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Qual é a diferença entre contrato POG e contrato FM para inspeção de elevadores? Explicação sobre custos, vantagens e como escolher

Explicamos as diferenças entre contratos POG e FM para manutenção de elevadores. Veja custos, vantagens, desvantagens e dicas para reduzir despesas.

Leitura de cerca de 10 min

Os elevadores utilizados em apartamentos e edifícios precisam passar por inspeções regulares para garantir a segurança dos usuários.
Como os proprietários são os principais responsáveis pela gestão dos elevadores, vale a pena conhecer bem as normas de inspeção.
A inspeção de elevadores é amplamente obrigatória por lei, com diversas verificações e regulamentações estabelecidas.
Na prática, os contratos de manutenção se dividem em dois tipos: "contrato POG" e "contrato FM", cada um com suas vantagens e desvantagens.
Muitos proprietários nem sabem que existem diferentes modalidades de contrato de manutenção.
Por isso, neste artigo, vamos apresentar em detalhes os fundamentos da inspeção de elevadores.
Para que o elevador do seu imóvel funcione com segurança e sem acidentes, utilize este artigo como referência para realizar as inspeções e verificações necessárias.

Conheça os fundamentos da inspeção de elevadores

Os proprietários que administram imóveis com elevadores geralmente sabem que inspeções e verificações são necessárias.
No entanto, muitos não sabem exatamente o que é realizado durante a inspeção de elevadores.
As inspeções possuem categorias e itens de verificação, além de legislações específicas que as regulamentam.
Para administrar seu imóvel com tranquilidade tanto do ponto de vista legal quanto da segurança, é fundamental conhecer primeiro os fundamentos da inspeção de elevadores.

Tipos de inspeção de elevadores

As inspeções de elevadores se dividem em três tipos: "relatório de inspeção periódica", "inspeção de desempenho e inspeção periódica autônoma" e "manutenção preventiva".
As inspeções são obrigatórias por lei para os administradores, e todas devem ser realizadas.
Vamos apresentar os detalhes de cada tipo de inspeção.

Relatório de inspeção periódica

O relatório de inspeção periódica é um sistema de inspeção estabelecido pelo Artigo 12 da Lei de Padrões de Construção.
O descumprimento da inspeção pode resultar em multa de até 1 milhão de ienes.
O relatório de inspeção periódica é realizado por arquitetos de primeira ou segunda classe ou por inspetores de equipamentos de elevação, sendo o responsável pela gestão o proprietário do imóvel.
Os objetos de inspeção são todos os produtos, exceto elevadores residenciais, elevadores sujeitos à inspeção de desempenho e elevadores com capacidade de carga superior a 1 tonelada.
A frequência de inspeção e verificação é de aproximadamente uma vez a cada 6 meses a 1 ano, e os resultados devem ser reportados à autoridade administrativa competente.

O que é a autoridade administrativa competente para o relatório?

Conforme mencionado anteriormente, o relatório de inspeção periódica é obrigatório pelo Artigo 12 da Lei de Padrões de Construção.
O Artigo 12 da Lei de Padrões de Construção estabelece que "profissionais habilitados devem realizar inspeções periódicas e reportar os resultados à autoridade administrativa competente".
A "autoridade administrativa competente" mencionada pode ser identificada na lista de autoridades administrativas competentes da Associação Nacional de Conselhos de Revisão de Edificações.
Como o descumprimento do relatório pode resultar em penalidades, certifique-se de sempre reportar após a realização da inspeção.

Os documentos de relatório necessários para isso podem ser elaborados pela empresa de inspeção em seu lugar.

Inspeção de desempenho e inspeção periódica autônoma

A inspeção de desempenho e a inspeção periódica autônoma são sistemas de inspeção estabelecidos pela Lei de Saúde e Segurança Ocupacional.
O descumprimento dessas inspeções pode resultar em pena de reclusão de até 6 meses ou multa de até 500 mil ienes.

Essas inspeções são realizadas em elevadores com capacidade de carga superior a 1 tonelada, e incluem três tipos de testes: inspeção visual, teste de funcionamento e teste de carga.
Caso o elevador que você administra se enquadre nessa categoria, realize as inspeções.
A frequência da inspeção de desempenho é de uma vez por ano, e a da inspeção periódica autônoma é de uma vez por mês.

