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Qual é o período médio de ocupação de imóveis para aluguel? 4 maneiras de prolongá-lo para uma gestão estável

Explicação completa do indicador essencial da gestão de imóveis para aluguel: "período médio de ocupação". Estabilize sua receita com quatro estratégias de retenção: limpeza regular, comunicação, manutenção de equipamentos e benefícios de renovação. Maximize seus rendimentos com a gestão profissiona

Leitura de cerca de 3 min

Na gestão de imóveis para locação, diversos indicadores são valorizados, e um deles é o "período médio de permanência". Para obter uma renda de aluguel estável, não basta apenas a taxa de ocupação; é essencial considerar por quanto tempo o mesmo inquilino permanece no imóvel. Neste artigo, apresentamos a importância do período médio de permanência e quatro métodos práticos para prolongá-lo.

O que é o período médio de permanência?

O período médio de permanência é um indicador que mostra por quanto tempo o mesmo inquilino permanece no mesmo imóvel. Mesmo que a taxa de ocupação seja alta, se houver muita rotatividade, os custos de manutenção e taxas de corretagem se acumulam, reduzindo a receita real.

Definição do período médio de permanência

Os imóveis para locação possuem renovação de contrato, e o inquilino tem a opção de continuar morando ou se mudar no momento da renovação. Imóveis com período médio de permanência longo significam que o mesmo inquilino mora por mais tempo, resultando naturalmente em uma taxa de ocupação mais alta.

Por outro lado, quando apenas a taxa de ocupação é alta, mas o período médio de permanência é curto, significa que há muita rotatividade de inquilinos. Mesmo que a demanda pelo imóvel seja alta, a taxa de retenção é baixa. Para obter uma renda de aluguel estável, deve-se prestar atenção não apenas à alta taxa de ocupação, mas também ao período médio de permanência.

Dados estatísticos do período médio de permanência

De acordo com pesquisas da Associação Japonesa de Gestão de Imóveis para Locação, o período médio de permanência apresenta características conforme o perfil do inquilino.

  • Estudantes e solteiros em geral: Muitas mudanças devido à formatura ou transferências, sendo 2 a 4 anos o mais comum
  • Famílias em geral: 4 a 6 anos é o centro, mas com diferença de até 2 anos em comparação com solteiros
  • Idosos: Por terem poucas mudanças no estilo de vida, 6 anos ou mais é o mais comum

Por que é importante prolongar o período médio de permanência?

Cada vez que ocorre uma desocupação, surgem custos de manutenção e taxas de corretagem, reduzindo a renda real de aluguel. Prolongar o período médio de permanência é a forma mais eficiente de garantir uma receita estável.

Os custos de manutenção geralmente equivalem a um mês de aluguel, assim como as taxas de corretagem. Por exemplo, se o aluguel mensal for de 100 mil ienes e houver mudança a cada 2 anos, a renda real obtida será equivalente a 22 meses.

ItemValor
Renda de aluguel em 2 anos (100 mil ienes × 24 meses)2,4 milhões de ienes
Custos de manutenção-100 mil ienes
Taxa de corretagem-100 mil ienes
Renda real2,2 milhões de ienes (22 meses)

Quanto mais curto for o intervalo entre mudanças, maior será a carga com custos de manutenção e taxas de corretagem, reduzindo o lucro real. Quanto mais tempo o inquilino permanecer, menores serão as despesas e mais estável será a renda.

Além disso, com a sociedade de baixa natalidade e envelhecimento, a população de estudantes e trabalhadores ativos na busca por moradia está diminuindo, reduzindo o número total de potenciais novos inquilinos. Imóveis sem depósito e luvas também aumentaram, deixando de ser uma fonte de receita esperada. Hoje, a estratégia de manter os inquilinos existentes por mais tempo tornou-se ainda mais importante.

Quais são os 4 métodos para prolongar o período médio de permanência?

A implementação rigorosa de limpeza periódica, comunicação cuidadosa com os inquilinos, resposta rápida a falhas de equipamentos e oferta de benefícios na renovação do contrato são os quatro métodos práticos para prolongar o período médio de permanência.

1. Implementação rigorosa de limpeza periódica

A limpeza das áreas comuns está diretamente ligada à satisfação do inquilino. As áreas comuns são de responsabilidade do proprietário como administrador, que deve zelar pela limpeza. Se o lixo estiver espalhado ou a falta de limpeza for visível, os inquilinos não se sentirão confortáveis. Dados mostram que, quando a limpeza periódica mantém a higiene do imóvel, o tempo de permanência aumenta em cerca de 20%, sendo uma medida básica, porém altamente eficaz.

2. Comunicação cuidadosa com os inquilinos

Exceto por circunstâncias inevitáveis, a causa da desocupação é algum tipo de insatisfação com o imóvel. Para evitar o acúmulo dessa insatisfação e promover melhorias, é essencial ter um sistema que acolha as solicitações e reclamações dos inquilinos. O proprietário está na posição de fornecer um serviço de ambiente residencial, sendo importante uma comunicação proativa, como pesquisas de satisfação e desejos por meio de questionários.

