a reforma estética costuma fazer com que os custos de reparo de problemas ocultos cresçam mais tarde, destruindo o plano de rentabilidade inicial.

Estimativa de custos e como pensar o planejamento financeiro

Os custos variam muito conforme o porte do imóvel, o escopo da obra e a região, então encare os valores a seguir apenas como uma referência geral (as conversões usam a taxa aproximada de 26 JPY por 1 BRL). Não trate esses números como uma tabela de preços fixa: a premissa é sempre solicitar um orçamento específico para o seu imóvel.

AlvoNatureza da obraFaixa de custo estimada
Reforma parcial de uma unidade de apartamentoRenovação das áreas molhadas e dos acabamentos internosCostuma ficar na casa de alguns milhões de ienes (aprox. R$77.000 a R$190.000)
Reforma completa de uma unidade de apartamentoRenovação incluindo mudança de layoutPode ir de alguns milhões de ienes a mais de ¥10 milhões (aprox. R$115.000 a mais de R$385.000)
Mudança de uso de casa térrea ou kominkaEnvolve reforço estrutural e instalação de novos equipamentosPode chegar a dezenas de milhões de ienes, conforme a escala (aprox. R$1,15 milhão a R$1,92 milhão ou mais)

No planejamento financeiro, é importante considerar não apenas o custo da obra em si, mas também os honorários de projeto, as taxas de diversos requerimentos administrativos e a redução da receita de aluguel durante o período da obra. Além disso, a existência de linhas de crédito específicas para reforma e renovação (リフォームローン, rifōmu rōn) e a forma como as instituições financeiras japonesas avaliam o imóvel como garantia (担保評価, tanpo hyōka) influenciam bastante a viabilidade da captação de recursos — de forma diferente do financiamento imobiliário tradicional no Brasil, que costuma ter critérios de garantia mais padronizados. Se o plano depende de financiamento, o mais seguro é alinhar as condições com a instituição financeira antes do início da obra, já que o acesso a crédito local costuma ser mais restrito para não residentes.

A visão da INA: números honestos e formação patrimonial de longo prazo

O que sempre dizemos a investidores e proprietários é para não encararem a renovação como um «dispositivo mágico de valorização». Embora o aluguel possa subir depois da reforma, a capacidade de recuperar o valor investido depende rigorosamente da localização e da demanda. Em áreas urbanas com demanda forte, é mais fácil projetar o retorno do investimento; em regiões de demanda fraca, é preciso uma avaliação bem mais cautelosa.

É por isso que fazemos questão de comunicar com honestidade não só as vantagens, mas também as desvantagens, como a baixa avaliação de garantia (担保評価, tanpo hyōka) de certos imóveis e o risco de reparos inesperados. Mais do que olhar apenas para o número de rentabilidade de curto prazo, pensamos junto com o investidor em como fazer o patrimônio crescer em um horizonte de dez, vinte anos. Acreditamos que a base de uma formação patrimonial saudável está em permitir que todos os envolvidos tomem a decisão com total entendimento da situação. Nosso papel não é evitar o risco escondendo-o por medo do fracasso, mas reunir as informações necessárias para que o investidor encare o risco de frente e, ainda assim, consiga dar o próximo passo com segurança.

Para uma análise mais ampla das condições de mercado e da perspectiva de investimento, consulte também nossa lista de artigos da categoria de mercado imobiliário e investimento.

Conclusão

Renovação (リノベーション) e reforma de manutenção (リフォーム) são termos próximos na linguagem cotidiana japonesa, mas seu significado para o patrimônio é completamente diferente. A reforma de manutenção preserva o valor; a renovação cria valor. Não existe uma opção certa entre as duas: usar cada uma de acordo com o problema e o objetivo específico do imóvel é o primeiro passo para um uso inteligente do patrimônio no mercado japonês.

E, qualquer que seja a escolha, seguir com cuidado os fundamentos básicos — inspeção predial prévia, simulação financeira e verificação das normas legais — é a melhor forma de evitar o fracasso. Decidir com base em números e fatos concretos, cultivando o patrimônio com uma visão de longo prazo: é esse acúmulo de decisões bem informadas que protege e eleva o verdadeiro valor patrimonial de um imóvel no Japão.

Perguntas frequentes

Renovação ou reforma de manutenção: qual custa mais?

