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O que é uma grande reforma de condomínio?

Explicamos de forma abrangente a definição de grande reforma de condomínio, o fluxo concreto, o custo médio, o período de obra e como lidar com a insuficiência do fundo de reserva para reformas.

Última atualização: Leitura de cerca de 4 min

A grande reforma de condomínio é uma obra indispensável para manter a segurança e o valor patrimonial do edifício. No entanto, envolve muitos pontos de consideração, como custos elevados, longos períodos de obra e explicações aos moradores.

Neste artigo, explicamos de forma abrangente desde a definição de grande reforma até o fluxo concreto, o custo médio, o período de obra e até como lidar com a falta de fundo de reserva para reformas.

O que é uma grande reforma de condomínio?

A grande reforma é uma obra de reparo e renovação de grande escala, alto custo e longa duração, realizada para garantir um ambiente de habitação confortável no condomínio e manter o valor patrimonial. Geralmente é realizada em ciclos de 12 a 16 anos.

Diferença entre obra de reparo e obra de renovação

A obra de reparo tem como objetivo recuperar o edifício e os equipamentos deteriorados pela idade ao nível do momento da construção. Por outro lado, a obra de renovação tem como objetivo melhorar as funções e os equipamentos de acordo com o estilo de vida dos moradores e as mudanças da era. O guia do Ministério do Território, Infraestrutura, Transporte e Turismo também considera importante melhorar o desempenho para atender ao nível de habitação atual, além da recuperação de desempenho por reparo.

Como se procede com uma grande reforma?

A grande reforma avança em 9 etapas. Ao entender o fluxo geral, é possível realizar a obra sem problemas.

Etapa 1: Criar o comitê de reformas

Constitui-se um comitê de reformas como uma organização do conselho de síndicos, responsável por examinar o conteúdo da obra, acompanhar o diagnóstico do edifício, realizar reuniões de explicação e gerenciar o progresso.

Etapa 2: Decidir o método de contratação da obra

Há 3 métodos representativos de contratação. O método liderado pela empresa de administração é aquele em que a empresa de administração é responsável por tudo desde o projeto até a obra; o método de responsabilidade de execução é aquele em que o condomínio e a empresa de construção contratam diretamente; e o método de supervisão de projeto é aquele em que um consultor cuida do projeto e da supervisão e a empresa de construção realiza a obra.

Etapa 3: Receber o diagnóstico do edifício

Investigadores especializados examinam detalhadamente os defeitos do edifício por inspeção visual, percussão, máquinas etc. Ao compreender com precisão o estado atual do edifício, é útil para priorizar a ordem das obras e decidir o conteúdo.

Etapa 4: Examinar o orçamento e o plano de obra

Os locais com deterioração significativa são priorizados no plano de reforma, e para os locais não tão graves, adiá-los para a próxima vez e alocar o orçamento para obras de melhoria de alta demanda é importante para uma distribuição de orçamento equilibrada. Os custos são pagos do fundo de reserva para reformas, e se for insuficiente, a arrecadação de valores extras e empréstimos também são opções.

Etapa 5: Selecionar a empresa construtora

Obtém-se orçamentos de várias empresas e seleciona-se avaliando de forma abrangente o histórico de obras, riqueza de experiência, estabilidade financeira etc. Como será um parceiro de longo prazo também com inspeções regulares após a obra, é necessário um julgamento cuidadoso.

Etapa 6: Realizar a assembleia geral

Explica-se aos condôminos o objetivo da reforma, o conteúdo da obra, o período de obra, a empresa construtora e os custos, e obtém-se a aprovação. O processo de seleção deve ter justiça e transparência.

Etapa 7: Realizar a reunião de explicação da obra

Cerca de 1 mês antes do início das obras, explica-se aos moradores o conteúdo da obra e os pontos de atenção. Uma explicação cuidadosa é indispensável sobre as precauções de segurança e os impactos na vida cotidiana.

Etapa 8: Início das obras

Durante o período de obras, compartilha-se o progresso em reuniões regulares e continua-se a comunicação com os moradores. Fatores que afetam a vida dos moradores, como barulho de construção de andaimes e entrada e saída de veículos de obras, devem ser informados com antecedência.

Etapa 9: Conclusão da obra e entrega

Confirma-se os locais de construção na inspeção de conclusão, e se houver problemas, solicita-se correção. Como os documentos de conclusão são documentos importantes para a manutenção do edifício, guarde-os com cuidado.