Necessidade da inspeção de desempenho e da inspeção periódica autônoma

Alguns proprietários podem não entender bem a diferença e a necessidade da inspeção de desempenho e da inspeção periódica autônoma.
A maioria dos elevadores precisa realizar o relatório de inspeção periódica, mas quando a capacidade de carga supera 1 tonelada, são obrigatórias a inspeção de desempenho prevista na "Lei de Saúde e Segurança Ocupacional" e a inspeção periódica autônoma prevista no "Regulamento de Segurança para Guindastes e Equipamentos Similares".

Os elevadores enquadrados nessa categoria recebem um certificado de inspeção durante a fabricação, e esse certificado tem prazo de validade, sendo necessário realizar a inspeção de desempenho para renová-lo.
Além disso, os elevadores sujeitos à inspeção de desempenho também são obrigados a realizar uma inspeção periódica autônoma mensal.
Em resumo, a inspeção de desempenho é necessária para renovar a validade do certificado de inspeção, e a inspeção periódica autônoma deve ser realizada uma vez por mês.

A inspeção de desempenho pode ser realizada pela Agência de Inspeção de Trabalho ou por órgãos de inspeção de desempenho reconhecidos pelo Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar, sendo os responsáveis o proprietário e o administrador.
No caso da inspeção periódica autônoma, o órgão de inspeção de desempenho realiza a verificação, e o responsável é o operador do negócio.

Manutenção preventiva

A manutenção preventiva, ao contrário do relatório de inspeção periódica e da inspeção de desempenho/inspeção periódica autônoma, não é obrigatória por lei.
Por isso, é comum pensar "então não preciso fazer manutenção preventiva", mas atenção: existe a "disposição de esforço" do Artigo 8 da Lei de Padrões de Construção.
O Artigo 8 da Lei de Padrões de Construção estabelece que "proprietários, administradores e ocupantes de edificações devem se esforçar para manter o terreno, a estrutura ou os equipamentos de construção do imóvel em conformidade com a lei".

Embora não seja legalmente obrigatório, isso indica a necessidade de manter sempre um estado seguro.
Existem diretrizes para uma manutenção adequada, e a manutenção preventiva deve ser realizada com frequência de uma vez por mês ou uma vez a cada 3 meses, de acordo com a frequência de uso.
Os detalhes do conteúdo da manutenção preventiva estão descritos no "Contrato Padrão de Serviços de Manutenção de Elevadores" do Ministério de Terras, Infraestrutura, Transportes e Turismo.
Como esse documento serve de base para os serviços prestados, verifique o conteúdo da inspeção ao contratar uma empresa.

Modalidades de contrato de manutenção: "Contrato POG" e "Contrato FM"

Você sabia que os contratos de manutenção de elevadores se dividem em dois tipos?
As principais modalidades são o contrato POG e o contrato FM, utilizados nos contratos de manutenção de elevadores.
A seguir, explicamos cada um deles.

O que é o contrato POG?

O "POG" no contrato POG é a sigla em inglês para "Parts (Peças)", "Oil (Óleo)" e "Grease (Graxa)", e refere-se a um contrato que cobre apenas as inspeções básicas.
Caso sejam identificadas necessidades de manutenção durante a inspeção, os custos de reparo são cobrados separadamente.

Vantagens

No contrato POG, o proprietário paga apenas pelos serviços de manutenção realizados.
Por isso, se não houver necessidade de reparos ou troca de peças no elevador, é possível realizar as inspeções com custos reduzidos.
O custo anual de manutenção por elevador fica entre 150 mil e 200 mil ienes, e algumas empresas podem realizar a troca de consumíveis dentro de uma faixa predeterminada.

Desvantagens

A principal desvantagem do contrato POG é que os custos de reparo e troca de peças não estão incluídos.
Embora nas vantagens tenhamos mencionado que é possível reduzir custos se não houver reparos ou trocas de peças, dependendo da frequência de uso e do envelhecimento do equipamento, isso pode se tornar uma desvantagem.
Se o elevador estiver instalado há muitos anos, a frequência de falhas e problemas tende a aumentar.
Portanto, como reparos e trocas de peças não estão incluídos no contrato, pode ser necessário pagar tanto os custos de manutenção quanto os de reparo.

