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A importância das fotos de imóveis para o sucesso da locação imobiliária: Otimização do pipeline de marketing

As fotos de imóveis são a chave para o sucesso na locação imobiliária. Explicamos como aumentar a taxa de fechamento com fotos atraentes.

Última atualização: Leitura de cerca de 7 min

O sucesso ou o fracasso de uma locação imobiliária depende, em grande medida, de uma estratégia de marketing bem construída. Em particular, a "foto do imóvel" — o primeiro contato visual que um candidato a inquilino tem com o apartamento ou a casa — exerce uma influência enorme sobre todo o processo de decisão que vem depois. Quem já procurou aluguel em portais como QuintoAndar, Viva Real ou ZAP Imóveis sabe bem do que se trata: a primeira foto decide, em segundos, se o anúncio é aberto ou ignorado, e essa lógica é praticamente idêntica no mercado japonês. Neste artigo, a INA&Associates explica, sob a ótica do que chamamos de pipeline de marketing na locação imobiliária, a importância estratégica da fotografia do imóvel. Vamos além da teoria e chegamos a pontos bem práticos de como fotografar um imóvel para explorar ao máximo o seu potencial de atração, conduzindo o processo até a visita presencial e, finalmente, até o fechamento do contrato.

Os fundamentos da locação imobiliária e do pipeline de marketing

Locação imobiliária, no sentido em que usamos o termo aqui, não é simplesmente sinônimo de intermediação de aluguel. Trata-se de todo o conjunto de atividades estratégicas voltadas a maximizar o valor do imóvel e garantir uma receita estável para o proprietário ao longo do tempo. No centro desse conjunto está o conceito de pipeline de marketing  — um termo que, no mercado imobiliário brasileiro, corresponde de perto ao que costuma ser chamado de funil de vendas ou funil de locação.

O pipeline de marketing é a representação, em etapas, de todo o caminho percorrido por um cliente em potencial desde o primeiro contato com o imóvel até a assinatura do contrato. Ao otimizar cada etapa desse pipeline, é possível reduzir a evasão de candidatos em cada ponto do processo e, com isso, aumentar a taxa final de fechamento. Um pipeline típico de locação imobiliária no Japão pode ser organizado como na tabela a seguir — uma estrutura que qualquer corretor brasileiro reconhecerá quase ponto a ponto, ainda que os nomes das etapas variem de uma imobiliária para outra.

Etapa do pipeline Conteúdo principal Indicador-chave (KPI)
1. Captação e divulgação do imóvel O imóvel é publicado em portais e outros canais, buscando o maior alcance possível de visibilidade. Número de impressões do anúncio, número de cliques
2. Apresentação pela imobiliária O cliente que fez contato recebe informações detalhadas sobre o imóvel. Taxa de resposta ao contato, número de pedidos de material
3. Avaliação e visita ao imóvel Com base nas informações recebidas, o cliente avalia a possibilidade de uma visita e efetivamente comparece ao imóvel. Taxa de agendamento de visita, taxa de realização da visita
4. Proposta e assinatura do contrato Depois da visita, o cliente decide morar no imóvel, dá entrada na proposta e, na sequência, assina o contrato. Taxa de proposta, taxa de fechamento (closing rate)

A chave do sucesso na locação está em garantir que cada etapa flua sem atritos para a próxima, conduzindo o cliente adiante. E o elemento que dá o maior impulso a essa passagem de uma etapa para a outra é justamente a informação visual — ou seja,  a foto do imóvel . No Brasil, essa mesma lógica de funil é ensinada em cursos de corretagem ligados ao CRECI, ainda que raramente com o mesmo grau de detalhamento sobre o papel específico da fotografia que apresentamos aqui.

A importância de precificar corretamente na etapa de captação do imóvel

Na entrada do pipeline, que é a etapa de captação e divulgação, o primeiro passo indispensável é definir um aluguel adequado. Um valor muito distante do praticado na região tira o imóvel da lista de opções consideradas pelo cliente, por mais atraente que ele seja fisicamente. Entender bem o preço de mercado  da região e praticar um valor competitivo é o primeiro passo de qualquer estratégia de marketing — o equivalente, no Brasil, a pesquisar o valor do metro quadrado de aluguel no bairro antes de anunciar, algo que hoje é facilitado por índices como o IGP-M para reajuste e por comparadores de preço dos próprios portais.