O que acontece se a grande reforma for negligenciada?

Se a grande reforma for adiada, surgem sérias consequências tanto na segurança quanto no valor patrimonial do edifício.

A segurança e o conforto são comprometidos

A deterioração da pintura das paredes externas causa rachaduras e descascamentos, e quando a água da chuva penetra e o ferro da armadura dentro do concreto enferruja e se expande, a resistência do edifício diminui significativamente. É importante fazer reformas antes que a deterioração se torne grave, e para isso é estabelecido um sistema de reforma planejada em ciclos de 12 a 16 anos.

O valor patrimonial diminui

Se as mudanças nas necessidades dos moradores forem ignoradas, o valor patrimonial diminui com o passar do tempo. Melhorias no hall de entrada, como instalação de rampa sem barreiras, introdução de porteiro eletrônico e instalação de caixa de correio coletiva com porta-pacotes, são eficazes para aumentar a satisfação dos moradores.

Qual é o custo médio de uma grande reforma?

Mais da metade dos condomínios tem um custo de 750.000 a 1.250.000 ienes por unidade. Os custos variam também dependendo do número de vezes e do conteúdo das obras de reforma.

Custo médio por unidade

De acordo com a pesquisa do Ministério do Território, Infraestrutura, Transporte e Turismo, o valor de obra mais comum por unidade é de 1.000.000 a 1.250.000 ienes (27%), com a média da 1ª vez sendo 1.516.000 ienes/unidade e da 2ª vez 1.124.000 ienes/unidade.

Custo médio por m²

Por m² de área privativa, a proporção mais alta é de 10.000 a 15.000 ienes/m² (33,4%), com a mediana da 1ª vez sendo 11.000 ienes/m².

Razões para custos elevados

O aumento dos custos de mão de obra (escassez de mão de obra e envelhecimento no setor da construção civil) e a dificuldade de obtenção de materiais de construção (aumento dos materiais de construção importados devido à desvalorização do iene) são os dois principais fatores.

Custos de consultoria

Se receber o suporte de um especialista, o custo do consultor é de cerca de 20.000 a 30.000 ienes por unidade ou cerca de 5 a 10% do custo total da obra.

Período de obra por escala do condomínio

Para pequena escala (menos de 50 unidades) é de cerca de 3 a 4 meses, média escala (50 a 100 unidades) é de cerca de 4 a 6 meses, e grande escala (100 unidades ou mais) é de cerca de 6 meses a mais de 1 ano.

Como definir e qual é o custo médio do fundo de reserva para reformas?

Os custos da grande reforma são cobertos pelo fundo de reserva para reformas cobrado mensalmente dos moradores. A definição adequada do fundo de reserva se torna a base para obras de reforma estáveis.

Método de cálculo do fundo de reserva

O guia do plano de manutenção de longo prazo recomenda o método de acumulação uniforme (método de manter o valor mensal constante). Por outro lado, o método de acumulação gradual aumenta gradualmente o fundo de reserva para reformas, e embora a carga nos primeiros anos de residência seja leve, a carga aumenta quanto mais tempo se mora. Revise o plano de manutenção de longo prazo a cada 5 anos como referência.

Custo médio do fundo de reserva

O valor médio mensal do fundo de reserva por m² de área privativa é de 252 a 335 ienes/m² para menos de 20 andares, e 338 ienes/m² para 20 andares ou mais. A estimativa por unidade é de cerca de 20.000 a 30.000 ienes.

O que fazer quando os custos de reforma são insuficientes?

Mesmo que o fundo de reserva para reformas seja insuficiente, é possível realizar a obra combinando os seguintes métodos.

Arrecadar valores extras

Tem a vantagem de poder cobrir o valor insuficiente sem taxas ou juros, e pode ser arrecadado com relativa rapidez. No entanto, é necessário formar um consenso com os moradores, e se for difícil arrecadar de todas as unidades, considere também a cobrança parcelada.

Pedir empréstimo a uma instituição financeira

O "Empréstimo para Reforma de Partes Comuns de Condomínio" da Agência de Suporte à Habitação permite empréstimo dentro do valor total da obra, com flexibilidade também na definição do período de reembolso. É melhor consultar primeiro antes de instituições financeiras privadas.

Aumentar o fundo de reserva para reformas

É necessária a aprovação da assembleia geral do condomínio, e como leva tempo até que o valor insuficiente seja reposto, é adequado para condomínios que têm tempo antes da grande reforma.