Casos em que o contrato POG é recomendado

Como o contrato POG cobre basicamente apenas a inspeção de peças, óleo e graxa, é mais adequado para "imóveis com poucos anos de construção", onde reparos e trocas de peças são menos frequentes.
No entanto, o contrato POG é muito conveniente para proprietários que não querem gastar muito em custos de manutenção e administração, independentemente da idade do imóvel.
Para proprietários que não se incomodam em negociar individualmente quando reparos são necessários, é provável que seja possível manter os custos de administração baixos.

O que é o contrato FM?

A seguir, apresentamos o contrato FM.
O "FM" no contrato FM vem de "Full Maintenance" (Manutenção Completa).
O contrato FM inclui não apenas a inspeção básica do contrato POG, mas também todos os custos de reparo e troca de peças quando necessário, tudo incluído no custo de manutenção.
A mensalidade é mais alta do que no contrato POG, mas não há necessidade de pagar custos adicionais quando são identificados reparos ou trocas de peças durante a manutenção.

Vantagens

No contrato FM, mesmo que sejam necessários reparos ou trocas de peças após a inspeção, não há cobrança além da mensalidade de manutenção.
Como é possível conhecer o custo acordado no momento da contratação, há também a vantagem de facilitar o controle dos gastos anuais com o elevador.

No contrato POG, quando reparos ou trocas de peças são necessários, o orçamento é primeiro apresentado ao proprietário e, após sua aprovação, os serviços são iniciados.
Já no contrato FM, como basta pagar apenas a mensalidade de manutenção sem custos adicionais, os serviços podem ser realizados sem perda de tempo ou esforço.

Desvantagens

Embora haja a vantagem de não exigir tempo e esforço, muitas empresas definem preços base mais elevados.
A vida útil legal de um elevador é de 17 anos, e um elevador recém-instalado dificilmente apresentará falhas.
Portanto, para elevadores mais novos, o contrato POG provavelmente oferece maior economia nos custos de manutenção.

Casos em que o contrato FM é recomendado

Imóveis mais antigos tendem a apresentar falhas e problemas com elevadores com maior frequência.
Como a necessidade de reparos e trocas de peças também aumenta, nesse caso o contrato FM permite maior economia nos custos de manutenção.

Além disso, imóveis com muitas unidades naturalmente têm elevadores com maior frequência de uso.
Com maior frequência de uso, as peças se deterioram e o número de reparos e trocas de peças aumenta.
O contrato FM também é recomendado para proprietários que possuem múltiplos imóveis, pois reduz o esforço na administração.

Preços de referência para inspeção de elevadores por tipo de contrato e empresa

Mesmo tendo entendido os detalhes e a necessidade das inspeções de elevadores, você provavelmente quer saber quanto custam.
A seguir, apresentamos os preços de referência para inspeções de elevadores.

Preços de referência para contrato POG e FM

O custo das inspeções de elevadores é mais alto no contrato FM do que no POG.
Como mencionado anteriormente, o contrato FM inclui os custos de reparo e troca de peças na mensalidade.
A diferença entre o contrato POG e FM é de cerca de 20 mil ienes por mês por elevador.
No contrato POG, a mensalidade fica entre 20 mil e 50 mil ienes; no FM, entre 30 mil e 60 mil ienes.
Calculando anualmente, a diferença é de aproximadamente 150 mil a 200 mil ienes, então leve em consideração a idade do imóvel e do elevador ao decidir.

Dois tipos de empresas para contratar inspeção de elevadores

As empresas de manutenção para inspeção de elevadores se dividem em dois tipos: "independentes" e "fabricantes".
As empresas fabricantes são afiliadas de fabricantes como Toshiba e Mitsubishi, e realizam manutenção apenas nos produtos de sua própria marca.

Por outro lado, as empresas independentes não têm vínculo com nenhum fabricante e, em geral, podem realizar manutenção em elevadores de qualquer marca.