Mas atenção: "preço não é tudo". Quando existem vários imóveis concorrentes na mesma faixa de valor, o que o cliente usa como critério de comparação? É exatamente aqui que a qualidade da fotografia se torna o fator decisivo de diferenciação — tanto no Japão quanto no Brasil, onde a concorrência entre anúncios semelhantes em um mesmo condomínio ou bairro costuma ser ainda mais direta, já que vários apartamentos do mesmo prédio às vezes são anunciados ao mesmo tempo por corretores diferentes.

O papel da foto na etapa de apresentação pela imobiliária

Quando um cliente em potencial se interessa pelo imóvel e entra em contato com a imobiliária, o primeiro material que recebe é justamente a descrição do imóvel acompanhada das fotos. Nessa etapa, a foto deixa de ser um simples "registro do cômodo" e passa a atuar como um verdadeiro "material de apresentação que comunica o valor do imóvel" — um papel equivalente ao que, no Brasil, se espera de um bom material de home staging fotográfico usado por imobiliárias mais profissionalizadas.

Imagine dois imóveis com a mesma planta e o mesmo valor de aluguel. Um deles é fotografado de forma escura, com objetos pessoais espalhados e clima de "casa ainda ocupada". O outro é fotografado com boa luz, ambiente limpo e móveis dispostos de um jeito que ajuda o observador a visualizar como seria viver ali. Qual dos dois o cliente vai querer visitar pessoalmente? A resposta é óbvia — e é a mesma resposta que qualquer corretor brasileiro daria ao comparar dois anúncios concorrentes no mesmo edifício.

Uma foto atraente  desperta expectativa no cliente e estimula uma projeção positiva do tipo "como seria a minha vida se eu morasse aqui". Essa projeção é o motivador mais forte para a próxima ação da jornada, que é o agendamento da visita presencial.

Como a qualidade da fotografia influencia o comportamento de quem está pesquisando

A qualidade da foto do imóvel tem impacto direto sobre o avanço do cliente pelo pipeline de marketing. Fotos de baixa qualidade reduzem o interesse do cliente e aumentam tanto o abandono do site quanto a desistência de fazer contato. Já fotos de alta qualidade aumentam o engajamento do cliente e o conduzem com mais fluidez para a etapa seguinte do pipeline — um efeito que estudos de comportamento de usuários em portais imobiliários brasileiros também confirmam repetidamente, mostrando que anúncios com fotos profissionais recebem significativamente mais contatos do que anúncios equivalentes com fotos tiradas às pressas pelo celular.

Qualidade da foto Reação psicológica e comportamental do cliente Impacto sobre o pipeline
Baixa Gera impressões negativas do tipo "parece velho", "parece pequeno" ou "parece mal cuidado". O cliente desiste antes mesmo de ler os detalhes. O contato nem chega a ser feito, gerando uma oportunidade perdida.
Alta Gera impressões positivas do tipo "é claro", "parece limpo" ou "tem um estilo bacana". Aumenta a expectativa em relação ao acabamento e aos equipamentos, e o cliente passa a desejar a visita. A taxa de agendamento de visitas sobe, e junto com ela a probabilidade de fechamento do contrato.

Dessa forma, a foto não se limita a transmitir informação visual: ela funciona como uma verdadeira  ferramenta estratégica  capaz de moldar as emoções e as decisões do cliente. Isso é ainda mais verdadeiro num momento em que a busca por imóveis passou a acontecer majoritariamente online — uma realidade que o Brasil vive com a mesma intensidade do Japão, com a diferença de que, aqui, boa parte da primeira triagem já acontece dentro do próprio aplicativo do portal, sem que o cliente sequer entre em contato com o corretor antes de decidir se quer ou não visitar o imóvel.

O caminho do pedido de visita até a assinatura do contrato

Se uma foto atraente conseguiu gerar o agendamento da visita, já se deu um grande passo em direção ao fechamento. A visita é o momento em que o cliente confere, na prática, a expectativa que a foto despertou, e decide se de fato quer morar naquele imóvel.