Em geral, a renovação custa mais caro. Isso acontece porque ela envolve mudança de layout, realocação de tubulação e mudança de uso, o que aumenta a escala e a complexidade da obra. Ainda assim, comparada à demolição seguida de nova construção, tanto o custo quanto o prazo são significativamente menores. O importante é avaliar, de acordo com o objetivo e o orçamento disponível, até que ponto vale a pena intervir no imóvel.

Qual é a faixa de preço típica de uma renovação?

Como o valor varia muito conforme o porte do imóvel e o escopo da obra, não é possível afirmar uma faixa de preço única e definitiva. Uma reforma completa de uma unidade de apartamento pode custar de alguns milhões de ienes a mais de ¥10 milhões (aprox. R$115.000 a mais de R$385.000), e a mudança de uso de um kominka ou de um armazém pode chegar a dezenas de milhões de ienes (aprox. R$1,15 milhão ou mais), dependendo da escala. Para saber o custo exato, sempre solicite e compare orçamentos de várias empresas.

É possível recuperar o investimento com a renovação de um imóvel de renda?

É preciso avaliar de forma integrada o quanto o aluguel sobe após a reforma, a melhora na taxa de ocupação e o reflexo no preço de revenda. De modo geral, em áreas urbanas com demanda forte é mais fácil projetar a recuperação do investimento, enquanto em regiões de demanda fraca uma análise cautelosa é indispensável. Recomendamos fazer uma simulação financeira antes de iniciar a obra, para confirmar se o efeito esperado justifica o valor investido.

A renovação de um imóvel saikenchiku fuka (sem direito à reconstrução) é mais arriscada?

Por não atender ao requisito de testada da via de acesso, esse tipo de imóvel tende a receber uma avaliação de garantia mais baixa, o que dificulta a obtenção de financiamento. Por outro lado, como o custo de aquisição costuma ser mais baixo, conseguir rentabilizar o imóvel por meio da renovação pode gerar um retorno elevado. A viabilidade da obra e as restrições administrativas variam de imóvel para imóvel, por isso recomendamos fortemente consultar um arquiteto, a prefeitura e um especialista imobiliário local antes de iniciar qualquer projeto.

Daisuke Inazawa, President & CEO of INA&Associates Inc.

Autor

Presidente e CEOINA&Associates Inc.

Presidente e CEO da INA&Associates Inc. Lidera a corretagem imobiliária, a locação e a gestão de imóveis na Grande Tóquio e na região de Kansai. Especializado em estratégia de investimento em imóveis de renda e consultoria para investidores de alto patrimônio.

Daisuke Inazawa é presidente e CEO da INA&Associates Inc., uma empresa imobiliária japonesa com sede em Osaka e filial em Tóquio. Ele lidera os três negócios centrais da companhia — corretagem imobiliária, locação e gestão de propriedades — na Grande Tóquio e na região de Kansai.

Suas áreas de especialização incluem estratégia de investimento em imóveis geradores de renda, otimização de rentabilidade em operações de locação, consultoria imobiliária para investidores de altíssimo patrimônio (UHNWI) e investidores institucionais, além de investimento imobiliário transfronteiriço. Presta consultoria de longo prazo, baseada em dados, a investidores no Japão e no exterior.

Sob a filosofia de gestão «o ativo mais importante de uma empresa são as suas pessoas», ele posiciona a INA&Associates como uma «empresa de investimento em capital humano» e está comprometido com a criação sustentável de valor corporativo por meio do desenvolvimento de talentos. Como executivo, também se manifesta publicamente sobre liderança e cultura organizacional em tempos de mudança.

Obteve onze qualificações profissionais japonesas: corretor imobiliário licenciado (Takken), Master certificado em consultoria imobiliária, gestor licenciado de condomínios, supervisor licenciado de gestão predial, profissional certificado em gestão de locação, gyōseishoshi (advogado administrativo), responsável certificado pela proteção de dados pessoais, gerente de prevenção de incêndio classe A, especialista certificado em imóveis arrematados em leilão, engenheiro certificado em manutenção de condomínios e supervisor licenciado de operações de crédito.

  • Corretor imobiliário licenciado (Takken)
  • Master certificado em consultoria imobiliária
  • Gestor licenciado de condomínios
  • Supervisor licenciado de gestão predial
  • Profissional certificado em gestão de locação
  • Gyōseishoshi (advogado administrativo)
  • Responsável certificado pela proteção de dados pessoais
  • Gerente de prevenção de incêndio classe A
  • Especialista certificado em imóveis arrematados
  • Engenheiro certificado em manutenção de condomínios
  • Supervisor licenciado de operações de crédito