Os custos variam entre empresas independentes e fabricantes

O preço de referência para o contrato FM é de 40 mil a 60 mil ienes para empresas fabricantes, e de 30 mil a 50 mil ienes para empresas independentes.
No contrato POG, empresas fabricantes cobram de 30 mil a 50 mil ienes, e empresas independentes de 20 mil a 40 mil ienes.
Comparando essas empresas, as independentes são de 20% a 50% mais baratas do que as fabricantes.

Portanto, proprietários que querem reduzir custos devem optar por empresas independentes.

As empresas independentes também têm desvantagens

Embora as empresas independentes ofereçam a vantagem de custos mais baixos, também apresentam desvantagens.
No caso de empresas independentes com menos experiência e conhecimento, pode haver empresas com capacidade técnica inferior às fabricantes.
No entanto, as empresas fabricantes têm um longo histórico de operação, com ampla experiência em inspeções e anos de prática.
Possuem expertise técnica e conhecimento especializado nos elevadores do fabricante que atendem, o que transmite segurança.

É compreensível querer reduzir os custos de inspeção de elevadores, mas a segurança dos elevadores é um item crucial que envolve vidas humanas.
Ao escolher uma empresa, selecione uma que seja confiável não apenas pelo preço, mas também pela capacidade técnica e conhecimento.

Inspeção de elevadores: contrato POG ou FM, qual escolher?

Qual contrato deve ser escolhido para a inspeção de elevadores: POG ou FM?
O ponto-chave é entender as características de cada contrato e escolher o mais adequado para cada imóvel, de forma a aproveitar melhor seus benefícios.
Apresentamos os casos em que cada um é mais indicado.

O contrato POG é mais adequado para condomínios novos ou recém-construídos.
Como o elevador também é novo nesses casos, é menos propenso a falhas e a frequência de reparos é baixa.
Por isso, optar pelo contrato POG em vez do FM também resulta em menores custos de reparo.
Embora seja necessário negociar individualmente a cada reparo, o que gera algum esforço, os custos de reparo são reduzidos.

Por outro lado, o contrato FM (Full Maintenance) é mais adequado para "condomínios com muitas unidades", onde a frequência de uso do elevador é naturalmente alta.
Quando o elevador é usado com maior frequência, o número de reparos também aumenta naturalmente.
Nesses casos, ter o contrato FM torna os reparos mais econômicos.
Além disso, o contrato FM também é recomendado para "condomínios antigos com alta frequência de falhas no elevador" ou para "proprietários que administram múltiplos imóveis".
Nesses casos, a vantagem do contrato FM de "reduzir o esforço de administração do proprietário" pode ser amplamente aproveitada.

O que é "inadequação preexistente" nas inspeções periódicas?

A seguir, explicamos detalhadamente o que é a inadequação preexistente nas inspeções periódicas.

O que é inadequação preexistente

Inadequação preexistente refere-se ao "estado em que a construção do condomínio ou instalação do elevador foi realizada em conformidade com a lei vigente na época, mas que deixou de atender à legislação atual em virtude de uma reforma legal posterior".
As leis como a Lei de Padrões de Construção mudam gradualmente a cada ano, e o conteúdo pode ter mudado significativamente desde a construção do condomínio ou a instalação do elevador.
Essa diferença entre a lei antiga e a nova é chamada de inadequação preexistente.
No Japão, não há obrigatoriedade de conformidade com a nova lei, portanto manter a inadequação preexistente não constitui infração.
No entanto, se você deseja que os moradores usem o condomínio e o elevador com segurança, é necessário corrigir a inadequação preexistente.

Em 2009, o Ministério de Terras, Infraestrutura, Transportes e Turismo realizou uma reforma legal dos elevadores.
Dois eventos motivaram essa reforma.
O primeiro foi um problema com elevadores causado por um grande terremoto no noroeste da província de Chiba.

O terremoto provocou a paralisação de mais de 60 mil elevadores, e pessoas que estavam dentro foram presas, tornando-se um problema social.
Esse aprisionamento em elevadores tornou-se um problema social e motivou a reforma legal.
O segundo evento foi um acidente envolvendo a Schindler Elevator Corporation.