O ponto central aqui é não deixar existir uma diferença grande entre a foto e a realidade . Fotos manipuladas de forma exagerada, ou que fazem o imóvel parecer maior do que realmente é, geram frustração no momento da visita e acabam corroendo a confiança do cliente — algo bem conhecido no mercado brasileiro, onde reclamações sobre anúncios "que não batem com a realidade" são um dos motivos mais citados de insatisfação em pesquisas com usuários de portais imobiliários. A foto deve ser, acima de tudo, um meio de comunicar o atrativo genuíno do imóvel, sem distorções.

Quando o cliente sai satisfeito da visita, o processo avança para a proposta e, em seguida, para a assinatura do contrato. Mesmo nessa etapa final, as fotos usadas na divulgação inicial às vezes voltam a ser consultadas, seja para confirmar detalhes do contrato, seja como referência para planejar a decoração após a mudança. Do início ao fim da locação, a fotografia continua desempenhando um papel relevante em todo o processo.

Pontos práticos para fotografar um imóvel

Então, quais cuidados específicos devem ser tomados na hora de fotografar um imóvel para aumentar a taxa de sucesso na locação? Reunimos, na tabela a seguir, os pontos básicos que aplicamos na prática como profissionais do setor.

Fotografar um imóvel não é um simples "registro": é uma verdadeira "apresentação" voltada a expressar o valor do imóvel da forma mais completa possível. Imobiliárias profissionais costumam contratar um fotógrafo especializado, mas por questão de custo é comum que a própria equipe interna faça as fotos — prática também bastante comum entre corretores autônomos e pequenas imobiliárias no Brasil. Em qualquer um dos dois casos, seguir os pontos abaixo já é suficiente para produzir fotos capazes de conquistar o cliente.

Item de preparação Pontos específicos Efeito esperado
1. Preparação prévia Antes de fotografar, limpar bem o ambiente e retirar objetos pessoais desnecessários. Transmite sensação de limpeza e remove a marca de "casa ocupada", facilitando para o cliente imaginar a própria vida no espaço.
2. Iluminação Fotografar no horário em que a luz natural do dia entra melhor. Acender todas as luzes internas para garantir bastante claridade. Transmite uma impressão clara e arejada, valorizando ao máximo o atrativo do imóvel.
3. Enquadramento Fotografar na diagonal do cômodo ou da entrada em direção ao fundo, para dar sensação de profundidade. Cuidar do nivelamento horizontal e vertical para um enquadramento estável. Faz o ambiente parecer mais amplo e transmite uma impressão de organização.
4. Equipamento Se possível, usar câmera DSLR ou mirrorless com lente grande angular. Com o celular, ativar a grade de composição para manter o enquadramento correto. Permite fotos de alta qualidade, com pouca distorção e aparência profissional.
5. Pontos de destaque Cozinha, banheiro, área de armários e a vista pela janela, entre outros diferenciais do imóvel, devem ser fotografados em múltiplos ângulos. Comunica de forma concreta o valor agregado do imóvel e desperta o interesse do cliente.

Basta ter atenção a esses pontos para que a qualidade das fotos melhore de forma drástica. Contratar um fotógrafo especializado é sempre uma opção válida, mas mesmo quando o próprio proprietário ou o responsável da administradora faz as fotos, dominar esses fundamentos já faz toda a diferença — vale lembrar que, no Brasil, muitos cursos livres de fotografia imobiliária hoje ensinam praticamente os mesmos cinco pontos, o que reforça que se trata de boas práticas universais e não de uma peculiaridade japonesa.

A escolha da estação do ano e do horário na fotografia do imóvel

O horário em que a foto do imóvel é tirada é um elemento extremamente importante. Mesmo sendo o mesmo imóvel, a impressão varia muito conforme o horário da fotografia. De forma geral, o período entre as 10h e as 14h é considerado o horário em que a luz natural entra melhor. Nesse intervalo, o ambiente interno fica iluminado de maneira uniforme, com sombras bem equilibradas, o que faz o atrativo do imóvel aparecer da melhor forma possível.