3. Resposta rápida a falhas de equipamentos

Falhas em equipamentos relacionados à vida diária, como ar-condicionado e aquecedores de água, exigem resposta rápida. Casos de encaminhamento excessivo ou demora na resposta geram desconfiança nos inquilinos. É justamente nas falhas de equipamentos que a capacidade de resposta da administração é testada, sendo necessário manter sempre um sistema pronto para responder rapidamente.

4. Oferta de benefícios na renovação do contrato

Este é um método para fazer os inquilinos sentirem as vantagens de continuar morando, oferecendo benefícios na renovação do contrato. A referência para os benefícios é o equivalente a um mês de aluguel, sendo eficazes os seguintes tipos:

  • Eletrodomésticos (secador de cabelo, chaleira elétrica, etc.)
  • Móveis (mesa, sofá, etc.)
  • Equipamentos (assento sanitário com ducha higiênica, lavatório, etc.)
  • Vouchers (passagens, vouchers de hospedagem, etc.)
  • Vales-presente (equivalente a 30-50 mil ienes)
  • 1 mês de aluguel grátis

Diz-se que, quando ocorre uma desocupação, a perda média por vacância é de 5 meses. Um benefício equivalente a um mês de aluguel apresenta uma excelente relação custo-benefício em comparação. Ao aumentar o nível dos benefícios conforme o tempo de permanência, também se cria um efeito psicológico que incentiva os inquilinos a continuarem morando por mais tempo.

Para prolongar o período médio de permanência, um sistema de gestão de imóveis sem estresse também contribui significativamente. Além disso, é importante uma resposta adequada baseada na compreensão das regulamentações sobre gestão de imóveis para locação.

Perguntas Frequentes (FAQ)

P. O que é o período médio de permanência?

O período médio de permanência é um indicador que mostra por quanto tempo o mesmo inquilino permanece no mesmo imóvel. Juntamente com a taxa de ocupação, é um número importante para medir a estabilidade da gestão de imóveis para locação.

P. Quais problemas surgem quando o período médio de permanência é curto?

A cada desocupação, surgem custos de manutenção (cerca de 1 mês de aluguel) e taxas de corretagem (cerca de 1 mês de aluguel), reduzindo a renda real de aluguel. Além disso, a renda durante o período de vacância é zero, sendo que cada desocupação gera em média 5 meses de perda por vacância.

P. A limpeza periódica realmente prolonga o período de permanência?

Dados mostram que, quando a limpeza periódica mantém a higiene do imóvel, o tempo de permanência aumenta em cerca de 20%. A limpeza das áreas comuns é uma medida básica e altamente eficaz, diretamente ligada à satisfação do inquilino.

P. Qual é a relação custo-benefício dos benefícios na renovação?

Quando ocorre uma desocupação, além de uma média de 5 meses de perda por vacância, surgem também custos de manutenção e taxas de corretagem. Se um benefício equivalente a um mês de aluguel puder evitar tudo isso, pode-se dizer que apresenta uma relação custo-benefício muito alta.

Daisuke Inazawa, President & CEO of INA&Associates Inc.

Autor

Presidente e CEOINA&Associates Inc.

Daisuke Inazawa é presidente e CEO da INA&Associates Inc., uma empresa imobiliária japonesa com sede em Osaka e filial em Tóquio. Ele lidera os três negócios centrais da companhia — corretagem imobiliária, locação e gestão de propriedades — na Grande Tóquio e na região de Kansai.

Suas áreas de especialização incluem estratégia de investimento em imóveis geradores de renda, otimização de rentabilidade em operações de locação, consultoria imobiliária para investidores de altíssimo patrimônio (UHNWI) e investidores institucionais, além de investimento imobiliário transfronteiriço. Presta consultoria de longo prazo, baseada em dados, a investidores no Japão e no exterior.

Sob a filosofia de gestão «o ativo mais importante de uma empresa são as suas pessoas», ele posiciona a INA&Associates como uma «empresa de investimento em capital humano» e está comprometido com a criação sustentável de valor corporativo por meio do desenvolvimento de talentos. Como executivo, também se manifesta publicamente sobre liderança e cultura organizacional em tempos de mudança.

Detém onze qualificações profissionais japonesas: corretor imobiliário licenciado (Takken), Master certificado em consultoria imobiliária, gestor licenciado de condomínios, supervisor licenciado de gestão predial, profissional certificado em gestão de locação, gyōseishoshi (advogado administrativo), responsável certificado pela proteção de dados pessoais, gerente de prevenção de incêndio classe A, especialista certificado em imóveis arrematados em leilão, engenheiro certificado em manutenção de condomínios e supervisor licenciado de operações de crédito.

  • Corretor imobiliário licenciado (Takken)
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