Em junho de 2006, o acidente ocorreu no edifício residencial de aluguel de 23 andares "City Heights Takeshiba", em Tóquio.
Um estudante do ensino médio que tentava sair do elevador de costas, puxando uma bicicleta, foi esmagado e morreu quando o elevador se moveu sozinho.
A inspeção emergencial realizada na Schindler Elevator Corporation questionou a segurança dos elevadores e levou à reforma legal.

Então, como as leis dos elevadores foram alteradas com a reforma legal?
A primeira mudança foi a obrigatoriedade de instalação de dispositivos de controle em caso de terremoto.
Ao tornar obrigatória a instalação desses dispositivos, ficou mais fácil evitar o aprisionamento de pessoas dentro dos elevadores durante terremotos.
A segunda mudança foi a obrigatoriedade da duplicação dos freios.

Com a instalação de dois freios independentes, mesmo que um falhe, o elevador pode ser mantido com segurança.

Diferenças de segurança

Os dispositivos de controle em caso de terremoto já existiam anteriormente, mas sua instalação nos elevadores não era obrigatória.
Por isso, havia elevadores com e sem dispositivos de controle em caso de terremoto.
No entanto, com a reforma legal, a instalação desses dispositivos tornou-se obrigatória em todos os elevadores.

Com a instalação dos dispositivos de controle em caso de terremoto, quando um tremor é detectado, o elevador para no andar mais próximo e as portas se abrem.
Isso possibilitou a prevenção do aprisionamento de pessoas em elevadores durante terremotos.
Além disso, a obrigatoriedade da duplicação dos freios aumentou a segurança da cabine do elevador.
Um "dispositivo de detecção de distância específica" que detecta quando a cabine se afasta do andar foi instalado, permitindo a detecção de movimento com porta aberta.
Com a obrigatoriedade da instalação de dispositivos de controle sísmico e a duplicação dos freios, os elevadores se tornaram mais seguros tanto no uso cotidiano quanto em situações de emergência.
No entanto, os elevadores anteriores também possuem dispositivos de segurança, portanto a segurança não mudou drasticamente.
Entenda que simplesmente ficou mais fácil usar os elevadores com tranquilidade em situações de emergência.

Como corrigir a inadequação preexistente?

A inadequação preexistente apenas não atende à legislação atual, e não é de forma alguma uma infração.
Os elevadores de condomínios construídos antes de 2009 frequentemente apresentam inadequação preexistente.
Embora manter a inadequação preexistente não resulte em penalidades, se você deseja aumentar a segurança do condomínio e do elevador, é necessário corrigir a inadequação preexistente.

Para corrigir a inadequação preexistente, é necessário substituir o elevador.
Para proprietários que administram múltiplos apartamentos e condomínios, pode ser necessário um investimento de centenas de milhares de ienes.
Por isso, tente corrigir a inadequação preexistente ao mesmo tempo em que substitui o elevador.
Muitos proprietários substituem o elevador a cada 20 anos, de acordo com a vida útil.

Se o elevador foi instalado ou substituído entre 2003 e 2008, antes da reforma legal, a estimativa é substituí-lo por um novo em até 5 anos.
Se o elevador foi instalado ou substituído antes disso, considere corrigir a inadequação preexistente.

O que é "monitoramento remoto", o novo contrato de manutenção e gestão?

Empresas como Japan Elevator Manufacturing, Toshiba Elevator and Building Systems Corporation e Japan Elevator Service Holdings Co., Ltd. já adotam o "monitoramento remoto" como novo contrato de manutenção e gestão.
Quais são as características e desafios do monitoramento remoto?

Características do monitoramento remoto

Vejamos as características comuns dos sistemas de monitoramento remoto de elevadores.

· Monitoramento automático remoto
O monitoramento remoto monitora e diagnostica anomalias como aprisionamento no elevador, mau funcionamento da abertura e fechamento de portas, acionamento de circuitos de segurança, anomalias no sistema elétrico e impossibilidade de partida.
Caso alguém fique aprisionado dentro do elevador, é possível realizar o resgate e a recuperação provisória remotamente por meio do interfone instalado no elevador.