Por outro lado, deve-se evitar fotografar de madrugada, ao entardecer ou em dias de chuva. Nesses horários, o ambiente interno tende a ficar escuro, e a foto como um todo acaba com uma impressão baça. Além disso, a entrada de luz varia conforme a estação do ano, de modo que fotografar o mesmo imóvel em diferentes épocas também ajuda a comunicar ao cliente o atrativo do imóvel ao longo das quatro estações — algo que, num país tropical como o Brasil, tem menos relevância prática, já que a variação de luz entre as estações costuma ser bem menor do que no Japão, onde o inverno reduz drasticamente as horas de sol direto em muitos apartamentos.

A integração com o marketing digital

Na locação imobiliária contemporânea, o uso da fotografia do imóvel está intimamente ligado ao marketing digital como um todo. As fotos são usadas em múltiplos canais: publicação em portais, divulgação em redes sociais, campanhas de e-mail marketing e apresentação no próprio site da imobiliária — exatamente o mix de canais que qualquer imobiliária brasileira ativa no Instagram, no WhatsApp Business e nos grandes portais já pratica no dia a dia.

Por isso, recomenda-se salvar as fotos em múltiplas resoluções, de forma que possam ser aproveitadas em diferentes tamanhos e formatos. Preparar versões otimizadas para cada plataforma também amplia o alcance junto a um número maior de clientes em potencial. Nas redes sociais, por exemplo, fotos verticais, mais fáceis de visualizar no celular, tendem a funcionar melhor, enquanto no site da imobiliária fotos horizontais, otimizadas para telas de computador, costumam ser mais adequadas — uma distinção que se aplica igualmente ao consumo brasileiro de conteúdo imobiliário, hoje majoritariamente feito pelo celular.

A ampliação do papel da fotografia na era da visita virtual

Com o impacto da pandemia de Covid-19, a visita virtual se popularizou rapidamente também no setor imobiliário japonês — um movimento muito parecido com o que aconteceu no Brasil no mesmo período, quando os tours virtuais e os vídeos gravados pelo próprio corretor se tornaram comuns em portais como QuintoAndar e Viva Real. Com isso, o papel da fotografia do imóvel se ampliou ainda mais. Antes, a foto servia basicamente como um "convite para a visita presencial"; hoje, ela também passou a atuar como "principal fonte de informação da visita virtual".

Na visita virtual, são usadas tecnologias mais avançadas, como tours em câmera de 360 graus e exibições em 3D que combinam fotos tiradas de múltiplos ângulos. Ao utilizar esses recursos, o cliente consegue ter uma visão geral do imóvel sem sair de casa, o que pode aumentar ainda mais a taxa de pedidos de visita presencial posterior — um caminho que muitas incorporadoras e imobiliárias brasileiras de médio e grande porte já adotaram de forma permanente, e não apenas como solução temporária de pandemia.

Conclusão

Neste artigo, explicamos a importância da fotografia do imóvel na locação imobiliária sob a ótica do pipeline de marketing. A foto não é um simples registro: é uma ferramenta de marketing poderosa, capaz de despertar o comportamento do cliente em potencial e conduzi-lo até o fechamento do contrato — uma lógica que vale tanto para o mercado japonês quanto para o mercado brasileiro, ainda que os canais e os hábitos de busca dos dois países tenham suas particularidades.

  • A foto do imóvel  desempenha um papel fundamental ao conectar cada etapa do pipeline de marketing (captação, apresentação, avaliação).
  • A qualidade da foto  tem impacto direto sobre a taxa de agendamento de visitas e, por consequência, sobre a taxa final de fechamento.
  • Um aluguel alinhado ao preço de mercado  e  fotos atraentes  são os dois pilares indispensáveis de uma estratégia de locação bem-sucedida.
  • Cuidar da preparação prévia, da iluminação e do enquadramento  já é suficiente para elevar de forma significativa a qualidade das fotos.

Uma única foto, capaz de transmitir o valor do imóvel de forma correta e atraente, tem o potencial de mudar substancialmente o resultado do negócio. Esperamos que este artigo sirva de estímulo para você revisar a estratégia de locação do seu imóvel, seja no Japão, seja no Brasil.

Para conhecimento mais detalhado sobre gestão imobiliária e estratégia de locação, além de consultoria individualizada, convidamos você a participar da nossa comunidade de proprietários (INA Network). Respeitadas as regras de participação, nos comprometemos a responder a todas as perguntas dos membros.

