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Cada filho precisa de um quarto próprio? Como usar melhor o quarto infantil

Cada filho realmente precisa de um quarto separado? Com exemplos práticos, explicamos autonomia, risco de isolamento e como criar um bom ambiente de estudo para orientar a escolha da planta.

Última atualização: Leitura de cerca de 2 min

"Como devemos planejar o quarto das crianças?" é um dos elementos importantes ao pensar no layout da casa. Surgem várias dúvidas, como "Pensando na privacidade da criança, é melhor um quarto para cada uma?" e "Como deve ser um ambiente em que ela consiga estudar com tranquilidade?". Tanto em apartamentos quanto em casas, a planta 3LDK é comum; se o casal usar um quarto, restam dois para as crianças. A resposta varia conforme o tamanho da casa, o número de filhos e a orientação educacional da família, mas vale refletir com base em exemplos práticos.

Quais são as vantagens e desvantagens de um quarto para cada filho?

A principal vantagem do quarto infantil é criar um espaço em que a criança possa ficar sozinha, favorecendo seu crescimento em aspectos como autonomia e respeito à privacidade.

Por outro lado, entre as desvantagens estão o risco de a criança se concentrar demais em jogos e vídeos e deixar os estudos em segundo plano, além da possibilidade de incentivar o isolamento.

O que é espaço pessoal nos dias de hoje

Por volta do ensino fundamental II, a individualidade começa a se formar, e a criança passa a desejar um espaço só seu. No entanto, hoje em dia o smartphone também cumpre o papel de espaço pessoal. Ao colocar fones de ouvido, aquele lugar passa a ser um espaço privado.
Se a criança já está no ensino fundamental II ou acima, uma alternativa é perguntar se ela prefere "um quarto individual sem smartphone" ou "um espaço compartilhado com smartphone".

Exemplos práticos: como usar dois quartos

Separar em quarto de estudos e quarto de dormir

Em vez de dividir os dois quartos como quartos individuais, há a opção de definir funções, como "quarto para estudar" e "quarto de dormir das crianças". Quando a função de cada ambiente fica clara, a criança entende melhor que "aqui é o lugar para estudar". Também é eficaz estabelecer a regra de não levar jogos nem smartphone para o quarto de estudos.

Criar vários locais para estudar

Na fase do ensino fundamental, estudar na sala de estar é comum, e a partir do ensino fundamental II o estudo no próprio quarto tende a aumentar, mas recomendamos preparar mais de um local para estudar. A ideia é a mesma do sistema de mesas livres em escritórios. Apenas colocar mais cadeiras já facilita que os pais acompanhem a rotina.

Perguntas frequentes (FAQ)

Q. A partir de que idade o quarto infantil passa a ser necessário?

Em geral, isso acontece entre os últimos anos do ensino fundamental e a entrada no ensino fundamental II. Antes disso, estudar na sala de estar pode ser uma opção eficaz.

Q. Se não houver um quarto para cada filho, isso leva ao isolamento?

Mais importante do que ter ou não um quarto é a comunicação e a definição de regras familiares. Mesmo com quarto individual, não há problema se existirem regras adequadas.

Q. Como pensar a relação entre smartphone e quarto infantil?

Se o smartphone for levado para o quarto, é importante definir claramente o horário de dormir e as regras de uso. Na prática, "usar o smartphone com regras" tende a ser uma medida mais realista do que simplesmente "não levar smartphone para o quarto".

Q. Quais são as dicas para irmãos compartilharem dois quartos?

É eficaz dividir as funções dos ambientes (quarto de estudos e quarto de dormir) ou separar visualmente o espaço com móveis divisórios. Também traz tranquilidade escolher uma planta que já considere uma futura obra de divisão interna.

Daisuke Inazawa, President & CEO of INA&Associates Inc.

Autor

Presidente e CEOINA&Associates Inc.

Presidente e CEO da INA&Associates Inc. Lidera a corretagem imobiliária, a locação e a gestão de imóveis na Grande Tóquio e na região de Kansai. Especializado em estratégia de investimento em imóveis de renda e consultoria para investidores de alto patrimônio.

Daisuke Inazawa é presidente e CEO da INA&Associates Inc., uma empresa imobiliária japonesa com sede em Osaka e filial em Tóquio. Ele lidera os três negócios centrais da companhia — corretagem imobiliária, locação e gestão de propriedades — na Grande Tóquio e na região de Kansai.

Suas áreas de especialização incluem estratégia de investimento em imóveis geradores de renda, otimização de rentabilidade em operações de locação, consultoria imobiliária para investidores de altíssimo patrimônio (UHNWI) e investidores institucionais, além de investimento imobiliário transfronteiriço. Presta consultoria de longo prazo, baseada em dados, a investidores no Japão e no exterior.

Sob a filosofia de gestão «o ativo mais importante de uma empresa são as suas pessoas», ele posiciona a INA&Associates como uma «empresa de investimento em capital humano» e está comprometido com a criação sustentável de valor corporativo por meio do desenvolvimento de talentos. Como executivo, também se manifesta publicamente sobre liderança e cultura organizacional em tempos de mudança.

Obteve onze qualificações profissionais japonesas: corretor imobiliário licenciado (Takken), Master certificado em consultoria imobiliária, gestor licenciado de condomínios, supervisor licenciado de gestão predial, profissional certificado em gestão de locação, gyōseishoshi (advogado administrativo), responsável certificado pela proteção de dados pessoais, gerente de prevenção de incêndio classe A, especialista certificado em imóveis arrematados em leilão, engenheiro certificado em manutenção de condomínios e supervisor licenciado de operações de crédito.

  • Corretor imobiliário licenciado (Takken)
  • Master certificado em consultoria imobiliária
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