· Inspeção automática remota
O diagnóstico remoto é uma função que realiza o diagnóstico automático do elevador sem tripulação.
O estado de circulação da cabine, o estado de abertura e fechamento das portas, o estado de funcionamento dos freios, o estado de funcionamento do interfone e os interruptores de limite do poço de elevação, para verificar se os interruptores de segurança estão funcionando normalmente, também são diagnosticados automaticamente de forma remota.

Desafios do monitoramento remoto

Embora o sistema de monitoramento automático remoto seja conveniente, ainda existem desafios a serem superados.
Apresentamos os dois principais desafios.

· Segurança das comunicações
Se a segurança das comunicações do monitoramento remoto for fraca, há o risco de hackers tomarem controle da rede.
Para realizar o monitoramento remoto com segurança, é necessário aumentar o nível de segurança.
No entanto, a construção de um sistema de rede robusto requer investimento financeiro.
Por isso, a dificuldade de obter recursos financeiros em condomínios de pequeno porte é um dos desafios do monitoramento remoto.

· Equilíbrio de custos como taxas de comunicação e custos de instalação
Para implementar o monitoramento remoto, é necessário usar uma linha de comunicação dedicada.
Os custos dessa comunicação são mais altos do que os convencionais, e a relação entre custo e qualidade varia.
Além dos custos de comunicação, há também custos iniciais como instalação e equipamentos.
Esses custos e o equilíbrio de custos também são apontados como desafios.

Como escolher uma empresa de inspeção de elevadores

Apresentamos três pontos para escolher uma empresa de inspeção de elevadores.
Proprietários que não sabem como escolher uma empresa de inspeção podem usar isso como referência.

Verifique o histórico de trabalhos realizados

Ao escolher uma empresa de inspeção de elevadores, certifique-se de verificar o histórico de trabalhos realizados pela empresa.
Quando você descobre uma empresa por lista telefônica ou indicação de conhecidos, pode ser difícil saber qual empresa escolher com segurança.
Há casos em que alguém solicita uma visita ao condomínio para ouvir uma explicação e acaba descobrindo que se trata de uma empresa desonesta.
Por isso, é importante verificar o histórico de trabalhos da empresa para poder confiar a inspeção a ela com tranquilidade.
O histórico de trabalhos pode ser verificado no site da empresa.

Se o site não apresentar ou mencionar nenhum histórico de trabalhos, pode ser que a empresa não tenha muita experiência.
Nesses casos, evite escolher empresas que aparentemente não têm histórico de trabalhos.
Uma empresa com amplo histórico e boa reputação é mais confiável para contratar.

Verifique também o atendimento em emergências

Ao escolher uma empresa de inspeção de elevadores, um ponto que muitas vezes é negligenciado é como a empresa responde em situações de emergência.
Se a empresa não oferecer nenhum suporte em emergências, quando o elevador quebrar, os moradores terão que usar as escadas.
Além disso, a falta de resposta rápida em desastres pode levar a problemas.
Para evitar esse tipo de situação, é importante escolher uma empresa que responda rapidamente em emergências.

Antes de contratar uma empresa, pergunte como ela atende em emergências.
É ainda melhor se você conseguir informações concretas sobre como eles agiram em situações passadas.

Conheça as características de empresas desonestas

Ultimamente, tem sido um problema a presença de empresas desonestas entre as reformadoras.
A maioria das empresas é honesta, mas é preciso ter cuidado, pois também há empresas desonestas entre as de inspeção de elevadores.
Ao escolher uma empresa de inspeção de elevadores, tome cuidado para não ser enganado por empresas desonestas.
Explicamos as características de empresas desonestas para que você saiba como evitá-las.

· Empresas com descontos extremamente exagerados
Empresas que oferecem descontos extremamente grandes nos custos de inspeção de elevadores podem ser desonestas.
Os custos de inspeção e substituição de elevadores tendem a ser altos.
No entanto, o detalhamento muitas vezes é difícil de entender para leigos, tornando difícil avaliar pelo orçamento se o valor é alto ou baixo.
As empresas desonestas tendem a preparar orçamentos previamente inflacionados e depois oferecer grandes descontos para fechar o contrato.