Perguntas frequentes

P1: Posso fotografar com o celular sem problema?

R1: Sim, sem problema nenhum. Os smartphones atuais têm câmeras de alto desempenho, e seguindo os pontos básicos é perfeitamente possível tirar fotos atraentes o suficiente. Em especial, garantir "boa iluminação", cuidar do "nivelamento horizontal e vertical" e manter o "ambiente arrumado" já muda bastante a impressão final — os mesmos três cuidados que cursos de fotografia imobiliária no Brasil costumam ensinar como o básico para quem vai fotografar com celular.

P2: Até que ponto é permitido editar as fotos?

R2: Ajustes leves de brilho e de tonalidade de cor, voltados a melhorar a impressão geral do imóvel, são válidos. Porém, edições exageradas que fazem a planta ou o estado dos equipamentos parecerem diferentes da realidade (por exemplo, apagar um pilar ou esconder completamente um dano) devem ser evitadas, pois viram motivo de reclamação no momento da visita — e, no Brasil, podem inclusive ser tratadas como propaganda enganosa perante o Código de Defesa do Consumidor, o que reforça ainda mais a necessidade de cautela.

P3: Quantas fotos, em média, é adequado tirar de um imóvel?

R3: Não há um número fixo, mas de modo geral, tirando de 2 a 3 fotos de cada cômodo principal (sala, quarto, cozinha, banheiro, área de serviço) e incluindo também armários, varanda, vista, áreas comuns e fachada, um total de 20 a 30 fotos costuma ser suficiente para o cliente formar uma visão completa do imóvel. Fotos demais também geram excesso de informação, então o número ideal deve ser ajustado conforme o tamanho do imóvel.

Daisuke Inazawa, President & CEO of INA&Associates Inc.

Autor

Presidente e CEOINA&Associates Inc.

Presidente e CEO da INA&Associates Inc. Lidera a corretagem imobiliária, a locação e a gestão de imóveis na Grande Tóquio e na região de Kansai. Especializado em estratégia de investimento em imóveis de renda e consultoria para investidores de alto patrimônio.

Daisuke Inazawa é presidente e CEO da INA&Associates Inc., uma empresa imobiliária japonesa com sede em Osaka e filial em Tóquio. Ele lidera os três negócios centrais da companhia — corretagem imobiliária, locação e gestão de propriedades — na Grande Tóquio e na região de Kansai.

Suas áreas de especialização incluem estratégia de investimento em imóveis geradores de renda, otimização de rentabilidade em operações de locação, consultoria imobiliária para investidores de altíssimo patrimônio (UHNWI) e investidores institucionais, além de investimento imobiliário transfronteiriço. Presta consultoria de longo prazo, baseada em dados, a investidores no Japão e no exterior.

Sob a filosofia de gestão «o ativo mais importante de uma empresa são as suas pessoas», ele posiciona a INA&Associates como uma «empresa de investimento em capital humano» e está comprometido com a criação sustentável de valor corporativo por meio do desenvolvimento de talentos. Como executivo, também se manifesta publicamente sobre liderança e cultura organizacional em tempos de mudança.

Obteve onze qualificações profissionais japonesas: corretor imobiliário licenciado (Takken), Master certificado em consultoria imobiliária, gestor licenciado de condomínios, supervisor licenciado de gestão predial, profissional certificado em gestão de locação, gyōseishoshi (advogado administrativo), responsável certificado pela proteção de dados pessoais, gerente de prevenção de incêndio classe A, especialista certificado em imóveis arrematados em leilão, engenheiro certificado em manutenção de condomínios e supervisor licenciado de operações de crédito.

  • Corretor imobiliário licenciado (Takken)
  • Master certificado em consultoria imobiliária
  • Gestor licenciado de condomínios
  • Supervisor licenciado de gestão predial
  • Profissional certificado em gestão de locação
  • Gyōseishoshi (advogado administrativo)
  • Responsável certificado pela proteção de dados pessoais
  • Gerente de prevenção de incêndio classe A
  • Especialista certificado em imóveis arrematados
  • Engenheiro certificado em manutenção de condomínios
  • Supervisor licenciado de operações de crédito