Dividir o conteúdo da obra

Por exemplo, desta vez apenas a pintura das paredes externas, no próximo ano apenas a impermeabilização do teto, etc. É um método de dividir as obras para reduzir as despesas temporárias. Será necessário reconsiderar o plano de manutenção de longo prazo.

Adiar a grande reforma

Como último recurso, o adiamento também é uma opção, mas quanto mais os danos avançam, maior o risco de que os custos de reforma aumentem, portanto tome medidas para a realização antecipada.

Perguntas frequentes

Qual é o ciclo adequado para a grande reforma?

Geralmente é realizada em ciclos de 12 a 16 anos. No entanto, como varia dependendo do estado do edifício e do conteúdo do plano de manutenção de longo prazo, receba diagnósticos regulares do edifício para julgar o timing adequado.

É possível continuar morando durante a grande reforma?

Sim, a obra enquanto se mora é o básico. No entanto, há impactos na vida cotidiana, como instalação de andaimes, barulho e restrições de uso da varanda, portanto é importante explicar cuidadosamente aos moradores na reunião de explicação antes da obra.

Qual é o valor adequado do fundo de reserva para reformas?

De acordo com o guia do Ministério do Território, Infraestrutura, Transporte e Turismo, a estimativa para condomínios com menos de 20 andares é de 252 a 335 ienes mensais por m² de área privativa. Para uma área privativa de 100 m², o valor mensal é de cerca de 25.000 a 34.000 ienes. É necessária uma definição baseada no plano de manutenção de longo prazo de acordo com a situação do imóvel.

Como reduzir os custos da grande reforma?

O básico é obter orçamentos de várias empresas construtoras e comparar. É possível otimizar os custos com uma distribuição de orçamento equilibrada, como adiar para a próxima vez obras de baixa urgência e revisar a prioridade das obras de melhoria. A adoção do método de supervisão de projeto para incluir uma verificação de terceiros também é eficaz para realizar a obra a um preço justo.

Daisuke Inazawa, President & CEO of INA&Associates Inc.

Autor

Presidente e CEOINA&Associates Inc.

Presidente e CEO da INA&Associates Inc. Lidera a corretagem imobiliária, a locação e a gestão de imóveis na Grande Tóquio e na região de Kansai. Especializado em estratégia de investimento em imóveis de renda e consultoria para investidores de alto patrimônio.

Daisuke Inazawa é presidente e CEO da INA&Associates Inc., uma empresa imobiliária japonesa com sede em Osaka e filial em Tóquio. Ele lidera os três negócios centrais da companhia — corretagem imobiliária, locação e gestão de propriedades — na Grande Tóquio e na região de Kansai.

Suas áreas de especialização incluem estratégia de investimento em imóveis geradores de renda, otimização de rentabilidade em operações de locação, consultoria imobiliária para investidores de altíssimo patrimônio (UHNWI) e investidores institucionais, além de investimento imobiliário transfronteiriço. Presta consultoria de longo prazo, baseada em dados, a investidores no Japão e no exterior.

Sob a filosofia de gestão «o ativo mais importante de uma empresa são as suas pessoas», ele posiciona a INA&Associates como uma «empresa de investimento em capital humano» e está comprometido com a criação sustentável de valor corporativo por meio do desenvolvimento de talentos. Como executivo, também se manifesta publicamente sobre liderança e cultura organizacional em tempos de mudança.

Obteve onze qualificações profissionais japonesas: corretor imobiliário licenciado (Takken), Master certificado em consultoria imobiliária, gestor licenciado de condomínios, supervisor licenciado de gestão predial, profissional certificado em gestão de locação, gyōseishoshi (advogado administrativo), responsável certificado pela proteção de dados pessoais, gerente de prevenção de incêndio classe A, especialista certificado em imóveis arrematados em leilão, engenheiro certificado em manutenção de condomínios e supervisor licenciado de operações de crédito.

  • Corretor imobiliário licenciado (Takken)
  • Master certificado em consultoria imobiliária
  • Gestor licenciado de condomínios
  • Supervisor licenciado de gestão predial
  • Profissional certificado em gestão de locação
  • Gyōseishoshi (advogado administrativo)
  • Responsável certificado pela proteção de dados pessoais
  • Gerente de prevenção de incêndio classe A
  • Especialista certificado em imóveis arrematados
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  • Supervisor licenciado de operações de crédito