Uma empresa verdadeiramente honesta prepara orçamentos com preços justos e explica detalhadamente por que cada custo é necessário.
Fique alerta se encontrar uma empresa com descontos exageradamente grandes.

· Empresas que não melhoram o projeto
Suponha que você solicite a uma empresa a substituição do elevador por um novo.
Se você pedir "a elaboração de um orçamento para substituição do elevador com base neste projeto previamente preparado", também é necessário ter cuidado.

Uma empresa honesta não adotará diretamente um projeto de outra empresa para realizar a substituição do elevador.
Por questões de ética e segurança, não adotariam o projeto sem modificações.
Mesmo que você queira contratar serviços a um preço baixo, não contrate empresas que afirmam poder fazer o serviço barato sem melhorar o projeto.
Considere-as empresas desonestas.

Conclusão

Em condomínios com elevadores instalados, é necessário inspecionar os elevadores para garantir seu uso seguro.
Ao contratar uma inspeção, você escolherá entre duas modalidades de contrato de manutenção.
O contrato POG é um contrato em que os reparos são solicitados e pagos individualmente quando necessário.
O contrato FM é um contrato em que a inspeção básica e os custos de reparo estão incluídos no custo de manutenção.
Em condomínios novos ou recém-construídos, como a frequência de reparos é baixa, o contrato POG é mais vantajoso.
Por outro lado, para proprietários de condomínios antigos ou que administram múltiplos imóveis, o contrato FM tende a ser mais conveniente e econômico.
Use este artigo como referência para contratar uma empresa honesta para a inspeção do elevador.

Perguntas frequentes sobre contratos de inspeção de elevadores

P1. Qual é mais vantajoso: contrato POG ou FM?

Para imóveis com poucos anos de construção, o contrato POG permite reduzir custos. Para imóveis com mais de 20 anos, o contrato FM é mais seguro por incluir os custos de troca de peças.

P2. O que acontece se a inspeção do elevador for negligenciada?

Configura infração à Lei de Padrões de Construção, podendo resultar em multa de até 1 milhão de ienes. Em caso de acidente, há possibilidade de responsabilização criminal.

P3. Qual é o custo de referência para inspeção de elevadores?

O contrato POG tem mensalidade de 3 a 5 mil reais, e o FM de 4 a 8 mil reais como valores gerais de referência. Os custos variam significativamente entre empresas fabricantes e independentes.

Daisuke Inazawa, President & CEO of INA&Associates Inc.

Autor

Presidente e CEOINA&Associates Inc.

Daisuke Inazawa é presidente e CEO da INA&Associates Inc., uma empresa imobiliária japonesa com sede em Osaka e filial em Tóquio. Ele lidera os três negócios centrais da companhia — corretagem imobiliária, locação e gestão de propriedades — na Grande Tóquio e na região de Kansai.

Suas áreas de especialização incluem estratégia de investimento em imóveis geradores de renda, otimização de rentabilidade em operações de locação, consultoria imobiliária para investidores de altíssimo patrimônio (UHNWI) e investidores institucionais, além de investimento imobiliário transfronteiriço. Presta consultoria de longo prazo, baseada em dados, a investidores no Japão e no exterior.

Sob a filosofia de gestão «o ativo mais importante de uma empresa são as suas pessoas», ele posiciona a INA&Associates como uma «empresa de investimento em capital humano» e está comprometido com a criação sustentável de valor corporativo por meio do desenvolvimento de talentos. Como executivo, também se manifesta publicamente sobre liderança e cultura organizacional em tempos de mudança.

Detém onze qualificações profissionais japonesas: corretor imobiliário licenciado (Takken), Master certificado em consultoria imobiliária, gestor licenciado de condomínios, supervisor licenciado de gestão predial, profissional certificado em gestão de locação, gyōseishoshi (advogado administrativo), responsável certificado pela proteção de dados pessoais, gerente de prevenção de incêndio classe A, especialista certificado em imóveis arrematados em leilão, engenheiro certificado em manutenção de condomínios e supervisor licenciado de operações de crédito.

  • Corretor imobiliário licenciado (Takken)
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